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Em todos os cenários, Paes aparece na frente na disputa pelo governo do RJ

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quarta-feira, maio 06, 2026



RIO DE JANEIRO –  A primeira pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos e registrada no TRE-RJ, mostra o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), isolado na liderança da disputa pelo Governo do Estado.

Mesmo diante de um ambiente político conturbado por crises institucionais e incertezas jurídicas sobre a sucessão fluminense, Paes abre a corrida com uma vantagem considerável sobre seus adversários.

O Cenário de Primeiro Turno

No principal cenário estimulado, Eduardo Paes aparece com 34% das intenções de voto. A disputa pela segunda vaga em um eventual segundo turno, no entanto, segue aberta e embolada.

O presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), ocupa o segundo lugar com 9%, seguido de perto pelo ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que soma 8%. Considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, ambos estão em situação de empate técnico.
O Peso do "Voto Branco" e dos Indecisos

Um dos dados mais relevantes do levantamento é o alto índice de eleitores sem candidato. Somados, os indecisos (20%) e os que optam por branco ou nulo (20%) representam 40% do eleitorado. Esse contingente de quatro em cada dez eleitores indica que a campanha ainda está em fase de maturação e que há um grande espaço para crescimento — ou rejeição — dos pré-candidatos.

A Quaest também testou cenários sem nomes tradicionais da política fluminense:
Sem Garotinho: Eduardo Paes sobe para 40%, enquanto Douglas Ruas vai a 10%.
Sem Witzel: Paes atinge 39% e Ruas chega a 11%.

Em ambos os casos, a ausência de nomes conhecidos beneficia diretamente o líder da pesquisa, mas pouco altera a posição de Douglas Ruas, que ainda busca consolidar sua imagem perante o eleitorado estadual.
Segundo Turno: Ampla Vantagem

Em uma simulação de confronto direto entre os dois nomes que hoje lideram a pesquisa, a distância aumenta. Eduardo Paes venceria com 49% das intenções de voto, contra 16% de Douglas Ruas. Nesse cenário, o número de brancos e nulos seria de 19%, com 16% de indecisos.

Análise: O resultado consolida Paes como o nome a ser batido. Para Douglas Ruas, o desafio nos próximos meses será converter sua influência na Alerj em conhecimento popular, tentando herdar os votos da direita e reduzir a rejeição ao governo atual.
Dados da Pesquisa

Período: 21 a 25 de abril.
Amostra: 1.200 entrevistas presenciais domiciliares.
Margem de erro: 3 pontos percentuais.
Registro no TRE-RJ: RJ-00613/2026.

Contratante: Genial Investimentos.

Douglas Ruas sobe o tom e cobra saída de desembargador para que ele assuma o governo do RJ

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quinta-feira, abril 30, 2026



RIO DE JANEIRO – Em um discurso no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o presidente da Casa, Douglas Ruas (PL), rompeu o silêncio e criticou duramente a permanência do desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), no cargo de governador interino.

A fala de Ruas marca o capítulo mais tenso da disputa pelo comando do Palácio Guanabara desde que o estado entrou em um vácuo sucessório. O parlamentar não poupou críticas à "indefinição jurídica" que mantém o magistrado no comando do Executivo e defendeu uma solução imediata por parte da Suprema Corte.

Ruas solicitou uma definição "célere" do Supremo Tribunal Federal sobre o caso. Para o deputado, a demora na decisão final sobre a sucessão estadual gera uma instabilidade que prejudica a gestão pública e os investimentos no estado. Ele quer assumir a cadeira imediatamente e pede a saída do então desembargador, que vem fazendo uma faxina ao identificar irregularidades e farras com o dinheiro publico. Já se passaram de mais de 800 demissões.

O parlamentar defendeu enfaticamente a realização de eleições diretas para o chamado "mandato-tampão". Segundo ele, o Rio de Janeiro não pode ser governado por um magistrado sem o crivo das urnas por um período prolongado.

Um dos momentos mais críticos do discurso foi o questionamento sobre a legitimidade das decisões tomadas por Ricardo Couto. Ruas sugeriu que medidas administrativas e decretos assinados pelo interino podem estar sob insegurança jurídica, dada a natureza provisória e técnica de sua ascensão ao cargo.

A atual crise se instaurou após o afastamento dos ocupantes da chapa original, o que levou o presidente do TJ-RJ a assumir o posto conforme a linha sucessória prevista na Constituição Estadual. No entanto, o que deveria ser uma transição breve transformou-se em um impasse que agora opõe o Poder Legislativo ao Judiciário fluminense.

A expectativa agora se volta para Brasília. O movimento de Douglas Ruas sinaliza que a Alerj não aceitará passivamente a manutenção do status quo. Aliados do presidente da Casa indicam que a Assembleia pode intensificar a pressão política caso o STF não paute o julgamento da ação que decidirá o futuro do governo do Rio nos próximos dias.

Até o fechamento desta reportagem, o Palácio Guanabara e o Tribunal de Justiça não haviam se manifestado oficialmente sobre as declarações do deputado.

Disputa pelo comando! Ministro mantém desembargador Ricardo Couto no governo do RJ após pedido de Douglas Ruas

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sexta-feira, abril 24, 2026

Foto direita: Bruno Dantas/Comunicação do TJRJ

RIO DE JANEIRO – Em uma decisão que mantém o tabuleiro político fluminense sob forte neblina, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para alteração no comando do Executivo do Rio de Janeiro. Com a canetada, Ricardo Couto permanece como governador em exercício, frustrando as expectativas de mudança imediata após a troca de comando na Assembleia Legislativa (Alerj).

A decisão de Zanin reforça o entendimento de que a recente eleição de Douglas Ruas para a presidência da Alerj não possui o condão de atropelar o rito já estabelecido pela Suprema Corte.

O ministro foi enfático ao pontuar que a permanência de Couto — que preside o Tribunal de Justiça e assumiu o cargo interinamente — não é fruto de uma vontade isolada, mas sim de uma decisão colegiada do plenário do STF.

O presidente do TJ-RJ deve seguir no cargo até que o mérito da questão seja definitivamente julgado. Não há necessidade de nova deliberação enquanto o julgamento principal estiver suspenso.

O cenário é de uma queda de braço institucional. De um lado, a Alerj buscou o ministro Luiz Fux, relator de outro processo correlato, defendendo que Douglas Ruas deveria ascender ao Palácio Guanabara por estar na linha sucessória natural como chefe do Legislativo.

Do outro, o STF sinaliza que o Rio de Janeiro vive uma excepcionalidade jurídica. Com o novo entendimento de Zanin, o movimento da Alerj perde tração e o atual arranjo institucional é blindado contra investidas políticas de curto prazo.

O futuro do estado permanece atrelado ao cronograma do Supremo. A grande questão que trava o Rio não é apenas quem governa agora, mas como será escolhido o próximo mandatário..

Douglas Ruas pede ao STF para assumir o governo do RJ e tirar desembargador da cadeira imediatamente

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O recém-eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Douglas Ruas (PL), protocolou um pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) exigindo assumir o comando do Palácio Guanabara de forma imediata.

O movimento visa desalojar o atual governador interino, o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), que ocupa a cadeira desde a renúncia de Cláudio Castro.

A petição, encaminhada ao gabinete do ministro Luiz Fux, relator da ADI 7.942, sustenta que a eleição de Ruas para a presidência da Alerj, ocorrida na última sexta-feira (17), altera a linha sucessória estabelecida.

Até então, o estado vivia uma dupla vacância: sem vice-governador e sem um presidente efetivo na Alerj que pudesse assumir o cargo. Por essa razão, a Constituição prevê que o chefe do Judiciário assuma o posto temporariamente. No entanto, a defesa de Ruas argumenta que:

A eleição da nova Mesa Diretora da Alerj encerra o vácuo legislativo.

Pela hierarquia constitucional, o Legislativo precede o Judiciário na linha sucessória do Executivo.

Segundo membros da alerj, a permanência do desembargador seria, agora, uma irregularidade diante da existência de um presidente da Assembleia apto ao cargo.

Gestão Couto: Faxina Administrativa sob Holofotes

Enquanto a disputa jurídica corre em Brasília, a gestão interina de Ricardo Couto tem sido marcada por um ritmo frenético de auditorias. Fontes do Palácio Guanabara indicam que o desembargador tem "aberto a caixa-preta" da administração estadual.

Desde que assumiu, Couto implementou medidas drásticas:

Exonerações em Massa: Demissão de cargos comissionados sem função técnica clara.

Extinção de Secretarias: Desmonte de pastas consideradas "cabides de emprego" e focadas em articulação política em detrimento da eficiência pública.

Investigação de Contratos: Levantamento de irregularidades em licitações firmadas em gestões anteriores.

Flávio Bolsonaro e ex-Prefeito de Belford Roxo se reencontram e reforçam aliança

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quarta-feira, abril 22, 2026


Em reunião realizada em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro (PL) confirmou apoio oficial à pré-candidatura de Marcio Canella (União Brasil) ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro.

O anúncio sela uma aliança entre o clã Bolsonaro e o ex-prefeito de Belford Roxo, que busca transpor sua influência da Baixada Fluminense para o cenário legislativo nacional.

Através de suas redes sociais, Flávio Bolsonaro reforçou a confiança na competência administrativa do aliado:

"Tenho certeza que Marcio Canella vai fazer um trabalho brilhante no Senado. O Brasil tem futuro", declarou o senador.

Com este movimento, Canella consolida sua posição como um dos nomes competitivos para as duas vagas que estarão em disputa no Senado em 2026, contando agora com a estrutura e o endosso direto da principal força de oposição no estado.

Motorista de app que adesivar carro de candidato pode ser multado em até R$ 30 mil

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domingo, abril 12, 2026


Com a proximidade do período eleitoral de 2026, motoristas que atuam no transporte de passageiros devem ficar atentos às restrições impostas pela legislação brasileira. O uso de veículos para a divulgação de candidatos é estritamente proibido em automóveis que prestam serviços ao público, mesmo que sejam veículos particulares.

Embora o carro pertença ao motorista, a legislação entende que, ao realizar o transporte de pessoas de forma contínua, o veículo exerce uma atividade de interesse coletivo. Por isso, durante a atividade, esses automóveis são caracterizados como bens de uso comum.

De acordo com diretrizes da Justiça Eleitoral, motoristas de aplicativos, vans e ônibus são considerados permissionários de serviço público. Essa classificação impede a exibição de qualquer material de campanha, como:

Adesivos (perfurados ou não);
Cartazes ou bandeiras;
Qualquer tipo de divulgação política visível.

Multas pesadas

O descumprimento dessas normas não gera apenas a obrigatoriedade de retirada do material, mas também penalidades financeiras pesadas. As multas estabelecidas variam de R$ 5 mil a R$ 30 mil, dependendo da gravidade e da reincidência.

"A regulamentação busca preservar a neutralidade no ambiente de prestação de serviços e evitar que o usuário seja influenciado indevidamente durante seus deslocamentos", afirmam especialistas em Direito Eleitoral.

A Justiça Eleitoral conta com o apoio da população para fiscalizar o cumprimento das regras. Qualquer cidadão que identificar irregularidades pode realizar uma denúncia em tempo real.

Atualmente, a principal ferramenta para isso é o aplicativo Pardal, disponibilizado gratuitamente pela Justiça Eleitoral. Por meio dele, é possível enviar fotos e a localização de veículos que estejam circulando com propaganda irregular.

Prefeito de Magé, Renato Cozzolino, renuncia para disputar vaga de deputado federal

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segunda-feira, abril 06, 2026


A cidade de Magé, na Baixada Fluminense, terá uma troca oficial no comando do Poder Executivo nesta semana. A vice-prefeita Jamille Cozzolino será empossada como prefeita na próxima quinta-feira (9). A solenidade de posse ocorrerá na Câmara de Vereadores, em horário que ainda será confirmado pela casa legislativa.

Sucessão em Família

Jamille assume o posto em substituição ao seu irmão, Renato Cozzolino Harb. Reeleito no pleito de 2024 com aproximadamente 90% dos votos válidos. Renato decidiu interromper o mandato para dar início a um novo projeto político.

O pedido de desincompatibilização foi formalizado por meio de uma carta-renúncia, protocolada no último dia 1º. O documento é uma exigência da legislação eleitoral para que ocupantes de cargos executivos possam concorrer a outras funções em outubro.

Planos Políticos

Com a saída da prefeitura, Renato Cozzolino já confirmou sua pré-candidatura ao cargo de deputado federal pelo Progressistas (PP).

Desta forma, Jamille, que foi eleita como vice-prefeita na chapa de 2024, passará a comandar a administração municipal de Magé de forma definitiva. A expectativa agora gira em torno da composição do novo secretariado e das prioridades que a nova prefeita deve imprimir à gestão a partir desta semana.


Pré-candidato, Eduardo Paes apresenta plano de segurança e endurece discurso contra o crime no Rio

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quarta-feira, abril 01, 2026


O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, utilizou suas redes sociais para detalhar as diretrizes de seu plano de segurança pública. A proposta apresentada é sustentada por três eixos principais: o enfrentamento direto às facções criminosas, o bloqueio do financiamento do crime organizado e o combate à corrupção nas estruturas do próprio Estado.

A manifestação do pré-candidato ocorre em um momento em que a administração estadual enfrenta desdobramentos de investigações policiais. Recentemente, a cúpula política do estado foi atingida pela prisão de cinco secretários e do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), todos investigados por suposto envolvimento com organizações criminosas.

Para Paes, a depuração das instituições é um passo necessário para a eficácia de qualquer plano de segurança. O pré-candidato afirmou que a postura do governo deve ser de autoridade diante de ameaças:

“O Estado não pode ser fraco. Se for ameaçado, vai reagir”, declarou no vídeo.
Além da repressão operacional, o plano enfatiza a necessidade de "sufocar" o lado econômico das quadrilhas. A estratégia prevê o monitoramento e o corte de fluxos de capitais que sustentam a compra de armamentos e a manutenção de territórios por grupos armados.

A abordagem técnica e estratégica tenta responder à crescente pressão da sociedade fluminense por soluções para a crise de segurança que afeta a capital e a região metropolitana. As propostas agora passam a integrar o debate eleitoral, enquanto a população aguarda o detalhamento das metas de curto e longo prazo.

Canella vai deixar Prefeitura de Belford Roxo nesta semana; Mariana Malta assume o comando da cidade

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terça-feira, março 31, 2026


O prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), deixará o comando do Executivo municipal nesta quinta-feira (2/4). A saída antecipada faz parte de sua estratégia política para viabilizar sua pré-candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026.
Movimentação Política

A renúncia de Canella cumpre os prazos legais de desincompatibilização, necessários para que ocupantes de cargos majoritários possam disputar novos pleitos. Desde o início de 2026, o nome do prefeito vinha sendo ventilado nos bastidores como um dos principais articuladores do União Brasil para a disputa ao Senado pelo estado do Rio de Janeiro.

A transição abre caminho para a vice-prefeita Mariana Malta, que assume o comando de uma das cidades mais populosas da Baixada Fluminense, com quase 500 mil habitantes.

A nova gestora de Belford Roxo possui sólida formação acadêmica e experiência na administração pública. Formada em Direito e com pós-graduação concluída em 2016, ela atualmente se especializa em Direito Público e Privado.

Sua trajetória no serviço público começou em 2017, com atuação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ). Durante sete anos, trabalhou diretamente com Márcio Canella, período em que adquiriu vivência na gestão estatal e consolidou seu compromisso com as demandas da população Belforroxense. Em 2025, foi eleita vice-prefeita, cargo que ocupou até este momento de transição.

A nova prefeita reafirmou que o foco de sua administração será a continuidade das políticas públicas prioritárias estabelecidas em conjunto com a gestão de Canella. Entre os pilares do plano de governo que seguem como metas principais estão:

Saúde: A conclusão e entrega do Hospital da Mulher e a garantia do pleno funcionamento do Hospital Albert Sabin.

Educação: A ampliação do número de creches no município, visando atender à crescente demanda por vagas.

Defesa dos Direitos das Mulheres: A promoção de políticas públicas cada vez mais inclusivas e eficazes para proteger e empoderar a população feminina.

A nova gestão conta com o suporte do partido União Brasil e mantém uma forte articulação política junto ao governo estadual e parlamentares federais. Esse alinhamento é visto como estratégico para assegurar a captação de recursos e investimentos necessários para o desenvolvimento contínuo da infraestrutura e dos serviços básicos de Belford Roxo.

Canella, que acumula passagens pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e venceu o pleito municipal em 2024 ainda no primeiro turno com ampla margem de votos, deve intensificar sua agenda política pelo estado nas próximas semanas, focando em fortalecer sua base e ampliar o diálogo com outros partidos.

Confirmado! Justiça anula eleição de Douglas Ruas para a presidência da Alerj

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quinta-feira, março 26, 2026


A desembargadora Suely Lopes Magalhães, presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), anulou a sessão que elegeu o deputado estadual Douglas Ruas (PL) como novo presidente da Assembleia Legislativa (Alerj).

A decisão trava, momentaneamente, a linha de sucessão que permitiria ao parlamentar assumir o comando do Governo do Estado após a renúncia de Cláudio Castro.
A "Cronologia Lógica" da Justiça

O principal argumento da magistrada é que a eleição interna na Alerj ocorreu de forma precoce. Segundo a desembargadora, a escolha do novo presidente só pode ser realizada após a retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

Essa recontagem é fundamental para definir a composição oficial da Casa, garantindo que o "colégio eleitoral" (o grupo de deputados que vota) seja legítimo e atualizado conforme as decisões judiciais recentes.

"A cronologia lógica a ser observada [...] é inequívoca: primeiro retotalizar os votos, para assegurar a legitimidade da composição da Casa Legislativa e, assim, a higidez do colégio eleitoral e do próprio sufrágio interno que se avizinha; e só então deflagrar o processo eleitoral", afirmou a desembargadora na decisão.

O que acontece agora?

Com a suspensão da sessão, os próximos passos do governo e da legislatura estadual dependem do calendário da Justiça Eleitoral:

Terça-feira: Previsão para que o TRE-RJ realize a retotalização oficial dos votos.

Após a retotalização: A Alerj poderá convocar uma nova sessão para eleger seu presidente de forma definitiva e segura juridicamente.

Governo do Estado: Enquanto a presidência da Alerj não é definida conforme os ritos exigidos pelo TJRJ, o estado permanece sob expectativa de quem assumirá oficialmente o cargo vago por Cláudio Castro.

A decisão reforça o clima de incerteza institucional no Rio de Janeiro, exigindo que o legislativo estadual aguarde a validação da Justiça Eleitoral para garantir a "higidez" do processo de escolha do novo chefe do Executivo.

Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj, mas TJ pode anular eleição relâmpago; entenda

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O cenário político do Rio de Janeiro vive um dia decisivo nesta quinta-feira. O Tribunal de Justiça do Estado (TJRJ) pode anular a "eleição relâmpago" que conduziu o deputado estadual Douglas Ruas (PL) à presidência da Assembleia Legislativa (Alerj). O caso está sob análise da desembargadora Suely Lopes Magalhães, presidente em exercício do tribunal.

A magistrada avalia dois pedidos de liminar: um protocolado pelo PSD, partido do ex-prefeito Eduardo Paes, e outro pelo PDT, da deputada estadual Martha Rocha. Os partidos argumentam que o processo eleitoral interno da Alerj foi ilegal pelos seguintes motivos:

Não teria havido o respeito ao tempo mínimo necessário para a formação e registro de chapas.

A eleição não esperou a retotalização dos votos para deputado estadual, necessária após a cassação de Rodrigo Bacellar (União Brasil).

A decisão da Justiça terá efeito imediato em quem comanda o estado. Atualmente, o desembargador Ricardo Couto ocupa interinamente o cargo de governador, já que o Rio está sem vice-governador e o posto de presidente da Alerj estava vago.

Cenário A: A eleição é anulada
Douglas Ruas deixa a presidência.
A Alerj volta ao comando do vice-presidente da casa, Guilherme Delaroli (PL).
Ricardo Couto permanece como governador em exercício até a eleição indireta.

Cenário B: A eleição é mantida
Douglas Ruas assume oficialmente a presidência da Alerj.

Pela linha sucessória, ele passa à frente do desembargador e fica apto a assumir o governo imediatamente.

Neste caso, o Rio de Janeiro atingiria a marca histórica de três governadores em apenas quatro dias: Cláudio Castro (que renunciou na segunda-feira), Ricardo Couto (interino) e, por fim, Ruas.

Enquanto o Judiciário decide, o clima nos bastidores é de alta tensão. A movimentação para a eleição de Ruas foi vista como uma tentativa célere de manter o grupo político do ex-governador Cláudio Castro no poder. Paralelamente, no cenário nacional, o apoio à base de Castro sofre abalos; o governador do Paraná, Ratinho Júnior, teria recuado em seus apoios políticos na região sob pressão de lideranças como Flávio Bolsonaro.

A Alerj aguarda a notificação oficial do Tribunal de Justiça, o que deve ocorrer ainda no decorrer do dia.

Castro vai deixar o Governo do Estado nesta segunda (23)

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domingo, março 22, 2026



O governador Cláudio Castro (PL) confirmou sua saída do cargo, em uma estratégia traçada para tentar preservar seus direitos políticos. A decisão ocorre apenas 24 horas antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomar, na terça-feira (24), o julgamento que pode resultar em sua cassação.

A renúncia, articulada após dias de intensas negociações, visa esvaziar a motivação do processo no TSE. Aliados de Castro acreditam que deixar o posto voluntariamente antes da conclusão do julgamento pode afastar o risco de inelegibilidade, permitindo que ele mantenha seus planos eleitorais para este ano.

Com a vacância do cargo, o estado passará por uma eleição indireta. Caberá aos deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) eleger um novo governador para um "mandato-tampão", que administrará o Rio até a posse do eleito nas eleições gerais de outubro.

Nos bastidores, o clima é de insatisfação. Interlocutores afirmam que Castro demonstrou forte incômodo com lideranças do PL. Na avaliação do agora ex-governador, o partido não se empenhou como deveria na articulação de sua defesa junto aos ministros do TSE.

Castro chegou a cogitar permanecer no cargo para dificultar composições políticas da chapa no estado, mas cedeu ao entendimento de que a saída antecipada produz melhores efeitos políticos imediatos.

Apesar do revés jurídico, Cláudio Castro mantém a intenção de disputar uma vaga no Senado Federal.

Plano A: Disputar a eleição com pleno direito após a renúncia.

Plano B: Caso venha a ser condenado pelo TSE, a defesa estuda manter a candidatura sub judice (sob análise judicial) enquanto recorre das instâncias superiores.

O Palácio Guanabara agora aguarda os ritos da Alerj para a definição do sucessor provisório, enquanto o mundo político volta os olhos para Brasília, onde o desfecho do julgamento de terça-feira definirá o tom da campanha eleitoral fluminense.

Justiça manda bloquear R$ 60 milhões de Waguinho, ex-prefeito de Belford Roxo

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segunda-feira, março 02, 2026



O ex-prefeito Wagner Dos Santos Carneiro, o Waguinho (Republicanos), teve R$ 60 milhões em ativos financeiros, imóveis e veículos bloqueados por determinação da 2ª Vara Cível da comarca. A medida cautelar é fruto de uma ação civil pública movida pela atual administração municipal, chefiada pelo prefeito Márcio Canella (União).

A acusação central gira em torno de supostos atos de improbidade administrativa que teriam causado um prejuízo vultoso aos cofres públicos. Segundo o processo, a gestão de Waguinho teria interrompido deliberadamente os pagamentos de parcelamentos junto ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do município.

Essa inadimplência previdenciária, além de comprometer a saúde financeira do instituto que atende os servidores, foi um dos pilares que levou à reprovação das contas do ex-prefeito referentes ao exercício de 2022.

Além da falta de repasses acordados, a ação detalha manobras financeiras atípicas que teriam ocorrido na reta final do mandato anterior:

"Farra do PIX": Suspeita de transferências diretas de recursos do Instituto de Previdência para cerca de 600 pessoas. O agravante é que esses beneficiários não possuíam qualquer vínculo (seja como servidores ativos ou pensionistas) com a prefeitura. As movimentações teriam ocorrido às vésperas das eleições de 2024.

Colapso Financeiro: A interrupção dos repasses teria sido usada para aliviar o caixa da prefeitura de forma irregular, gerando uma dívida em cascata para as próximas gestões.
Futuro Político em Jogo

A ofensiva jurídica de Márcio Canella não visa apenas a recuperação do erário. O pedido principal no julgamento do mérito inclui:

Ressarcimento Integral: Devolução dos R$ 60 milhões aos cofres municipais.


Inelegibilidade: A suspensão dos direitos políticos de Waguinho por 12 anos.

Caso a condenação seja confirmada em instâncias definitivas, o ex-prefeito poderá ficar impedido de disputar qualquer cargo eletivo até meados da próxima década, alterando drasticamente o tabuleiro político da Baixada Fluminense.

Até o fechamento desta reportagem, a defesa de Wagner Carneiro não havia se manifestado oficialmente sobre a liminar. O espaço segue aberto para o contraditório.

Eleições 2026: PP, PL e União Brasil fecham "superchapa" para o Governo do Rio e Senado

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quinta-feira, fevereiro 26, 2026


Em uma movimentação estratégica, as cúpulas nacionais e regionais do PP, PL e União Brasil oficializaram a aliança que disputará o comando do Estado do Rio de Janeiro nas eleições deste ano. A chapa terá como cabeça o atual secretário estadual das Cidades, Douglas Ruas, tendo como vice o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa.

Para as duas vagas em disputa no Senado Federal, o grupo confirmou o nome do atual prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, como um dos representantes da coligação.
Articulação em Brasília

A costura política foi conduzida pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, que destacou a experiência e o alinhamento ideológico do grupo.

"A ideia da chapa é reunir políticos com o mesmo alinhamento e experiência. Todos aqui estão saindo da zona de conforto para compor e resolver os problemas do país", afirmou Flávio Bolsonaro.

A indicação de Márcio Canella para o Senado foca no peso político da Baixada Fluminense na chapa. Em sua fala, Canella demonstrou entusiasmo com a missão e garantiu que a nova empreitada fortalecerá sua base eleitoral.

"Fico feliz por fazer parte desse time. A população de Belford Roxo pode ter certeza que eu jamais irei abandonar o município. Esse fechamento político irá fortalecer ainda mais a nossa cidade", destacou o prefeito, que confirmou o lançamento oficial da chapa para o mês de março, na capital fluminense.

A reunião que selou o acordo contou com figuras centrais da política nacional, incluindo:

Valdemar Costa Neto (Presidente Nacional do PL);


Antonio Rueda (Presidente Nacional do União Brasil);


Doutor Luizinho (Deputado Federal e liderança do PP).

A expectativa agora se volta para o evento de lançamento em março, onde o grupo deve apresentar as diretrizes do plano de governo e a estratégia para percorrer o interior do estado.

Eduardo Paes anuncia que vai deixar a prefeitura dia 20 de março para disputar o Governo do Rio em 2026

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segunda-feira, fevereiro 02, 2026



RIO DE JANEIRO – O cenário político fluminense teve uma movimentação decisiva. O prefeito Eduardo Paes (PSD) anunciou publicamente que renunciará ao comando da capital no dia 20 de março. O objetivo é claro: lançar-se oficialmente na disputa pelo cargo de governador do Estado do Rio de Janeiro nas eleições de 2026.

O anúncio, feito em um tom informal durante visita a um bar tradicional da Zona Norte, confirmou o que já era dado como certo nos bastidores do PSD.

A escolha da data não é por acaso. Em janeiro, durante reunião do diretório estadual do partido, Paes já havia sinalizado a correligionários a intenção de deixar o cargo em março para se dedicar integralmente à pré-campanha.

Nas últimas semanas, o prefeito passou a admitir abertamente o caráter eleitoral de seus compromissos no interior.

A saída antecipada em 20 de março abre caminho para uma transição no comando da Prefeitura do Rio. Enquanto Paes busca transformar sua gestão na capital em um palanque competitivo para o Palácio Guanabara, o governo municipal passará por ajustes para garantir a continuidade dos projetos em curso.

A aposta do PSD é que a saída permita ao atual prefeito consolidar alianças antes que o calendário oficial das eleições pressione os prazos de desincompatibilização, garantindo fôlego para enfrentar a disputa estadual.

Justiça proíbe Garotinho de publicar acusações contra Canella, prefeito de Belford Roxo

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sexta-feira, janeiro 30, 2026


A disputa judicial entre o ex-governador Anthony Garotinho e o prefeito de Belford Roxo, Marcio Canella, ganhou um novo capítulo. A juíza Patricia Fernandes de Souza Brasileiro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decidiu manter e expandir uma liminar que proíbe Garotinho de divulgar ou replicar conteúdos acusatórios e ofensivos contra o prefeito em qualquer rede social ou plataforma digital.

Entenda o Caso

A ação foi movida por Canella após Garotinho publicar postagens associando o nome do prefeito a facções criminosas sem apresentar provas. A defesa de Canella sustenta que tais afirmações extrapolam o debate político e causam danos severos à honra, imagem e reputação do político.

Anteriormente, a Justiça já havia fixado uma multa diária de R$ 10 mil (limitada a R$ 100 mil) para que o réu interrompesse os ataques. No entanto, o prefeito informou ao juízo que as ofensas persistiram, o que motivou o pedido de endurecimento da medida.

Ao manter a tutela antecipada, a magistrada reforçou que a ordem e destacou que a medida não configura censura prévia genérica, mas sim uma ação pontual para cessar condutas lesivas comprovadas no processo.

Garotinho deve remover posts antigos com o mesmo teor e está proibido de imputar crimes falsos ao prefeito. Para garantir que o réu tome ciência imediata, a magistrada autorizou a citação oficial por meio do WhatsApp.

Em nota oficial, o prefeito não poupou críticas ao ex-governador e anunciou que pretende intensificar a ofensiva jurídica.

"Confio na Justiça do nosso país. Estou entrando com outra ação, desta vez criminal, e pedindo a prisão dele", declarou Canella, referindo-se a Garotinho com termos pesados e acusando-o de tentar obter benefícios políticos através de extorsão contra a classe política.

O processo continua em tramitação sob o número 0923040-07.2025.8.19.0001, e o ex-governador deverá cumprir as determinações sob pena de novas sanções financeiras.

Canella, prefeito de Belford Roxo quer a vaga no Senado

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sexta-feira, janeiro 09, 2026



O cenário para as eleições de 2026 no Rio de Janeiro ganha um novo capítulo. O prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), está oficialmente "de olho" em uma das duas vagas que serão abertas para o Senado Federal.

Dentro das articulações da direita fluminense, a primeira vaga é especulada para o atual governador Cláudio Castro, que também deve entrar na disputa pela vaga. Canella, agora, surge como o nome favorito para ocupar a segunda posição na chapa majoritária, consolidando um bloco de peso no estado.

O prefeito conta com um domínio político expressivo na Baixada Fluminense, região com um dos maiores colégios eleitorais do estado. Ele acredita que consegue a cadeira.

O respaldo direto de Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, o que garante fôlego financeiro e político à sua pré-candidatura. Ele é visto como o nome para dar solidez e capilaridade à direita em áreas periféricas e densamente povoadas.

Em declaração reservada, Canella adotou um tom diplomático, mas firme, sobre suas intenções. Ele afirmou que, caso seu nome seja considerado útil para fortalecer o projeto da direita no Rio, ele estará "totalmente à disposição" para a disputa.

A entrada de Canella na corrida pelo Senado altera a dinâmica das negociações, pressionando outros aliados e forçando a reorganização de chapas que já estavam em estágio inicial de montagem. Com sua popularidade em alta, o prefeito de Belford Roxo prova que não pretende ser apenas um coadjuvante no pleito de 2026.

Canella rompe barreiras, ganha visibilidade no estado e aparece em pesquisa para Governo do RJ

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domingo, dezembro 21, 2025


O cenário político para 2026 acaba de ganhar um novo protagonista. Márcio Canella (União), prefeito de Belford Roxo, está rompendo as fronteiras da Baixada Fluminense e se consolidando como um nome competitivo para o Palácio Guanabara. Conhecido pelo apelido de "Prefeito Tira Barricada", Canella colhe os frutos de uma gestão focada em segurança e infraestrutura, ganhando visibilidade em todo o estado.

Levantamentos recentes mostram que Canella já figura entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado. Em uma simulação de segundo turno contra o atual prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), Canella aparece com 20,4% das intenções de voto. O número é visto por analistas como um excelente ponto de partida, considerando a projeção estadual de seu oponente.

O grande trunfo de Canella, porém, reside na sua baixíssima rejeição:

  • Márcio Canella: Apenas 4,8% de rejeição (o menor índice entre os nomes testados).

  • Eduardo Paes: 29,4% de rejeição.

Essa margem positiva indica um enorme potencial de crescimento, já que o nome do prefeito de Belford Roxo ainda encontra pouca resistência entre os eleitores de outras regiões.

O "Modelo Canella" e a Aliança com Cláudio Castro

Outro fator que impulsiona a candidatura é a sua forte conexão com o atual governador Cláudio Castro (PL). A associação entre os dois registra impressionantes 90% de aprovação.

A estratégia de Canella no combate ao crime organizado — focada na retirada sistemática de barricadas em comunidades — não apenas rendeu popularidade, como virou referência para o Governo do Estado. O modelo serviu de base para a criação de uma força-tarefa que agora une diversos municípios da Região Metropolitana.

 Dados da Pesquisa

  • Amostra: 1008 entrevistados em 76 cidades do Rio de Janeiro.

  • Período: 8 a 10 de dezembro de 2025.

  • Margem de erro: 3,1% (confiabilidade de 95%).

Com uma gestão bem avaliada e um discurso focado em resultados práticos, Márcio Canella se posiciona como a "grande surpresa" que promete movimentar as articulações políticas nos próximos meses.

Câmara de Seropédica devolve cheque para a prefeitura

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quinta-feira, dezembro 18, 2025



A ação que teve como inciativa pelo presidente da casa, o vereador Bruno do Depósito (PRD), aconteceu no plenário Ézio Cabral, onde, junto dos seus pares, também, vereadores, o presidente fez a entrega intitulado como "Cheque do Povo" e explicou como este efeito inédito ocorreu:

- "Eu estou no meu terceiro mandato, o meu primeiro foi de muito aprendizado e no segundo eu puder acompanhar de perto o trabalho administrativo aqui na Câmara. Neste terceiro, eu tive a honra de estar presidente e toda a experiência e em conversa com os meus pares decidimos fazer diferente, decidimos economiza; cortar na carne, cortar custos para fazer essa devoluçãono final do ano ao município de Seropédica", disse.

Ainda de acordo com o presidente, o planejamento começou por cortes em contratos altos e redução na folha de despesas, onde o impacto será diretamente a população:

- "Nós tiramos alguns contratos altos que existiam na Câmara Municipal e sem fundamento, como o aluguel de um terreno para estacionamento e com um valor altíssimo; reduzimos o nosso quadro pessoal e daí começamos a fazer um reajuste financeiro e com austeridade fiscal para podermos ter um saldo positivo e financeiro no final do ano. Esse valor terá um impacto positivo na cidade, pois, a prefeitura tem carta branca para fazer o uso onde achar pertinente, seja na saúde, na educação, nos serviços públicos e afins", falou Bruno do Depósito.

Também presente na cerimônia de entrega, a vereadora e segunda Secretária da mesa diretora, Luciana Alves (PMB), falou sobre a ação importante da presidência da Câmara:

- "Quero parabenizar o Bruno do Depósito, que hoje é o presidente desta casa, um presidente que tem somado. Foi uma economia histórica, nunca houve isso na cidade de Seropédica a Câmara de Vereadores nunca devolveu quatro milhões trezentos e noventa mil, esse dinheiro vai ser aplicado nas necessidades do nosso município e assim beneficiando toda a população. Parabéns, presidente!", concluiu a vereadora.

Márcio Canella entra no Radar para disputa pelo Governo do Rio após prisão de Rodrigo Bacellar

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quinta-feira, dezembro 04, 2025



A turbulência política no Rio de Janeiro, marcada pela prisão e investigação do presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), investigado por suposto vazamento de informações da Polícia Federal, reconfigurou o tabuleiro eleitoral para 2026.

Com o desgaste de Bacellar, que era um nome já cotado na federação União Progressista (União Brasil + PP), o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, surge com força inegável, emergindo como o principal ativo do partido para a disputa pelo Governo do Estado.

Nos bastidores, o nome de Canella, que ostenta altos índices de popularidade em seu município, é visto pela retaguarda política como um candidato viável e valioso para consolidar uma chapa competitiva. Sua ascensão é diretamente proporcional à crise de Bacellar.

O prefeito de Belford Roxo se destaca agora em meio a outros potenciais nomes, como Washington Reis e Rogério Lisboa. A movimentação de Lisboa, que precisaria deixar o PP para se unir ao grupo do prefeito do Rio, Eduardo Paes, apenas adiciona mais complexidade ao panorama, sublinhando a importância estratégica da candidatura de Canella.

Com base sólida na Baixada Fluminense e um crescimento repentino no cenário estadual, Márcio Canella se consolida como um pré-candidato que deve ser peça chave nas articulações para as eleições de 2026.

A prisão do presidente da Alerj, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), baseia-se em acusações graves de que o parlamentar teria vazado informações sigilosas.
As Acusações Centrais

Bacellar é suspeito de ter repassado dados confidenciais da Operação Zargun, deflagrada em setembro, que culminou na prisão do então deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias.

Vazamento de Informações: Segundo a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR), Bacellar teria alertado TH Joias sobre a iminência da operação policial.


Obstrução de Justiça: O vazamento teria permitido que TH Joias tomasse medidas para frustrar a ação, como esvaziar seu imóvel, trocar de aparelho celular e se desfazer de objetos. Investigações apontam que conversas indicavam um plano logístico que incluía a retirada de bens da residência do alvo.


Ligação com Crime Organizado: A Operação Zargun investigava TH Joias por ser um suposto braço político da facção criminosa Comando Vermelho (CV), intermediando a compra de fuzis, drogas e equipamentos antidrones para o Complexo do Alemão. A decisão do STF aponta a gravidade da infiltração do crime organizado no poder público.


Crimes Investigados: Bacellar é investigado por crimes como organização criminosa, obstrução de justiça, violação de sigilo funcional e fraude processual.
Contexto da Prisão e Defesa

A prisão de Bacellar ocorreu na sede da PF no Rio de Janeiro, em uma estratégia para evitar a espetacularização. Além do mandado de prisão preventiva, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao político, incluindo seus gabinetes.

Dinheiro Apreendido: Nas buscas no veículo oficial do presidente da Alerj, a PF apreendeu R$ 90.840,00 em espécie.


Posicionamento da Defesa: A defesa de Rodrigo Bacellar nega veementemente as acusações, alegando que o parlamentar não agiu para obstruir investigações ou vazar informações. Os advogados afirmam que Bacellar prestou todos os esclarecimentos necessários à PF.
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