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MP do Rio pede execução imediata da condenação de Garotinho e suspensão de seus direitos político

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quinta-feira, agosto 06, 2026



O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) acionou a Justiça nesta quinta-feira (6/8) para requerer a execução imediata da condenação do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) por improbidade administrativa. O órgão solicita que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam notificados com urgência sobre a suspensão dos direitos políticos do político pelo prazo de oito anos.

O pedido do MP é baseado em um processo que apurou irregularidades em um programa de saúde implementado no estado em 2005. Na petição protocolada, o promotor de Justiça Alexey Kolouboff argumenta que o processo já transitou em julgado — ou seja, não cabe mais nenhum tipo de recurso pendente — e solicita que o cumprimento da sentença seja iniciado sem demoras, em meio ao andamento da campanha de Garotinho ao Governo do Estado.

Defesa contesta pedido e cita prescrição

Em contrapartida, a defesa de Anthony Garotinho se manifestou afirmando que o requerimento apresentado pelo MPRJ carece de "amparo jurídico". Segundo a equipe legal do candidato do Republicanos, a condenação em questão já se encontra prescrita, o que impediria a aplicação das sanções relativas aos direitos políticos.

Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, anuncia que disputará vaga de deputado estadual

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segunda-feira, agosto 03, 2026



BELFORD ROXO — O cenário político na Baixada Fluminense ganhou contornos definitivos para o pleito de 2026 nesta segunda-feira (3). O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), anunciou que concorrerá a uma cadeira de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

A sinalização encerra as especulações sobre uma eventual candidatura majoritária ao Senado Federal. Na mensagem veiculada, o político relatou que a decisão madura é fruto de intensas consultas com a sua base aliada e que o foco imediato deve permanecer voltado para a consolidação de projetos na Baixada.
Embora tenha destacado que figurava na liderança de pesquisas de intenção de voto para o Congresso Nacional e agradecido aos apoiadores que incentivavam a empreitada nacional, Canella ressaltou que a conjuntura atual exige presença ostensiva na política estadual.

Em seu posicionamento, o ex-gestor municipal elencou pautas prioritárias para a sua atuação no Parlamento Fluminense, enfatizando a necessidade de respostas céleres para os gargalos históricos da região:

Segurança Pública e Combate à Criminalidade: Reforço nas políticas de combate à violência urbana;


Saúde e Educação: Ampliação de investimentos e fortalecimento da infraestrutura de atendimento básico e especializado.

Ao final do comunicado, Canella reiterou a disposição de manter o diálogo permanente com o eleitorado, afirmando que pretende conduzir o novo projeto legislativo com foco nos interesses e no desenvolvimento da população de Belford Roxo e de toda a Baixada Fluminense.

Garotinho perde vice e Democracia Cristã oficializa apoio a Eduardo Paes na disputa pelo Governo do Rio

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quarta-feira, julho 29, 2026




RIO DE JANEIRO — A corrida pelo Palácio Guanabara ganhou novos contornos nesta terça-feira (28). A candidatura do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) sofreu um forte revés político com a decisão do Democracia Cristã (DC) de oficializar apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD).

A reviravolta ocorre apenas três dias depois de Garotinho apresentar Venâncio Moura, filiado ao DC, como seu candidato a vice-governador durante a convenção estadual do Republicanos. A despeito do anúncio prévio, a convenção do Democracia Cristã selou o alinhamento com o projeto político liderado por Paes.
Impactos na montagem das chapas

Com a mudança de rumo do partido, Garotinho perde não apenas o apoio do DC, mas também o nome indicado para compor sua chapa pura como vice. A decisão deixa o candidato do Republicanos sem o companheiro de chapa anunciado e impõe a necessidade de redefinir sua composição a pouco mais de dois meses das eleições.

Por outro lado, o movimento consolida a estratégia de Eduardo Paes em expandir sua base de apoio. A adesão do Democracia Cristã soma forças à coligação do PSD, ampliando seu arco de alianças e isolando ainda mais a articulação de seus adversários.

A articulação reflete a intensa disputa por palanques e partidos no cenário eleitoral fluminense, no qual a busca por tempo de televisão e suporte partidário tem sido decisiva para a consolidação das candidaturas ao Governo do Estado.

Eduardo Paes lidera em todos os cenários na disputa pelo Governo do RJ, diz pesquisa Quaest

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segunda-feira, julho 27, 2026




RIO DE JANEIRO — O ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD) lidera com folga a disputa pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. É o que aponta a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, o primeiro levantamento do instituto após a oficialização dos nomes que concorrerão ao pleito deste ano.

Nos três cenários de intenção de voto estimulada, Paes varia de 38% a 42% das preferências — consolidando uma trajetória de alta em relação a abril, quando registrava entre 34% e 40%.

Distantes do líder, o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Douglas Ruas (PL), aparecem empatados tecnicamente em segundo lugar, ambos com 10% das intenções de voto no cenário completo. Em uma simulação sem Garotinho, Ruas vai a 11%.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-07670/2026 e RJ-02671/2026.

Intenção de voto e cenários de 1º turno

Na pesquisa estimulada, além da liderança de Eduardo Paes (38% a 42%) e do empate entre Anthony Garotinho (10%) e Douglas Ruas (10%), o percentual de eleitores que indicam voto branco, nulo ou declaram que não vão votar varia de 16% a 19%. Os indecisos somam entre 18% e 19%.

Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos concorrentes não são apresentados previamente:

Eduardo Paes: 9%
Douglas Ruas: 3%
Anthony Garotinho: 1%
Indecisos: 84%

A presença de Anthony Garotinho na disputa foi viabilizada por uma liminar do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os efeitos de sua condenação na Operação Chequinho e afastou temporariamente sua inelegibilidade. A candidatura foi confirmada no último sábado durante a convenção do Republicanos.

O cenário eleitoral ocorre em meio a uma crise sucessória. Desde a renúncia do ex-governador Cláudio Castro após condenação por abuso de poder no TSE, e da saída do vice-governador Thiago Pampolha para o TCE-RJ, o estado é governado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto. A indefinição sobre o formato da eleição-tampão é fruto de um impasse jurídico no STF acionado pelo PSD de Paes para conter a ascensão de Douglas Ruas ao cargo.

Além disso, a pré-candidatura de Ruas sofreu um revés recente com a desistência do ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), em compor sua chapa como vice, sinalizando uma possível neutralidade do bloco PP-União Brasil na corrida estadual.

Projeções para o 2º turno

Nas simulações de confronto direto em um eventual segundo turno, Paes mantém margem confortável:

Paes x Garotinho: Eduardo Paes registra 48% contra 18% de Anthony Garotinho. Brancos e nulos somam 23%, e indecisos são 11%.

Paes x Douglas Ruas: O ex-prefeito chega a 52% contra 16% do presidente da Alerj. Brancos e nulos somam 20%, e indecisos são 12%.
Rejeição e conhecimento dos candidatos

Anthony Garotinho é o candidato com maior índice de rejeição no estado: 65% dos entrevistados afirmaram que o conhecem, mas não votariam nele de jeito nenhum. Em seguida aparecem Wilson Witzel (51%), Eduardo Paes (40%) e Douglas Ruas (17%).

Por outro lado, Douglas Ruas é o menos conhecido entre os principais postulantes, com 71% dos eleitores afirmando não saber quem ele é. Paes é o mais conhecido do público: apenas 12% disseram não conhecê-lo, enquanto 48% afirmaram que o conhecem e votariam nele.
Desempenho nos segmentos do eleitorado

Eduardo Paes mantém a liderança em diferentes estratos sociais e demográficos. No cenário geral, tem 37% das intenções entre as mulheres e 39% entre os homens. Entre os jovens, sua vantagem chega a 34 pontos percentuais (42% contra 8% de Ruas e 7% de Garotinho), e entre os eleitores com 60 anos ou mais atinge 41% (contra 11% de Garotinho e 9% de Ruas).

No segmento religioso, Paes lidera entre os católicos com 45% das intenções de voto (Ruas tem 10% e Garotinho 8%). Entre os evangélicos, o ex-prefeito marca 31%, seguido por Garotinho (13%) e Ruas (9%).

Entre os eleitores independentes — sem alinhamento direto à direita ou esquerda —, Paes soma 39%, seguido por Ruas (8%) e Garotinho (5%). Já na divisão ideológica, enquanto domina a preferência da esquerda, Paes empata tecnicamente com Ruas na direita não bolsonarista (30% a 22%) e vive um empate técnico triplo no segmento bolsonarista (24% para Ruas, 20% para Paes e 13% para Garotinho, considerando a margem de erro do grupo).

Começa a convocação de mesários no RJ para as Eleições 2026

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quarta-feira, julho 08, 2026



O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) iniciou, nesta terça-feira (7), a convocação dos cerca de 150 mil mesárias(os) que trabalharão nas eleições gerais de outubro. A comunicação está sendo feita via WhatsApp, com o objetivo de orientar essas pessoas a acessarem o Sistema de Convocação Eletrônico do TRE-RJ, para obter a carta convocatória com as principais informações sobre o trabalho e instruções sobre o treinamento. Ao visualizar a carta convocatória a(o) mesária(o) confirmará a sua participação.

A convocação obriga o comparecimento aos trabalhos eleitorais, independentemente de o(a) eleitor(a) ter visualizado ou não a carta. A dispensa do serviço só ocorre se houver justificativa apresentada e aceita pela juíza ou juiz eleitoral.

As mensagens estão sendo enviadas pelo número oficial de WhatsApp do TRE-RJ, (21) 3436-9000, mas as Zonas Eleitorais também podem utilizar número próprio para mandar comunicados. Por isso, ao receber mensagens de outro número, a(o) mesária(o) deve consultar no sistema se o telefone efetivamente pertence à Zona Eleitoral. A Justiça Eleitoral alerta que as suas mensagens não contêm link.

A carta convocatória é o documento oficial emitido pela Justiça Eleitoral para notificar que uma pessoa foi escalada para trabalhar nas eleições. Ela serve tanto para quem se voluntariou, quanto foi selecionado pela Justiça Eleitoral. Na carta consta o cargo que a pessoa vai ocupar, como presidente de mesa, secretário, primeiro ou segundo mesário, a Zona Eleitoral, a seção e o endereço completo onde deve se apresentar, e as datas e links ou locais para a realização do treinamento obrigatório.

Quem for trabalhar em local diferente do qual vota pode solicitar a transferência temporária dos dias 20 de julho a 28 de agosto em qualquer Zona Eleitoral do estado ou pelo site do Tribunal, serviço que será disponibilizado nesse período.

BENEFÍCIOS

Além de contribuírem para o fortalecimento da democracia, as(os) mesárias(os) têm direito a folga em dobro por dia trabalhado e auxílio-alimentação de R$ 65 por turno eleitoral trabalhado. O exercício da função dá isenção de taxa em concursos estaduais, conforme previsto na Lei 9.421/21, e serve também como horas de atividades complementares, uma carga horária extracurricular obrigatória exigida para a conclusão da faculdade.

A ausência aos trabalhos no dia da votação deverá ser justificada em até 30 dias, sob pena de aplicação de multa de 50% a 100% do salário mínimo. E, se a(o) mesária(o) for servidor público, ele poderá ser suspenso por até 15 dias.

Pré-candidato, Eduardo Paes apresenta plano de segurança e endurece discurso contra o crime no Rio

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quarta-feira, abril 01, 2026


O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, utilizou suas redes sociais para detalhar as diretrizes de seu plano de segurança pública. A proposta apresentada é sustentada por três eixos principais: o enfrentamento direto às facções criminosas, o bloqueio do financiamento do crime organizado e o combate à corrupção nas estruturas do próprio Estado.

A manifestação do pré-candidato ocorre em um momento em que a administração estadual enfrenta desdobramentos de investigações policiais. Recentemente, a cúpula política do estado foi atingida pela prisão de cinco secretários e do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), todos investigados por suposto envolvimento com organizações criminosas.

Para Paes, a depuração das instituições é um passo necessário para a eficácia de qualquer plano de segurança. O pré-candidato afirmou que a postura do governo deve ser de autoridade diante de ameaças:

“O Estado não pode ser fraco. Se for ameaçado, vai reagir”, declarou no vídeo.
Além da repressão operacional, o plano enfatiza a necessidade de "sufocar" o lado econômico das quadrilhas. A estratégia prevê o monitoramento e o corte de fluxos de capitais que sustentam a compra de armamentos e a manutenção de territórios por grupos armados.

A abordagem técnica e estratégica tenta responder à crescente pressão da sociedade fluminense por soluções para a crise de segurança que afeta a capital e a região metropolitana. As propostas agora passam a integrar o debate eleitoral, enquanto a população aguarda o detalhamento das metas de curto e longo prazo.

Eduardo Paes lidera porém Márcio Canella surpreende em crescimento na disputa para o Governo do Rio em 2026, diz pesquisa

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quinta-feira, setembro 04, 2025


Uma nova pesquisa feita pelo Instituto Gerp e divulgada nesta quinta-feira (04), sobre a disputa pelo governo do Rio de Janeiro em 2026 aponta o atual prefeito da capital, Eduardo Paes, como líder. No entanto, o levantamento revela uma ascensão surpreendente do prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, que se destaca pelo crescimento em intenções de voto.

O estudo, divulgado recentemente, mostra que, embora Paes ainda mantenha uma vantagem considerável, a popularidade de Canella tem crescido de forma consistente em diferentes regiões do estado. O prefeito da Baixada Fluminense, que recentemente foi reeleito com uma expressiva maioria em sua cidade, tem se tornado um nome forte e viável para as próximas eleições.

A pesquisa reflete um cenário político em ebulição, com os eleitores buscando alternativas aos nomes já conhecidos. A ascensão de Canella, ligada aos altos índices de aprovação de sua gestão em Belford Roxo, indica um potencial de mudança no quadro político do estado.

Embora a corrida eleitoral ainda esteja em seus estágios iniciais, o desempenho de Canella já o coloca como um candidato a ser observado de perto nos próximos meses.

O prefeito de Belford Roxo apresenta grande ascensão no levantamento junto 1.100 eleitores, aparecendo na segunda colocação com 8% das intenções de votos. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), lidera com 48%.

O levantamento ouviu eleitores entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro, em todas as regiões do Estado, com margem de erro de 3 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95,5%.

Os números refletem o ótimo governo de grandes realizações do prefeito Márcio Canella, desde o início do ano, à frente de Belford Roxo, com reflexo na redução dos números expressivos nas áreas de Segurança Pública, com a queda dos crimes de roubos e furtos, retirada de barricadas, além da implementação de programas sociais importantes, como, o ônibus gratuito Tarifa Zero e o Café Amigo, servido gratuitamente no centro do município.

Levantamento Gerp

No levantamento com a presença do prefeito Canella, Eduardo Paes aparece com 48%, seguido por Canella (8%) e Garotinho (8%). O general Pazuello soma 6%, enquanto Washington Reis (3%), Rodolfo Landim (2%), Monica Benício (2%), Fabiano Horta (2%) e Marcelo Itagiba (1%) vêm em seguida. Entre os entrevistados, não sabem ou não responderam chegam a 9% e 13% disseram que não votariam em nenhum deles.

Em um novo cenário, com a inclusão do nome do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, Paes registra 49%, Guedes 8% e Canella aparece com 6%, empatado tecnicamente com Washington Reis (5%), Monica Benício (3%), Wilson Witzel (3%), Rodolfo Landim (2%), Marcelo Itagiba (1%) e Fabiano Horta (1%). Os que não sabem somam 9% enquanto 13% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.

Cenário espontâneo

Na pesquisa espontânea — quando o eleitor responde sem lista prévia de candidatos —, Paes aparece na frente com 15% e Canella em segundo lugar, com 1%. Outros nomes lembrados foram o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (PSD), o ex-governador Anthony Garotinho (sem partido), o ex-governador Wilson Witzel, o ex-prefeito Washington Reis, o dirigente do Flamengo Rodolfo Landim, o prefeito de Maricá Fabiano Horta (PT), a vereadora Monica Benício (PSOL), o deputado Dr. Luizinho (PP), o ex-ministro e atual deputado federal general Eduardo Pazuello (PL), o ex-ministro Paulo Guedes e outros nomes que não ultrapassaram 1% cada. A maioria absoluta (81%) declarou não ter candidato.

Jurista detalha o caminho que Bolsonaro deve percorrer na Justiça

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sexta-feira, março 21, 2025


No próximo dia 25, todas as atenções do Brasil estarão voltadas para o início do julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de tentativa de golpe de estado, tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito, organização criminosa armada, dano ao patrimônio público e dano ao patrimônio protegido. 

 A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), composta pelos ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux, analisará a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros 33 acusados.

A advogada criminalista e mestre em Direito Penal Jacqueline Valles detalha o percurso que Bolsonaro enfrentará a partir desta análise. “Este caso é um marco na jurisprudência brasileira. Estamos diante de um processo que testará os limites de nossas instituições democráticas", afirma. 

A jurista explica que, se a denúncia for aceita, Bolsonaro se tornará réu, e aí começará a verdadeira batalha legal. "Cada fase, da instrução ao julgamento final, será minuciosamente escrutinada. A defesa terá inúmeras oportunidades para contestar e recorrer, como deve ser quando o devido processo legal é observado e é isso que se espera deste julgamento", afirma.

Denúncia aceita: e agora?
Após a aceitação da denúncia, ocorre a citação dos réus, que terão prazo de 10 dias para apresentar resposta à acusação. Depois, o relator, ministro Alexandre de Moraes, analisará as respostas. “Ele poderá rejeitar a denúncia ou absolver sumariamente os réus, se for o caso”, comenta a criminalista.

O futuro do ex-presidente Jair Bolsonaro começa a ser decidido dia

A próxima fase é a instrução probatória com o depoimento de testemunhas e o interrogatório dos réus. "Todos os réus foram ouvidos na fase de investigação da Polícia Federal. Agora serão ouvidas novamente, desta vez diante da Justiça. É um caminho longo e meticuloso. Mesmo sendo um processo que já nasceu no STF, não podemos esperar uma resolução rápida", adverte a advogada, afirmando que não é possível estipular um prazo para que o julgamento final ocorra.

Novas diligências e provas

Concluída a instrução, as partes poderão requerer novas diligências que foram mencionadas durante a apresentação das provas. Após a produção dessas novas provas, deverão ser apresentadas as alegações finais por escrito. O prazo final para a apresentação é de 5 dias, iniciando pela acusação, e depois mais 5 dias para a defesa. "Este é o momento em que tanto a acusação quanto a defesa apresentarão suas conclusões. É uma etapa fundamental que pode influenciar decisivamente o voto do relator", observa.

O julgamento final do ex-presidente na Primeira Turma do STF será um momento histórico, já que Bolsonaro pode ser o primeiro ex-presidente a ser condenado por atentar contra a democracia no Brasil. Ainda assim, esse não será o capítulo final desta história. Jacqueline esclarece que, mesmo após a decisão, o caso está longe de terminar porque há uma série de recursos possíveis, desde embargos de declaração até potenciais recursos extraordinários.

Caminho até o trânsito em julgado

Após o julgamento dos embargos declaratórios, existe uma série de possibilidades recursais. Inicialmente, tanto a Procuradoria-Geral da República quanto a defesa podem interpor recurso de apelação ao Plenário do STF. Seguindo-se o julgamento da apelação, as defesas têm a opção de apresentar embargos declaratórios, embargos infringentes ou embargos de nulidade. Os embargos de declaração são usados para corrigir erros como omissão e contradição na decisão. Os embargos infringentes podem ser interpostos em processos onde há uma decisão não unânime de um tribunal colegiado e os embargos de nulidade visam corrigir vícios processuais que invalidam o processo.

Posteriormente, ambas as partes podem recorrer com agravo regimental ou agravo interno. O processo pode prosseguir com a interposição de recurso extraordinário ao Plenário do STF, seguido de novos embargos declaratórios e agravos. Apenas a defesa tem a prerrogativa de apresentar embargos infringentes ou de nulidade. Este complexo caminho recursal oferece múltiplas oportunidades para a revisão e contestação da decisão original. “O processo pode se estender por anos e, caso seja condenado, Bolsonaro só poderá ser preso após o trânsito em julgado”, completa a jurista.

Mais de 400 mil eleitores podem ter o título cancelado no estado do Rio

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quarta-feira, março 12, 2025


No estado do Rio de Janeiro, 400.916 eleitoras(es) deixaram de votar nas três últimas eleições consecutivas, não justificaram ou pagaram multa pela ausência às urnas. Essas pessoas terão o título eleitoral cancelado caso não regularizem a situação até dia 19 de maio. Para a Justiça Eleitoral, cada turno de um pleito é considerado uma eleição.

O site do TRE-RJ disponibiliza uma consulta que permite a verificação da situação eleitoral dos interessados.Basta clicar em “Consulta eleitoras e eleitores com inscrições passíveis de cancelamento por ausência nas três últimas eleições consecutivas" e, na página que abrir, clicar na opção sete, “Consultar situação eleitoral".

A cidade do Rio de Janeiro está com 168.362 pessoas passíveis de terem o título cancelado por ausência às urnas. Em seguida, vem São Gonçalo, com 18.472; Duque de Caxias, com 18.310; Nova Iguaçu, 16.471, e Niterói, com 11.765. Os dados completos estão disponíveis no site do TSE.

O Provimento 1/2025 da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral traz as diretrizes para o cancelamento de inscrições eleitorais de quem deixou de votar nas três últimas eleições seguidas. O documento orienta os tribunais regionais e os cartórios eleitorais sobre o procedimento de regularização da situação eleitoral.

Como regularizar?

A regularização do título pode ser feita das seguintes formas: presencialmente, comparecendo ao cartório eleitoral mais próximo nos dias úteis, das 11h às 19h; pelo atendimento on-line ou pelo aplicativo e-Título.

A ausência em cada turno da eleição gera uma multa no valor de R$3,51. O pagamento da multa pode ser feito por meio de emissão de boleto (Guia de Recolhimento), por Pix ou cartão de crédito.

A identificação no sistema da Justiça Eleitoral do pagamento via Pix ou Cartão de Crédito (pagamento instantâneo com PagTesouro) costuma ocorrer em poucos segundos. Já o pagamento por boleto demanda o prazo de compensação bancária, que pode levar até 48 horas úteis após o pagamento.

E quem estava no exterior?

Eleitores(as) que estavam fora do país no dia da eleição podem justificar ausência ao pleito até 30 dias após o retorno ao Brasil, de três maneiras: pelo app e-Título, pelo sistema Justifica, ou por meio do Requerimento de Justificativa, disponível no site do TRE-RJ, que deve ser enviado para qualquer cartório eleitoral, presencialmente, ou via correio.

O que acontece se o título for cancelado?

Quem não regularizar sua situação estará sujeito a uma série de restrições, como o impedimento para emitir passaporte, tomar posse em cargo público, renovar matrícula em instituição de ensino pública, além de emitir certidão de quitação eleitoral.

Fernanda Ontiveros se reelege prefeita de Japeri no primeiro turno

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domingo, outubro 06, 2024


Os munícipes de Japeri, na Baixada fluminense, reelegeram a Dra Fernanda Ontiveros (PT), no primeiro turno, com 39,43% dos votos.

Ela recebeu 22.686 votos válidos (39,43%), contra 28,82% do segundo colocado Helder (MDB), que ficou com 16.580 votos. Tiago Careca (PL), ficou com 23,87%, Zuzu do Açai (NOVO) com 5,25%, Dr Washington Advogado do Povo (DC) com 2,03% e Anderson da Farmácia (PDT) com 0,61%.

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Marina Rocha vence no primeiro turno e se reelege prefeita de Guapimirim

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Marina Rocha, do Agir, por decisão da população, foi reeleita em Guapimirim, na Baixada Fluminense, no primeiro turno.

Por volta das 19 horas, já havia 70% das urnas apuradas, onda a candidata a reeleição para a prefeitura, apresentava 87,33% dos votos, de acordo com apuração do Tribunal Superior Eleitoral, e, portanto, matematicamente já estava eleita.

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Em Nilópolis, Abraãozinho é reeleito prefeito no primeiro turno

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Ainda falando da Baixada Fluminense, o candidato Abraãozinho, do PL foi eleito prefeito de Nilópolis, no primeiro turno, com 56,74% dos votos, de acordo com apuração do Tribunal Superior Eleitoral.

Ele assume segue no executivo e comandará a cidade pelos próximos quatro anos.

Andrezinho Ceciliano é eleito prefeito de Paracambi, na Baixada

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Em 2025, a cidade de Paracambi, terá um novo prefeito na cadeira do executivo, por decisão da população da Baixada Fluminense.

Andrezinho Ceciliano (PT) foi eleito no primeiro turno, com 64,11% dos votos, de acordo com apuração do Tribunal Superior Eleitoral.

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Professor Lucas é reeleito prefeito de Seropédica, na Baixada Fluminense

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Com a maioria de votos, Lucas Dutra dos Santos, o Professor Lucas, do Partido Progressistas, garantiu sua reeleição em em Seropédica no pleito de 2024, na Baixada Fluminense.

Às 18h50, o professor já apresentava 67,01% dos votos, de acordo com apuração do Tribunal Superior Eleitoral, e, portanto, matematicamente já estava reeleito.

"Em nome do povo da nossa cidade, agradeço primeiro a Deus. Com imensa gratidão, recebo o resultado das urnas e a confiança que cada um de vocês depositou em mim para continuar nosso trabalho à frente da Prefeitura. Esta vitória não é apenas minha, mas de todo o povo de Seropédica, que acreditou em um futuro melhor para todos. Continuaremos na transformação da nossa cidade! Agradeço de coração a cada voto, ao apoio incondicional da minha esposa, Isabel Ribeiro, e de toda a população que demonstrou esperança e vontade de vencer com justiça e dignidade. O progresso não pode parar; o novo tempo vai continuar", disse em comemoração o executivo.

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Marotto é eleito prefeito de Mesquita, na Baixada Fluminense

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Mais uma cidade da Baixada Fluminense, elegeu seu representante na cadeira do executivo. Em Mesquita, Marotto (PL), que é apoiado por Jorge Miranda, venceu as eleições deste domingo, dia 6/10, com 75 49% dos votos, e até a publicação desta reportagem, já havia contabilizado 71.851 eleitores.

Já Gelsinho Guerreiro do Republicano, que já foi prefeito na cidade, teve 18,78% dos votos, levando 17.877 eleitores.

Em terceiro ficou Dr. Luiz Cláudio, do PT, com 4.986 votos (5,24%), seguido de Palo Lobato (PSB), com 470 votos (0,49%).

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Renato Cozzolino é reeleito prefeito de Magé no primeiro turno

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O candidato Renato Cozzolino, do PP, foi reeleito prefeito da cidade de Magé, na Baixada Fluminense, no primeiro turno.

Já com a apuração finalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral, com cerca de 70% das urnas apuradas, às 18h50, Cozzolino apresentava 88,41% dos votos, de acordo com apuração, e, portanto, matematicamente já estava eleito.

"Muito obrigado a todas as 125902 pessoas que confiaram no nosso projeto político e votaram nas urnas. Tenho certeza que vou honrar cada um de vocês". Disse ele.

Netinho Reis é eleito prefeito de Duque de Caxias no 1º turno

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Netinho Reis, do MDB, levou a maior votação de seus concorrentes e foi eleito prefeito da cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no primeiro turno.

A informação foi divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Com cerca de 97% das urnas apuradas, às 19h20, o político apresentava 53,93% dos votos, de acordo com apuração do Tribunal Superior Eleitoral, e, portanto, matematicamente já estava eleito.

Dudu Reina vence no 1º turno e é eleito prefeito de Nova Iguaçu

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O candidato Dudu Reina pelo PP-RJ foi o escolhido e garantiu a maioria dos votos válidos, sendo eleito prefeito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense no 1º turno.

O resultado foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite deste domingo (6/10).

Agora, dudu irá conduzir a cidade pelos próximos quatro anos, o comando da prefeitura com Doutora Roberta (PL-RJ), que é vice.

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24 pessoas são presas por compra de votos em Nilópolis, na Baixada Fluminense; mais de R$ 50 mil foi apreendido

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A Polícia Federal prendeu em flagrante 24 pessoas por tentativa de compra de votos, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Os presos atuavam na eleição municipal como cabos eleitorais de um candidato a Prefeito.

A ação dos policiais federais ocorreu deste o fim da noite de ontem, 5/10, em um imóvel utilizado pelo candidato para efetivar a compra dos votos. Após vigilância na frente do local, policiais federais avistaram aproximadamente 15 pessoas saindo do imóvel e efetivaram a abordagem, localizando na posse dos abordados dinheiro em espécie e relação com nome de eleitores.

Durante a busca realizada no local, os policiais apreenderam R$ 63.044,00, em espécie, um carro adesivado com propaganda do candidato e uma pistola com dois carregadores. Além disso, os policiais encontraram uma lista com nome de eleitores que supostamente receberiam para “vender” seus votos.

Os presos foram encaminhados à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro para lavratura do auto de prisão em flagrante. Eles poderão responder pelos crimes de associação criminosa, corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro.

Polícia investiga ação de encapuzados que vandalizaram materiais de campanha de Márcio Canella em Belford Roxo; VÍDEO

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terça-feira, outubro 01, 2024


A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a ação de encapuzados, que foram flagrados por câmeras de segurança, vandalizando materiais de campanha de Márcio Canella, candidato à prefeitura de Belford Roxo.

O caso aconteceu no Bairro Xavantes. A polícia já está com as imagens e tenta identificar autores do ataque. 

Durante a madrugada e no mesmo bairro, o candidato a prefeito Vinícius Crânio (PSOL) foi agredido também por encapuzados. A polícia também investiga o caso.

Ele mesmo fez a divulgação em suas redes sociais. Segundo ele, os homens são ligados a um vereador da região. Em nota, a Polícia Civil informou que testemunhas estão sendo ouvidas e diligências serão realizadas para apurar as denúncias.

Canella classificou o ato como um “verdadeiro ato de terror”, que desafia as leis e o Estado Democrático de Direito.



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