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Por conter impurezas, Anvisa determina recolhimento do remédio losartana; Veja lotes e o que fazer

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quinta-feira, junho 23, 2022


Anvisa determinou, nesta quinta-feira (23/6), a interdição e o recolhimento de lotes de medicamentos contendo o princípio ativo losartana. A medida foi tomada devido a presença da impureza “azido” em concentração acima do limite de segurança aceitável.

Para determinar a extensão do recolhimento, a Anvisa avaliou o impacto no mercado brasileiro e a necessidade de continuidade dos tratamentos, já que a losartana é o anti-hipertensivo e um dos medicamentos para insuficiência cardíaca mais utilizado no Brasil.

As pessoas que utilizam o medicamento não devem interromper o seu tratamento.

A medida preventiva foi adotada após a evolução do conhecimento sobre as impurezas e serve para adequar os produtos utilizados no Brasil aos limites técnicos previstos para a presença deste contaminante.

1 - Devo continuar tomando minha losartana?

Sim. Os pacientes que fazem uso da losartana devem continuar utilizando o seu medicamento, ainda que estejam usando um dos lotes afetados.

A hipertensão e insuficiência cardíaca exigem acompanhamento constante e qualquer alteração no tratamento deve ser feita somente pelo médico que acompanha o paciente. Deixar de tomar o medicamento pode trazer riscos para a saúde do paciente.

2 - Estou usando medicamento dos lotes afetados. O que devo fazer?

Se você tem em casa ou está fazendo uso de um dos lotes interditados ou recolhidos você deve:

> Continuar o tratamento.

> Conversar com seu médico em caso de dúvida ou necessidade de orientação.

> Entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório para se informar sobre a troca do seu medicamento por um lote que não tenha sido afetado pelo recolhimento ou interdição. Os meios para contato com as empresas estão disponíveis na embalagem e bula dos produtos.

Lembre-se: A medida da Anvisa é preventiva e busca evitar que os lotes com a presença de azido fiquem em circulação.

3 - O que são as impurezas azido?

As impurezas azido são substâncias que podem surgir durante o processo de fabricação do insumo farmacêutico ativo e que tem potencial mutagênico.

4 - Por que o recolhimento e interdição foram determinados?

A medida é preventiva, adotada após novas descobertas sobre as impurezas, e foi executada após a realização de análises nos produtos do mercado brasileiro para identificação da presença do azido. As análises foram realizadas pelos fabricantes do medicamento no Brasil por determinação da Anvisa.

5 - Qual o prazo para as farmacêuticas recolherem os produtos?

O prazo máximo regulamentar para conclusão do recolhimento desses produtos é de até 120 (cento e vinte) dias, contados da data da publicação da resolução que determinou o recolhimento (23/06/2022).

6 - O que a Anvisa está fazendo?

Desde a descoberta da possibilidade de presença do azido na losartana, em setembro de 2021, a Anvisa vem adotando medidas para garantir que os medicamentos disponíveis para a população brasileira estejam dentro dos padrões de qualidade.

A Anvisa notificou os detentores de registro desses medicamentos para apresentarem os resultados da avaliação acerca da existência dessa impureza em seus produtos.

Diante dos resultados recebidos, foram avaliados diversos aspectos, dentre eles a segurança do produto e o impacto de um possível desabastecimento desse produto no mercado, considerando que a losartana é o anti-hipertensivo e uma das medicações para insuficiência cardíaca mais utilizado no Brasil.

A Anvisa realizou sua análise de segurança utilizando as diretrizes internacionais do Guia M7(R1) do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Produtos Farmacêuticos para Uso Humano (International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use - ICH), que fornece instruções acerca do gerenciamento de risco associado à qualidade e segurança para impurezas mutagênicas.

A Agência já havia dado publicidade aos recolhimentos voluntários anteriores, realizados pelas próprias empresas nos meses de setembro e outubro de 2021 e junho de 2022, por meio das Resoluções RE 4.097, de 28 de outubro de 2021, RE 3.745, de 29 de setembro de 2021 e RE nº 1.861, de 07 de junho de 2022.

Outras autoridades reguladoras em diversos mercados internacionais também adotaram ações de recolhimento, como, por exemplo, Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos da América, Portugal, República Tcheca e Singapura.

A avaliação da Agência foi discutida e apresentada às empresas detentoras de registro, à Sociedade Brasileira de Cardiologia, bem como a entes públicos diretamente afetados, a saber, Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Confira aqui a lista de interdições e recolhimentos:


Usuários do medicamento - o que é importante saber:

Continue tomando o seu medicamento de acordo com as orientações do seu médico. Qualquer alteração de tratamento e medicamento só deve ser feita com orientação médica.

Há no mercado outras losartanas que podem substituir os medicamentos recolhidos ou interditados.

Somente troque de medicamento quando já tiver o novo em mãos, pois a interrupção do tratamento da hipertensão arterial e da insuficiência cardíaca pode produzir malefícios instantâneos, inclusive risco de morte por derrame, ataques cardíacos e piora da insuficiência cardíaca.

Para solicitar a troca do medicamento recolhido ou interditado, entre com contato com o SAC da empresa responsável. É dever da empresa fazer a substituição ou troca de medicamentos nestas condições.

Não há risco imediato em relação ao uso dessa medicação, porque não existem dados que indiquem um aumento dos eventos adversos.

Os medicamentos contendo “sartanas” são seguros e eficazes no controle do tratamento de hipertensão e insuficiência cardíaca, reduzindo significativamente o risco de derrame e infarto. 

Losartana é considerado um medicamento seguro e eficaz, os registros desses medicamentos continuam válidos no Brasil e em vários outros países

Saiba mais

A lista de produtos afetados inclui lotes que deverão ser recolhidos pelas empresas e lotes que ficarão interditados até a conclusão das análises sobre a presença do contaminante. Assim, a partir desta quinta-feira (23/6), os lotes afetados não poderão mais ser comercializados.

A presença do azido no insumo farmacêutico da losartana foi identificado no mundo a partir de setembro de 2021. O contaminante pode aparecer durante a produção do insumo farmacêutico ativo, que é utilizado pela indústria farmacêutica para fabricar o medicamento final.

A Anvisa esclarece que os lotes que foram mantidos no mercado são considerados seguros e podem ser consumidos.

Para adiar chegada de varíola dos macacos no Brasil, Anvisa indica uso de máscara e isolamento

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terça-feira, maio 24, 2022


De 80, pulou para 120 casos, o número de ocorrências do vírus da varíola dos macacos, em 15 países, somente neste mês de maio. O mundo segue em alerta e acompanhando os passos da doença. Para conter a chegada no Brasil, membros da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sugerem uso de máscara e isolamento.

Segundo especialistas, existe sim a possibilidade de que a doença possa avançar ainda mais e chegar ao solo brasileiro, nos próximos dias, principalmente pela vizinha, a Argentina, já registrou casos suspeitos do vírus.

A doença é original de roedores silvestres, mas que foi isolada inicialmente em macacos. Frequente na África, tem ocorrência rara em outros continentes. Embora creiam que o desequilíbrio ambiental seja um fator importante para o atual surto, cientistas não veem razão para pânico, principalmente por existirem tratamento e vacinas.

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(Publicado em 24/05/2022 às 11h40min

Após casos de salmonela, Anvisa proíbe importação e venda de chocolates Kinder fabricados na Bélgica

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sexta-feira, abril 15, 2022

O Brasil não está entre os países para os quais os chocolates eram enviados.

Após casos de salmonela fora do Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a importação e a venda de chocolates Kinder fabricado na Bélgica. O comunicado foi emitido na noite de ontem (14/4),

Embora o Brasil não esteja entre os países de destino dos produtos, conforme noticiado pela Anvisa, a Agência considerou prudente publicar a medida preventiva com o objetivo de informar à sociedade e de evitar que o produto seja consumido ou trazido de fora do país por pessoas físicas ou importadoras”, informou a Anvisa no documento.

A empresa também se manifestou através das redes sociais e disse: "A marca Kinder informa que os produtos vendidos pela Ferrero do Brasil no País são seguros para consumo. A marca Kinder esclarece que proibição da Anvisa não afeta produtos vendidos no Brasil. A Companhia reforça que os produtos que estão em recall em outros países não são importados e distribuídos pela mesma no Brasil. O reccal de produtos que acontece em outros países é especificamente de itens fabricados na Bélgica e que não são distribuídos pela Ferrero do Brasil,  Permanecemos à disposição pelos canais de atendimento: telefone 0800-701-6595 e sacbrasil@ferrero.com". Informou.

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Publicado em 15/04/2022

Anvisa proíbe venda de pomada para cabelo após causar danos oculares em moradora de Belford Roxo

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sexta-feira, março 25, 2022


Diante da denúncia feita pela moradora de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização da pomada para tranças e penteados Ômegafix.

A determinação foi publicada na quarta-feira (23/3), onde proíbe a "fabricação, venda, distribuição, uso ou propaganda".

Conforme o comunicado do Diário Oficial da União, o produto, fabricado pela Cape Indústria de Cosméticos Ltda, será recolhido das lojas e drogarias. A decisão foi tomada após a repercussão do caso da manicure Josiane Reis, 41 anos.

A denuncia foi feita pela nora de Josi e assim que foi publicado na web, apareceu outros casos semelhantes do dela.

Segundo a publicação da nora, Mirella Reis, após usar a pomada da Ômegafix, a sua sogra mergulhou na piscina e minutos depois, sua visão ficou embaçada, ela não se sentiu bem, mas ainda permaneceu no local e só procurou ajuda no dia seguinte. Ao chegar no Hospital Hospital do Olho, em Caxias, também na Baixada, Josiane foi informada que havia sofrido queimaduras nas córneas e também ficou sabendo na unidade, outros quatro casos parecidos com o dela.

"Nos lugares onde passei, ouvi relatos de casos semelhantes ao meu. Só no Hospital do Olho me falaram que eu era a quinta mulher a aparecer lá relatando a mesma coisa". Disse.

A manicure também contou que está com medo de perder a visão e vai a justiça.

"Eu estou com medo, até porque dependo da minha visão para trabalhar. Depois que eu voltar a enxergar, vou ver com a minha sobrinha, que foi quem trançou meu cabelo, onde ela comprou a pomada. Vou correr atrás de justiça" afirmou Josiane.

De acordo com a Anvisa, a pasta modeladora não está regularizado, o que impossibilita garantir a segurança de uso. Nos últimos dias, o órgão tomou conhecimento, pela mídia, de relatos de lesões oculares causadas pela pomada.

A Ômegafix assume que parte da burocracia exigida pela Anvisa está pendente, mas a empresa afirma que está tomando as providências necessárias para regularizar a situação. "Não podemos produzir até que haja outro posicionamento da Anvisa, para que isso seja possível precisamos resolver a documentação e assumir a responsabilidade legal. A Ômegafix não vai se isentar da culpa, temos que reparar os danos. Enquanto isso, vamos parar o trabalho", declarou José Souza Assis, criador da marca.

Além disso, a empresa alegou que as orientações indicadas para cosméticos de grau 1, classificação na qual o produto se encontra, constam no rótulo da pomada.

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Publicado em 25/03/2022

Anvisa aprova uso de oitavo produto à base de 'Cannabis' e autoriza venda em farmácias

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quarta-feira, dezembro 01, 2021


A Anvisa publicou nesta quarta-feira, a autorização sanitária de mais um produto à base de Cannabis. Trata-se de uma solução de uso oral contendo 23,75 mg/mL de canabidiol (CBD), com até 0,2% de tetraidrocanabinol (THC), de nome Canabidiol Verdemed 23,75 mg/mL.

O produto deverá ser comercializado em farmácias e drogarias a partir da prescrição médica (receita do tipo B, de cor azul). O produto será fabricado na Colômbia. Com a autorização, a empresa pode importar o produto já pronto para uso e iniciar a distribuição e comercialização no país. Este é o oitavo produto à base de Cannabis aprovado pela Anvisa.

Veja a lista com todos os produtos aprovados:

- Canabidiol Prati-Donaduzzi (20 mg/mL; 50 mg/mL e 200 mg/mL);
- Canabidiol NuNature (17,18 mg/mL);
- Canabidiol NuNature (34,36 mg/mL);
- Canabidiol Farmanguinhos (200 mg/mL);
- Canabidiol Verdemed (50 mg/mL);
- Extrato de Cannabis sativa Promediol (200 mg/mL);
- Extrato de Cannabis sativa Zion Medpharma (200 mg/mL); e
- Canabidiol Verdemed (23,75 mg/mL).

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Publicado em 01/12/2021

Aprovado por unanimidade pela Anvisa o uso emergencial de vacinas contra Covid-19 no Brasil

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domingo, janeiro 17, 2021



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, neste domingo (17), os pedidos de uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. A diretoria colegiada do órgão decidiu por maioria autorizar os imunizantes. A primeira a dar o voto favorável aos pedidos foi a relatora Meiruze Sousa Freitas.

Vale destacar que, no caso da Coronavac, a diretoria colegiada condicionou a aprovação à assinatura de termo de compromisso entre o Instituto Butantan e o agência reguladora. Com a liberação da Anvisa, o início da vacinação pode ocorrer até cinco dias depois, de acordo com o Ministério da Saúde. A perspectiva apresentada pelos representantes da pasta é de que o processo possa começar no dia 20 ou 21 de janeiro.

Na última semana, o Instituto Butantan, que tem parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas vacinas. A primeira etapa de verificação analisou se a documentação e as informações essenciais estavam nos materiais apresentados pelos centros de pesquisa. Após essa triagem, os técnicos da Anvisa passaram a examinar os relatórios enviados e os dados constantes nos requerimentos submetidos.

No total, três áreas da agência fizeram exame da documentação apresentada: a de registro de medicamentos, a de boas práticas de fabricação e a de farmacovigilância de medicamentos. Cada setor elaborou um parecer, que serviu como subsídio para a análise e decisão da diretoria colegiada.

Anvisa identifica fungo fatal resistente a medicamentos e emite alerta no Brasil

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quarta-feira, dezembro 09, 2020


Anvisa identifica fungo fatal resistente a medicamentos e emite alerta no Brasil. Candida auris (C. auris) é um fungo emergente que representa uma grave ameaça à saúde global e foi identificado pela primeira vez como causador de doença em humanos em 2009, no Japão. Algumas cepas de C. auris são resistentes a todas as três principais classes de fármacos antifúngicos (polienos, azóis e equinocandinas) e sua identificação requer métodos laboratoriais específicos, uma vez que C. auris pode ser facilmente confundida com outras espécies de leveduras, tais como Candida haemulonii e Saccharomyces cerevisiae.

Considerando um alerta epidemiológico em função dos relatos de surtos de Candida auris em serviços de saúde da América Latina, publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) em outubro de 2016, a Anvisa coordenou a formação de uma rede nacional de laboratórios para dar suporte aos serviços de saúde do país na identificação de C. auris. Naquela ocasião, a Agência publicou o Comunicado de Risco 01/2017 – GVIMS/GGTES/ANVISA, contendo orientações para a vigilância laboratorial, encaminhamento de isolados para laboratórios de referência e medidas de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras) pela C. auris. Desde 2017, os laboratórios da Rede vêm analisando amostras suspeitas que são encaminhadas pelos estados. 

No Brasil, não havia relato de nenhum caso de infecção por C. auris, mas nesta segunda-feira, 7 de dezembro, foi notificado à Anvisa o possível primeiro caso positivo em paciente internado em UTI adulto em hospital do estado da Bahia. Desta forma, no mesmo dia foi publicado o Alerta de Risco GVIMS/GGTES/Anvisa 01/2020. 

O fungo foi identificado após análise pela técnica de MALDI-TOF pelo Laboratório Central de Saúde Pública Prof. Gonçalo Moniz – Lacen/BA e pelo Laboratório do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP. Já estão sendo realizadas as análises fenotípicas para verificar o perfil de sensibilidade do microrganismo. O Laboratório Especial de Micologia da Escola Paulista de Medicina (Lemi–Unifesp), que é o laboratório colaborador de referência para sequenciamento da Rede Nacional para identificação de C. auris em serviços de saúde, realizará o sequenciamento genético (padrão-ouro) do microrganismo.

Para acompanhar o caso e para prevenir a disseminação de C. auris no país, foi organizada uma força-tarefa nacional composta por representantes da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde – Suvisa Bahia, da Coordenação Estadual de Controle de Infecção Hospitalar (CECIH Bahia), do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde – Cievs (Nacional, Bahia e Salvador), da Secretaria de Estado de Saúde da Bahia, da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador e da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, além de representantes do Ministério da Saúde (CGLAB/SVS, Cievs nacional), do Lacen-BA, de laboratórios da rede nacional para identificação de C. auris e da Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde (GVIMS/GGTES) da Anvisa.

A Agência está trabalhando na revisão do Comunicado de Risco 01/2017 – GVIMS/GGTES/ANVISA, para contemplar a nova situação epidemiológica do país, a inclusão de outros laboratórios como referência para a rede nacional e as novas evidências científicas disponíveis. Recomendamos que os serviços de saúde e laboratórios de microbiologia estejam alertas às orientações previstas nesses documentos, para que ações de prevenção e controle da disseminação desse fungo sejam adotadas de forma oportuna e segura.

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09/12/2020 
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Remédios de pressão alta são recolhidos por suspeita de conter "impurezas" que podem causar câncer

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quinta-feira, maio 09, 2019


Pouco dias depois do Dia Nacional de Combate à Hipertensão, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu recolher aproximadamente 200 lotes de medicamentos para hipertensão arterial. Segundo a agência, os medicamentos recolhidos são os remédios que possuem os princípios ativos do tipo “sartanas”, como a losartana, valsartana, candersartana, olmesartana e irbesartana (clique aqui para ver a lista em PDF).



Eles foram recolhidos por suspeita de conter "impurezas" que podem causar câncer em casos de exposição de longo prazo.

Em 2018, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) identificou a impureza N-nitrosodimetilamina no princípio ativo valsartana, produzido pela empresa chinesa Zhejiang Hauahai Pharmaceuticals. Com essa primeira identificação, a EMA começou uma análise mais detalhada das “sartanas” de vários laboratórios. Ao todo, já foram 14 suspensões de três insumos - losartana, valsartana e irbesartana - de dez fabricantes internacionais.

No Brasil, até agora foram avaliadas 29 empresas e 111 medicamentos vendidos no ano passado. De acordo com a Ronaldo Gomes, gerente geral da área de Inspeção e Fiscalização Sanitária (GGFIS) da Anvisa, esta é uma medida para garantir a segurança e a saúde da população.

Além do recolhimento desses primeiros lotes e da fiscalização das empresas fabricantes dos medicamentos, a Anvisa também anunciou a suspensão da fabricação, importação, distribuição, comercialização e o uso dos insumos com suspeita de contaminação.



Os riscos
Em nota, a Anvisa informou que, mesmo em casos de uso contínuo, autoridades europeias calcularam que o risco de câncer associado ao uso do medicamento é baixo. Veja como agir se encontrar um lote listado:

Continuar tomando seu medicamento, a menos que tenham sido aconselhados a parar pelo seu médico;

Não interrompa o tratamento e converse um médico ou farmacêutico;

Somente troque de medicamento quando já tiver o novo em mãos. A interrupção do tratamento da hipertensão pode produzir malefícios instantâneos, como derrame, ataques cardíacos e insuficiência renal.

Desabastecimento
Existem várias alternativas de medicamentos para pressão arterial disponíveis da mesma classe terapêutica e com os mesmos princípios ativos e concentração dos remédios recolhidos. Segundo a Anvisa, por esse motivo, não há risco de ocorrer falta de medicamentos ou desabastecimento.

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Com informações do G1
09/05/2019
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Anvisa constata presença de substâncias tóxicas e suspende venda de marca de fraldas

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segunda-feira, junho 18, 2018


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a distribuição, comercialização e uso de diversos lotes das fraldas descartáveis Turma da Mônica tripla proteção. Os artigos são produzidos pela empresa Kimberly-Clark Brasil Indústria e Comércio de Produtos de Higiene Ltda.

Segundo a agência reguladora, a empresa descumpriu as seguintes determinações legais: testes de qualidade, ensaios pré-clínicos e estudo de estabilidade dos produtos. Esses procedimentos incluem diversos testes e precisam ser repetidos toda vez que for alterado o respectivo processo de fabricação

De acordo com Anvisa, as matérias-primas das fraldas precisam ser atóxicas e, para confirmação, é necessário submeter os artigos aos seguintes ensaios pré-clínicos: irritação cutânea primária e sensibilização. Esses ensaios serão efetuados para cada tipo de matéria-prima empregada na confecção desses produtos, e deverão ser repetidos toda vez que for(em) mudada(s) a(s) matéria(s)-prima(s) especificada(s) no processo de fabricação.

A resolução publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira informa que a fabricante deve promover o recolhimento do estoque existente no mercado.

Procurada, a Kimberly-Clark Brasil informou "que conta com os mais altos níveis de qualidade e que tem procedimentos rigorosos em todo o seu processo produtivo". Segundo a empresa, os lotes que foram objeto de medida cautelar pela Anvisa, com vencimento de validade até setembro de 2018, "podem apresentar escurecimento no produto, em decorrência da oxidação do polímero (gel superabsorvente)".

A fabricante reforçou "que com base em testes toxicológicos e dermatológicos, realizados em laboratórios externos, idôneos e independentes, os referidos produtos não causam nenhum dano à saúde dos consumidores".

A Kimberly-Clark destacou também que "respeita a decisão do órgão e já suspendeu a comercialização dos lotes afetados, porém, recorrerá da referida decisão por não concordar com seu teor".

Para esclarecimentos e orientações, os consumidores que tiverem produtos desses lotes em casa podem entrar em contato por meio do SAC no telefone 0800-7095-599. Por fim, a Kimberly-Clark afirmou que "nenhum outro produto da marca Huggies Turma da Mônica foi afetado".
Os lotes suspensos são:

Veja lista de lotes:

SZ LOTE NA FAB: 01/06/2015 a SZ LOTE NC FAB: 30/06/2015
SZ LOTE OB FAB: 01/06/2015 a SZ LOTE OC FAB: 30/06/2015
SZ LOTE PA FAB: 15/06/2015 a SZ LOTE PC FAB: 30/06/2015
SZ LOTE QA FAB: 21/06/2015 a SZ LOTE QC FAB: 30/06/2015
SZ LOTE RA FAB: 09/06/2015 a SZ LOTE RC FAB: 30/06/2015
SZ LOTE SA FAB: 08/06/2015 a SZ LOTE SC FAB: 30/06/2015
SZ LOTE NA FAB: 01/07/2015 a SZ LOTE NC FAB: 31/07/2015
SZ LOTE OA FAB: 01/07/2015 a SZ LOTE OC FAB: 31/07/2015
SZ LOTE PA FAB: 01/07/2015 a SZ LOTE PC FAB: 11/07/2015
SZ LOTE PA FAB: 27/07/2015 a SZ LOTE PC FAB: 31/07/2015
SZ LOTE QA FAB: 01/07/2015 a SZ LOTE QC FAB: 07/07/2015
SZ LOTE QA FAB: 13/07/2015 a SZ LOTE QC FAB: 24/07/2015
SZ LOTE QA FAB: 27/07/2015 a SZ LOTE QC FAB: 27/07/2015
SZ LOTE RA FAB: 01/07/2015 a SZ LOTE RC FAB: 09/07/2015
SZ LOTE RA FAB: 12/07/2015 a SZ LOTE RC FAB: 23/07/2015
SZ LOTE RA FAB: 29/07/2015 a SZ LOTE RC FAB: 31/07/2015
SZ LOTE SA FAB: 01/07/2015 a SZ LOTE SC FAB: 06/07/2015
SZ LOTE SA FAB: 08/07/2015 a SZ LOTE SC FAB: 13/07/2015
SZ LOTE SA FAB: 25/07/2015 a SZ LOTE SC FAB: 31/07/2015
SZ LOTE NA FAB: 01/08/2015 a SZ LOTE NC FAB: 18/08/2015
SZ LOTE NA FAB: 25/08/2015
SZ LOTE OC FAB: 03/08/2015 a SZ LOTE OA FAB: 25/08/2015
SZ LOTE PA FAB: 01/08/2015 a SZ LOTE PC FAB: 05/08/2015
SZ LOTE PA FAB: 22/08/2015 a SZ LOTE PC FAB: 22/08/2015
SZ LOTE QA FAB: 07/08/2015 a SZ LOTE QC FAB: 10/08/2015
SZ LOTE QA FAB: 18/08/2015 a SZ LOTE QC FAB: 18/08/2015
SZ LOTE RA FAB: 01/08/2015 a SZ LOTE RC FAB: 06/08/2015
SZ LOTE RA FAB: 20/08/2015 a SZ LOTE RC FAB: 20/08/2015
SZ LOTE SA FAB: 01/08/2015 a SZ LOTE SC FAB: 04/08/2015
SZ LOTE SA FAB: 10/08/2015 a SZ LOTE SC FAB: 10/08/2015
SZ LOTE SA FAB: 17/08/2015 a SZ LOTE SC FAB: 24/08/2015
SZ LOTE SA FAB: 26/08/2015 a SZ LOTE SC FAB: 26/08/2015
SZ LOTE QA FAB: 03/09/2015 a SZ LOTE QC FAB: 03/09/2015
SZ LOTE RA FAB: 25/02/2016 a SZ LOTE RC FAB: 25/02/2016
CA LOTE AA 06:00 FAB 24/05/2014 EXP: 23/05/2017 a CA LOTE AC 22:00 FAB 02/09/2015 EXP: 01/09/2018
CA LOTE AA 06:00 FAB 08/10/2013 EXP: 07/10/2016 a CA LOTE AC 22:00 FAB 31/08/2015 EXP: 30/08/2018
CA LOTE AA 06:00 FAB 21/05/2014 EXP: 20/05/2017 a CA LOTE AC 22:00 FAB 26/08/2015 EXP: 25/08/2018
CA LOTE AA 06:00 FAB 08/10/2013 EXP: 07/10/2016 a CA LOTE AC 22:00 FAB 31/08/2015 EXP: 30/08/2018
CA LOTE AA 06:00 FAB 21/05/2014 EXP: 20/05/2017 a CA LOTE AC 22:00 FAB 26/08/2015 EXP: 25/08/2018
CA LOTE AA 06:00 FAB 24/05/2014 EXP: 23/05/2017 a CA LOTE AC 22:00 FAB 02/09/2015 EXP: 01/09/2018


Os consumidores que tiverem fraldas desses lotes em casa devem contatar a Kimberly-Clark no telefone 0800 709 5599.

Via: Jornal Extra
18/06/2018

Por presença de pelo de roedor, anvisa proíbe venda de canela em pó

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quarta-feira, junho 13, 2018


De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi proibido a venda e distribuição de um lote de canela em pó da marca Santa Bárbara, fabricada pela empresa Comercial Santa Bárbara Franca por conter matérias estranhas. “Os testes detectaram presença de fragmentos de pelos de roedor, indicativo de risco”, diz a nota oficial divulgada pela agência.

Ainda segundo a Anvisa, a empresa deverá recolher de todo o estoque existente no mercado referentes ao lote fabricado em 2 de agosto de 2017 e com validade até 2 de agosto de 2020. A comercialização está suspensa em todo o país.

Conforme o fabricante, todas as providências já foram tomadas e, por precaução, o lote está sendo recolhido. Afirmou ainda que agora todas as compras só são realizadas com laudo de certificado de análise.

No início deste ano foi dado o primeiro alerta sobre a irregularidade no produto. A Gerência Colegiada da Superintendência de Vigilância Sanitária emitiu, no dia 17 de janeiro de 2018, uma notificação determinando a interdição cautelar do lote.

Anvisa proíbe lote de peito de frango por conter bactéria que causa meningite

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sexta-feira, abril 27, 2018


A Anvisa proibiu a distribuição e venda do lote de peito de frango cozido desfiado congelado da marca D+ Alimentos em todo o Brasil. O motivo da proibição foi a presença da bactéria Listeria monocytogenes no alimento.

Esta bactéria pode causar uma série de problemas de saúde, entre eles a meningite. Este é um alerta especialmente importante para quem está grávida.

Isto porque as gestantes são 20 vezes mais suscetíveis à meningite por Listeria do que o restante da população. E esta meningite pode passar para o bebê na hora do parto. Quando esta meningite passa para o recém-nascido, os pequenos correm o maior risco de morte pela doença.

O lote da marca D+ Alimentos que foi proibido é o 0320 do produto Peito de Frango Cozido Desfiado Congelado.

A bactéria Listeria também pode estar presente em embutidos como salsicha e salame e em alguns tipos de queijos feito com leite sem ser pasteurizado. 

Diante deste caso, a empresa D + Alimentos emitiu a seguinte nota à imprensa:

“A D+ Alimentos, empresa especializada na industrialização de produtos de origem animal para uso industrial, reforça os esclarecimentos acerca os fatos acerca de notícia publicada sobre a comercialização de um de seus lotes.

A empresa emitiu, de forma voluntária, comunicado de recolhimento do Lote 320 de frango desfiado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 16 de abril. Ressaltamos que a D+ vende seus produtos apenas para indústrias, não tendo nenhuma venda direta ao consumidor.

Aproveitando a ocasião, a D+ Alimentos reafirma seu compromisso com a ética e a segurança alimentar e ressalta que estabelece rígidos controles em todo o seu processo, da industrialização à entrega. Todos os insumos utilizados passam por criteriosos e constantes processos de avaliação e análises, sendo adquiridos junto a fornecedores de primeira linha, tidos entre os melhores do país. A empresa é certificada e segue normas de qualidade e segurança alimentar que asseguram produtos de alta qualidade”.

Com informações bebemamae.com
27/04/2018

Contendo bactéria que pode provocar vômitos e dor de barriga, lote de leite condensado é proibido

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quarta-feira, janeiro 03, 2018


O leite condensado da marca Fazendeira teve um lote proibido de ser comercializado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O lote vetado foi o 0681M1, que já havia passado por interdição preventiva de 90 dias e foi definitivamente proibido por não apresentar contraprova à interdição inicial. A decisão foi tomada por conta de laudo de análise emitido pelo Laboratório Central Noel Nutels, do Rio de Janeiro. O parecer constatou presença, em excesso, de Estafilococos Coagulase Positiva, bactéria que pode provocar vômitos, dor de barriga e mal-estar.

Na época da interdição preventiva, a Baduy e Cia Ltda, de Ituiutaba (MG),fabricante do produto, publicou em sua página na internet uma nota pública, na qual se manifestou sobre os resultados das análises do produto e a interdição de um dos lotes pela Anvisa. Na nota, a empresa esclareceu que, preocupados com a qualidade e a segurança dos produtos que oferecem, exercem um severo controle em todas as etapas do processo de fabricação dos produtos, desde a seleção dos ingredientes até a fase final de embalagem e distribuição.

“A qualidade e a uniformidade dos nossos produtos seguem rigorosamente os requisitos regulamentares pelo MAPA/DIPOA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento /Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal)”, dizia a empresa, informando ainda que não há registros no SAC ou em qualquer outro órgão com reclamações do produto Leite Condensado Fazendeira com data de fabricação do dia 17/01/2017 Lote 0681 M1.

A Anvisa reitera que a Baduy e Cia Ltda. não poderá mais comercializar e distribuir o produto, além de ter que recolher todo o estoque existente no mercado. A definição está na Resolução – RE n° 3415, publicada no Diário Oficial da União.

O que o consumidor deve fazer

De acordo com a Anvisa, o recomendável é que este produto não seja consumido para evitar prejuízos à saúde, especialmente em pessoas mais vulneráveis como crianças, idosos ou pessoas que já estão doentes. A Anvisa e as vigilâncias sanitárias dos estados e municípios são responsáveis pela fiscalização deste tipo de produto do ponto de vista da saúde. Caso o consumidor acredite que foi lesado e deseja ser ressarcido, ele poderá procurar um órgão de defesa do consumidor como o Procon de sua cidade.
Via: jornal Extra
03/01/2018

Anvisa suspende comercialização de lotes de amoxilina e paracetamol

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quarta-feira, agosto 30, 2017


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recolheu lotes de medicamentos que têm como príncipio ativo o paracetamol e a amoxilina. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.

Segundo a agência, estão suspensos em todo o Brasil a distribuição e a comercialização do medicamento genérico "Paracetamol solução oral 200mg/mL", lote 0130/16, com validade em março de 2018. O medicamento é fabricado pela Hipolabor Farmacêutica.

Também estão suspensos em todo o território nacional o medicamento Amoxil BD, da empresa Glaxosmithkline, nas concentrações 200 mg/5 ml e 400 mg/5 ml.

Comum, o paracetamol é utilizado para a redução da dor e da febre em gripes, por exemplo. Já a amoxilina, é um antibiótico recomendado usualmente para infecções das vias respiratórias.

A Hipolabor informa que o lote foi retirado do mercado por alteração no aspecto do medicamento. "Vamos apurar se a mudança foi ocasionada por armazenamento em condições inadequadas", informa a empresa.

Segundo a empresa, o lote já foi recolhido e não está disponível nas drogarias para venda.
via: G1
30/08/2017

Pelo de rato é encontrado em farinha de trigo e inseto morto em café

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terça-feira, agosto 22, 2017


A Proteste realizou testes com amostras de pó de café e com farinha de trigo e encontrou desde pelo de roedor a inseto morto. Segundo a legislação, cada produto pode trazer certa quantidade de corpos estranhos, mas o teste mostra que as marcas de café Melitta e de farinha de trigo Sol ultrapassaram o permitido.

Os testes foram feitos com base no regulamento técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que estabelece os requisitos mínimos para avaliação de matérias estranhas em alimentos e bebidas, assim como seus limites de tolerância. No caso do café, o máximo permitido é de 60 fragmentos de insetos em 25g de amostra. Para a farinha de trigo, o máximo permitido são 75 fragmentos de insetos em 50g de amostra

De acordo com os resultados, as marcas Caboclo e Pilão não apresentaram matérias estranhas. O café 3 corações apresentou 15 fragmentos de insetos em 25g de amostra, mas está de acordo com a legislação. No entanto, a marca Melitta apresentou presença de 13 fragmentos de insetos e 1 inseto inteiro morto em 25g de amostra, ou seja, fora do permitido pela legislação.

Já nas amostras de farinha de trigo, a marca Renata apresentou 33 fragmentos de insetos em 50g de amostra, Dona Benta, 3 fragmentos de insetos e Rosa Branca, 5 fragmentos de insetos em 50g de amostra. Todas de acordo com a legislação.

A amostra da marca Sol, entretanto, revelou a presença de 25 fragmentos de insetos e 1 fragmento de pelo de roedor em 50g de amostra, sendo assim, não está de acordo com a legislação, por conter pelos de rato.

Segundo a legislação, os pelos de roedores (que incluem rato, ratazana e camundongo) são potenciais transmissores de doenças.

Embora para alguns produtos o regulamento da Anvisa seja tolerante em relação à presença de pelo de roedor, como é o caso do ketchup (1 fragmento em 50 g do alimento), essa regra  não se aplica à farinha de trigo. De acordo com a legislação, é permitido que existam 75 fragmentos de insetos em 50g.

Diante dos resultados do teste, a Proteste pediu aos órgãos fiscalizadores que os produtos em desacordo com a norma sejam retirados do mercado e que seja feita uma revisão na Resolução 14 da Anvisa, por considera-la excessivamente complacente.

Com a palavra, as empresas:

Em relação aos testes realizados pelo Instituto Proteste com um lote especifico do café em pó Tradicional embalagem Pouch 500g da Melitta do Brasil, a empresa afirma que desconhece os procedimentos utilizados para o teste dos produtos e reitera que prima pela qualidade, atende e respeita todas as regras da legislação aplicada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A empresa afirma ainda que realiza análises periódicas com laboratórios independentes certificados e que em nenhum momento foram encontradas as irregularidades divulgadas pelo Instituto Proteste. Por respeito e responsabilidade ao consumidor, a Melitta do Brasil vai recolher o lote em questão para refazer as análises.

A J.Macêdo, fabricante da farinha de trigo Sol, tem laudos de laboratório credenciado pela ANVISA (anexos) que atestam não ter sido identificada nenhuma inconformidade no mês de produção indicado pelo número parcial de lote divulgado pela Proteste. O mesmo vale para os meses anteriores e posteriores ao fato, no que se refere à presença de materiais estranhos. A J.Macêdo tem contraprovas dos lotes de produção e já os submeteu a exame em laboratório externo credenciado pela ANVISA, a fim de resguardar e dar a seus consumidores a garantia de seu rigor em relação aos seus procedimentos de fabricação.
Via: O Estado de S.Paulo
22/08/2017

Anvisa interdita lote de linguiça que pode causar diarreia e vômito

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quinta-feira, abril 13, 2017


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou lotes de linguiças calabresas defumadas da marca Frigosantos com validade até o dia 30 de abril. A medida se baseia na fiscalização realizada pelo Ministério da Agricultura nos frigoríficos que foram alvo da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. Nesse produto, especificamente, os fiscais encontraram a bactéria Estafilococus coagulase, que pode causar diarreia e vômito. A linha de produção da linguiça está interditada desde a semana passada, por decisão do Ministério da Agricultura. A medida da Anvisa complementa essa providência, porque vai bloquear os produtos que eventualmente tenham chegado aos pontos de venda.

A Anvisa informou que os resultados das análises das amostras mostraram que a linguiça estava fora dos padrões sanitários aceitos pela regulamentação brasileira.


“A definição de critérios microbiológicos para alimentos estabelece padrões sanitários que visam, em primeiro lugar, à proteção à saúde da população”, informou a agência.

“O descumprimento dos parâmetros portanto, constitui uma infração sujeitando penalidades aos infratores.”

O Frigosantos informou que a linha de produção da linguiça foi interditada na tarde da última sexta-feira, dia 7. A empresa não concorda com as conclusões da fiscalização do Ministério da Agricultura e pediu uma contraprova.
Por Estadão Conteúdo
Via: exame.abril.com.br
13/04/2017

Anvisa interdita todos os lotes de papinha para bebês por falta de registro sanitário

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quinta-feira, março 23, 2017


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, comercialização e divulgação, em todo o território nacional, de todos os lotes dos produtos Papá no Prato. Os alimentos da marca são comercializados pela internet por fabricante desconhecido e nenhum deles possuíam registro na agência. Segundo a Anvisa, o registro sanitário de alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância é obrigatório.

A Anvisa também proibiu distribuição e comercialização de oito lotes do produto Alimento Nutricionalmente Completo para Nutrição Enteral ou Oral, da marca Trophic Bio. A empresa deve recolher todo o estoque existente no mercado.

Na segunda-feira, a Anvisa já tinha interditado o lote 0027 do doce de amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel, que excedeu limite do teor de aflatoxinas, substâncias que são tóxicas e cancerígenas.

De acordo com relatório do Laboratório de Análise Micotoxicológicas (Lamic) de Santa Maria (RS), foram detectado teores de aflatoxinas acima do Limite Máximo Tolerado (LMT) permitidos para amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.

Também foi proibida a distribuição e comercialização do lote 0001700 do produto Palmito Picado, da marca Mega Sabor. O alimento foi reprovado na Análise de Rotulagem, Teste de Incubação e Determinação Potenciométrica.

De acordo com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), a empresa não solicitou uma perícia de contraprova, o que tornou o laudo de análise definitivo. A Anvisa, portanto, proibiu o lote e determinou que a empresa promova o recolhimento do estoque.

A Anvisa também proibiu distribuição e comercialização de oito lotes do produto Alimento Nutricionalmente Completo para Nutrição Enteral ou Oral, da marca Trophic Bio. A empresa deve recolher todo o estoque existente no mercado. Os produtos apresentaram informações nutricionais de vitaminas divergentes daquelas informadas nos rótulos.
via: jornal extra
23/03/2017

Anvisa proíbe venda de paçoca por alto teor de substância cancerígena

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segunda-feira, março 20, 2017


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou nesta segunda-feira (20) um lote de paçoca rolha da marca Dicel, produzida em Goiânia (GO). Os produtos interditados excediam o limite permitido de aflatoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem causar câncer. Segundo a resolução, o lote 0027, fabricado em 18 de novembro do ano passado, com validade até 18 de novembro deste ano, estava impróprio para o consumo. O alimento é distribuído pela Indústria e Logística Westhonklauss Constante Ltda. O laudo do Laboratório de Análise Micotoxicológicas, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, atestou teores de aflatoxinas acima do limite máximo tolerado para amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.

A interdição vale para todo o território nacional.

Procurada, a Dicel informou que não havia sido notificada sobre a interdição.

Por: estadão conteúdo
via: www.noticias.uol.com.br
20/03/2017

Anvisa proíbe venda de lote de extrato de tomate por conter pelo de rato

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segunda-feira, fevereiro 20, 2017



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e a venda de um lote de extrato de tomate da marca Quero, produzido pela Heinz Brasil, em Goiás, de acordo com resolução publicada no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (20). 

De acordo com a agência, o laudo da análise do produto apontou que foi dectada "matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, pelo de roedor, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente". O número do lote é L 11 07:35. 

A resolução determina que a empresa recolha o lote de todo o estoque existente no mercado. 

Em nota, a Quero Alimentos informou que, em total respeito ao consumidor e à Anvisa, já tomou as providências aplicáveis para retirar todo o referido lote do mercado em agosto de 2016. 

"Nos últimos anos, fez grandes investimentos em novas tecnologias para aumentar ainda mais a qualidade do tomate no campo e de seus produtos, e grandes progressos foram alcançados." 

Em 2013, a Anvisa decidiu que um lote do ketchup da empresa Heinz deveria ser interditado em todo o país. O caso teve início quando a Vigilância Sanitária de São Paulo determinou a interdição do lote com base em laudos que apontaram a presença de pelos de roedores no produto. A decisão da Anvisa acompanha a medida tomada pela vigilância estadual. 

Três anos depois, a Anvisa proibiu a distrição e venda em todo o país de um lote de extrato de tomate da marca Heinz, porque foi encontrado pelo de roedor em amostras do produto. A medida previu que a empresa recolhesse o extrato contaminado do estoque que estivesse à venda no no mercado.
via: G1
20/02/2017

Anvisa libera venda de achocolatado Itambezinho, perícia descarta hipótese de contaminação

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segunda-feira, setembro 05, 2016


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a proibição da comercialização do achocolatado Itambezinho, proibido após a morte de uma criança de dois anos, no Mato Grosso. A medida foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira e destacou que a perícia descartou a hipótese de contaminação decorrente do processo de fabricação do produto, ficando claro que foi um caso de adulteração.

O lote M4 — com data de fabricação em 25 de maio e válido até 21 de novembro — está liberado para a comercialização e consumo.

O achocolatado foi proibido para averiguar se haveria relação entre a morte do menino e o consumo do produto. Investigação da Polícia Judiciária Civil em conjunto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Mato Grosso revelou adulteração do achocolatado que foi consumido pela criança por meio de injeção de inseticida em cinco unidades.

A Anvisa destacou que a empresa Itambé Alimentos S/A não foi responsável pelo ocorrido, e que é de responsabilidade da agência tomar medidas preventivas sempre que há casos de dúvida a respeito das condições sanitárias de alimentos, medicamentos, cosméticos e outros produtos. Segundo a Anvisa, a interdição cautelar do lote mostrou-se necessária até o esclarecimento do caso.

Envenenamento

A criança morreu no dia 25, na Policlínica do Coxipó, para onde foi levada com parada cardiorrespiratória. O menino passou mal pouco depois de consumir o achocolatado. Desde então, foi aberto um inquérito policial para apurar a causa da morte.

A mãe do menino e um tio também passaram mal após ingerir o produto, mas estão bem. Ao ser ouvida por policiais, a mulher, de 28 anos, disse que o companheiro dela havia conseguido os achocolatados com um vizinho.

No dia 29, dois suspeitos de envolvimento foram presos no Centro de Cuiabá, no Mato Grosso. Os detidos são: Adones José Negri, de 61 anos, e Deuel de Rezende Soares, de 27. Segundo informações da Polícia Civil, Adones teve a casa invadida e pertences roubados diversas vezes. O criminoso costumava tomar os achocolatados que havia na residência. Por isso, Adones decidiu envenenar os produtos com uma substância contra ratos com o objetivo de punir o criminoso, caso tivesse a casa invadida novamente.

Deuel, que tem diversas passagens por roubo na região, invadiu a casa de Adones e levou as bebidas. Mais tarde, ele os vendeu para o pai do menino, que morreu após ingeri-lo. Ao todo eram seis achocolatados que foram envenenados.

Ao ser ouvido pelos investigadores do caso, Adones confessou que havia colocado veneno.

Crédito: Jornal extra
05/09/2016

Anvisa proíbe venda de lote de achocolatado após morte de criança

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segunda-feira, agosto 29, 2016


BRASIL- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29) uma resolução determinando o recolhimento de um lote do achocolatado Itambezinho e proibindo a comercialização do produto pelo período de 90 dias, em todo o Brasil. A medida foi tomada após a morte de uma criança de dois anos na quinta-feira (25), em Cuiabá. Segundo a polícia, a mãe relatou que o filho morreu uma hora depois de ingerir a bebida.

A Itambé informou em nota, que essa é a primeira reclamação que recebe sobre o lote e que está auxiliando na apuração do fato.

Os produtos que pertencem ao lote MA: 21:18 devem ser recolhidos dos estabelecimentos comerciais pelas vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, segundo a Anvisa. Após o recolhimento, a bebida deve passar por análise laboratorial.

A resolução de nº 2.333, assinada na sexta-feira (26), dia seguinte à morte da criança, especifica que o produto interditado cautelarmente foi fabricado no dia 25 de maio e tem validade até 21 de novembro de 2016. De acordo com a Anvisa, o lote deve ser recolhido e armazenado até que um laudo aponte o motivo da morte da criança. Segundo a Polícia Civil, que investiga o caso, o exame que deve indicar a causa da morte deve sair em 30 dias.

De acordo com a Anvisa, a Itambé, com sede em Pará de Minas (MG), fabricante do produto, deve apresentar um mapa de distribuição do produto para facilitar o recolhimento do lote. Caso não seja comprovada a contaminação do lote no prazo estipulado pela Anvisa, o produto pode ser distribuído novamente.

Investigação
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar a morte da criança, a partir de denúncia registrada pela mãe na Delegacia de Homícidios e Proteção à Pessoa (DHPP). A investigação, porém está a cargo da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica).

O delegado Eduardo Botelho, da Deddica, informou ao G1 nesta segunda-feira que os pais do menino foram ouvidos hoje e, em depoimento, confirmaram a versão declarada no boletim de ocorrência registrado na semana passada. Conforme o delegado, os pais disseram que a família ganhou o achocolatado de um vizinho e que a embalagem estava fechada. A mãe ainda declarou que ela e um tio da criança chegaram a ingerir a bebida e também passaram mal.

O menino foi encaminhado a Policlínica do Coxipó, em Cuiabá, com parada cardiorrespiratória e morreu na unidade.

Outro lado
Por meio de nota, a Itambé informou que foi notificada na sexta-feira (26) sobre o suposto consumo de um produto da linha de achocolatados Itambezinho, de 200 ml. "O referido produto está no mercado há mais de uma década e nunca apresentou qualquer problema correlato. Até o presente momento, não tivemos nenhuma outra reclamação do mesmo lote", diz a empresa.

A Itambé disse ainda que faz regularmente provas internas e em laboratórios externos de seus produtos e que, inclusive, já disponibilizou as contraprovas para os órgãos oficiais e que se colocou à disposição para os esclarecimentos necessários.

Por: André Souza
Crédito G1
29/08/2016
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