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Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil é marcado com atividades em Nova Iguaçu


No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado nesta terça-feira (12), a Secretaria de Assistência Social de Nova Iguaçu, através do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), realizou uma programação especial para debater sobre o tema. O desafio de enfrentar e prevenir as situações de exploração sexual e trabalho infantil, que acontecem com crianças e adolescentes, foi o foco da palestra ‘Abuso Sexual e Exploração Infantil: A importância de entender para melhor atender’, que aconteceu pela manhã no auditório do Ministério Público de Nova Iguaçu. Mais de 30 profissionais da rede, que prestam serviço socioassistencial participaram do evento comandado pela assistente social da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos da prefeitura do Rio, Marcia Vivas.

As situações atendidas pelos profissionais da rede assistencial foram os tópicos discutidos durante a palestra. Casos de crianças que fazem atividades domésticas, vendem doces em sinais de trânsito, realizam trabalhos que exigem esforço físico, e até mesmo se prostituem para conseguir dinheiro, são marcados por expor a saúde física e mental desses jovens.

“É preciso discutir o enfrentamento a essas situações para que juntos possamos refletir e se envolver com esses casos, criando alternativas que possibilitem a essa criança estudar, aprender e, quando atingir a idade certa, ter uma oportunidade de trabalho em condições favoráveis”, explicou a palestrante.

Para a secretária de Assistência Social, Elaine Medeiros, o evento foi importante para conscientizar e engajar estes profissionais que a luta pelo direito das crianças é constante.

“Hoje é um dia especial, que a gente reserva para dizer não ao trabalho infantil e também a exploração sexual, sensibilizando a sociedade sobre essa dura realidade, a partir de ações que proporcionem às crianças a oportunidade de brincar e de ser feliz, ressaltando que todos devem respeitar esse direito”, ressaltou.

Também participaram do evento Isabel Souza, superintendente da proteção social especial, Deise Marcelo, diretora dos direitos humanos e Bruna Niin, coordenadora do Peti.

À tarde, a Secretaria de Assistência Social de Nova Iguaçu fez um ato contra a exploração do trabalho infantil pelo Calçadão (Avenida Marechal Floriano Peixoto), onde houve uma caminhada com panfletagem e danças sobre o tema para chamar atenção da população.

A ação terminou na Praça Rui Barbosa com diversas atividades, como pintura no rosto, apresentação circense, contação de histórias, tendas de orientações e muita música com o grupo Instituto Enraizado de Morro Agudo e Garimpo do Rap, que foi descoberto no Centro de Referência Especial para Pessoa em Situação de Rua - Centro Pop.

Durante o desfile de crianças, orientadores e mulheres dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da Cerâmica, Miguel Couto e Centro, foi formado ao chão um tapete de rosas brancas e vermelhas.

“Essa ação é importante para lembrar que lugar de criança é na escola, brincando e não trabalhando nas ruas. É preciso chamar atenção dos pais que acabam tirando a infância de muitas crianças”, lembrou a comerciante e moradora de Santa Eugênia, Lorrane Kely de Araújo, de 25 anos.

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