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Debandada no PL: PP prepara ato formal para Pedro Paulo e consolida migração para o palanque de Eduardo Paes

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quinta-feira, agosto 13, 2026



RIO DE JANEIRO — O processo de esvaziamento da aliança ao redor de Douglas Ruas (PL) ganhou novos desdobramentos e consolida uma guinada estratégica no tabuleiro político fluminense. O Progressistas (PP), sigla que até pouco tempo integrava a base de sustentação do pré-candidato do PL ao Palácio Guanabara, prepara para esta quinta-feira (13/08) um evento oficial de apoio à candidatura de Pedro Paulo (PSD) ao Senado Federal.

A iniciativa estende a reaproximação com o grupo de Eduardo Paes (PSD) também para a disputa legislativa, selando o desembarque prático de lideranças expressivas do PP do projeto bolsonarista no estado. Paes sai ainda mais forte na Baixada.

A virada de chave ganhou contornos públicos nesta quarta-feira (12/08), durante agenda em Nova Iguaçu. O prefeito Dudu Reina (PP) e o ex-prefeito Rogério Lisboa (PP) formalizaram o alinhamento à pré-candidatura de Eduardo Paes. O encontro, realizado de forma informal em uma padaria do município, contou com a presença de Pedro Paulo e simbolizou o peso que o eleitorado da Baixada Fluminense terá na reconfiguração das forças eleitorais.

O movimento no segundo maior colégio eleitoral do estado ocorre poucas semanas após o início da pré-campanha, quando o PP ainda ocupava papel de destaque na articulação ao lado de Douglas Ruas.

Nos bastidores, o presidente estadual da agremiação, deputado federal Dr. Luizinho, figura como um dos principais articuladores desse reposicionamento. Com a realização do ato direcionado ao Senado, o PP formaliza a migração de bloco, transformando declarações isoladas de apoio em um movimento institucional que reconfigura as coligações estaduais a poucas semanas do pleito.

Eduardo Paes amplia tom em debate sobre regras para operações policiais no Rio

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segunda-feira, agosto 10, 2026



RIO DE JANEIRO — O ex-prefeito do Rio e pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Paes (PSD), buscou espaço nas discussões sobre a revisão das diretrizes do Supremo Tribunal Federal (STF) para operações policiais em comunidades — pauta sobre a qual já manifestava posicionamentos críticos mesmo durante sua gestão à frente da Prefeitura da capital, quando o setor não integrava suas atribuições diretas.

Em pronunciamentos anteriores, Paes classificava as restrições impostas às forças de segurança como um "elemento de constrangimento" para a atuação policial em áreas de conflito.

O julgamento da pauta pelo STF foi concluído em 3 de abril de 2025, fixando novas regras para intervenções em áreas periféricas e determinando a participação da Polícia Federal em investigações que apurem conexões entre o crime organizado, agentes públicos e quadros da política estadual.

Na avaliação de Paes, as adequações estabelecidas pela Corte abriram margem para o avanço de apurações que culminaram em desdobramentos de impacto na política fluminense, resultando nas prisões de figuras como TH Joias, o deputado estadual Thiago Rangel e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar.

A intensificação das manifestações de Paes sobre o modelo de enfrentamento ao crime organizado acompanha o movimento de transição de sua imagem pública para a disputa do Palácio Guanabara. Ao defender mudanças na estratégia de combate às facções e grupos paramilitares, o pré-candidato sinaliza a intenção de colocar a gestão da segurança pública no centro do debate sobre os rumos do Estado do Rio de Janeiro.

MP do Rio pede execução imediata da condenação de Garotinho e suspensão de seus direitos político

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quinta-feira, agosto 06, 2026



O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) acionou a Justiça nesta quinta-feira (6/8) para requerer a execução imediata da condenação do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) por improbidade administrativa. O órgão solicita que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam notificados com urgência sobre a suspensão dos direitos políticos do político pelo prazo de oito anos.

O pedido do MP é baseado em um processo que apurou irregularidades em um programa de saúde implementado no estado em 2005. Na petição protocolada, o promotor de Justiça Alexey Kolouboff argumenta que o processo já transitou em julgado — ou seja, não cabe mais nenhum tipo de recurso pendente — e solicita que o cumprimento da sentença seja iniciado sem demoras, em meio ao andamento da campanha de Garotinho ao Governo do Estado.

Defesa contesta pedido e cita prescrição

Em contrapartida, a defesa de Anthony Garotinho se manifestou afirmando que o requerimento apresentado pelo MPRJ carece de "amparo jurídico". Segundo a equipe legal do candidato do Republicanos, a condenação em questão já se encontra prescrita, o que impediria a aplicação das sanções relativas aos direitos políticos.

Candidato a deputado federal, empresário Wallace do Sacramento é morto a tiros na Baixada Fluminense

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terça-feira, agosto 04, 2026


SÃO JOÃO DE MERITI — Uma suposta tentativa de assalto terminou em tragédia na tarde da última segunda-feira (3/8), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O empresário e candidato a deputado federal Wallace do Sacramento, filiado ao Republicanos, não resistiu aos ferimentos após ser atingido por disparo de arma de fogo.

O crime ocorreu na Rua Vanio de Santana Moreira. Wallace estava no interior de um veículo Hyundai HB20 preto na companhia de um amigo quando a dupla foi abordada por dois criminosos que trafegavam em uma motocicleta. Toda a movimentação foi captada por câmeras de segurança.

Durante a investida da dupla, um policial militar que presenciou o assalto reagiu e efetuou disparos contra os suspeitos. Os assaltantes responderam, dando início a uma intensa troca de tiros em meio à via pública. Na fuga, um dos envolvidos escapou utilizando a motocicleta, enquanto o segundo deixou a cena do crime a pé.

Baleado durante a ação, Wallace foi socorrido pelo amigo e deu entrada no hospital municipal da cidade por volta das 15h50. Contudo, apesar do atendimento de urgência, o empresário veio a óbito na unidade de saúde.

Wallace havia oficializado sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados na semana anterior ao crime. Em publicações recentes nas redes sociais, o empresário defendia a renovação parlamentar no Congresso Nacional e o fortalecimento do Poder Legislativo como bandeiras de sua atuação na Baixada Fluminense.

A Polícia Civil investiga a dinâmica do assalto e realiza diligências para identificar e localizar os autores dos disparos.

Douglas Ruas é abandonado por União Brasil e PP no Rio

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A federação União Progressista — composta por União Brasil e PP — anunciou durante convenção estadual que não apoiará a candidatura do deputado estadual Douglas Ruas (PL) ao Governo do Estado. A legenda optou por manter neutralidade na corrida ao Executivo.

A mudança de posicionamento encerra formalmente o acordo firmado no início de fevereiro e ocorre a apenas 24 horas do fim do prazo limite estipulado pela Justiça Eleitoral para as convenções partidárias, agendado para esta quarta-feira (5/8). Com a janela de negociações praticamente encerrada, a margem de manobra do PL para articular novos apoios partidários e reestruturar a chapa ficou inviabilizada.

Sem o respaldo da federação, o Partido Liberal deve caminhar para a confirmação de uma chapa inteiramente própria ("puro-sangue"), preenchendo as vagas de candidato a vice-governador e a segunda postulação ao Senado com quadros internos da própria legenda.

O recuo da União Progressista atinge diretamente os planos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), um dos principais articuladores do nome de Ruas ao Governo do Estado. O Rio de Janeiro é considerado a principal base política da família Bolsonaro, que via na aliança estratégica com União Brasil e PP uma peça-chave para alavancar a campanha de Flávio à Presidência da República no território fluminense.

Até os dias anteriores ao encontro partidário, a cúpula do PL mantinha a expectativa de preservação do acordo. Na semana passada, o presidente estadual do partido, deputado Altineu Côrtes, havia declarado publicamente ter recebido garantias de que os dois partidos continuariam integrando a coligação de Ruas.

A decisão da federação coroou uma série de baixas prévias que vinham desidratando a pré-candidatura do PL:

Com a desistência na vice, o ex-prefeito de Nova Iguaçu Rogério Lisboa (PP), que havia sido indicado em fevereiro para compor a vaga de vice-governador, recuou da disputa, deixando o posto em aberto na reta final.

Ontem, segunda-feira (3/8), o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil), apontado pela federação para disputar a cadeira no Senado Federal, abriu mão do projeto majoritário para buscar um mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa (Alerj).

Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, anuncia que disputará vaga de deputado estadual

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segunda-feira, agosto 03, 2026



BELFORD ROXO — O cenário político na Baixada Fluminense ganhou contornos definitivos para o pleito de 2026 nesta segunda-feira (3). O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), anunciou que concorrerá a uma cadeira de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

A sinalização encerra as especulações sobre uma eventual candidatura majoritária ao Senado Federal. Na mensagem veiculada, o político relatou que a decisão madura é fruto de intensas consultas com a sua base aliada e que o foco imediato deve permanecer voltado para a consolidação de projetos na Baixada.
Embora tenha destacado que figurava na liderança de pesquisas de intenção de voto para o Congresso Nacional e agradecido aos apoiadores que incentivavam a empreitada nacional, Canella ressaltou que a conjuntura atual exige presença ostensiva na política estadual.

Em seu posicionamento, o ex-gestor municipal elencou pautas prioritárias para a sua atuação no Parlamento Fluminense, enfatizando a necessidade de respostas céleres para os gargalos históricos da região:

Segurança Pública e Combate à Criminalidade: Reforço nas políticas de combate à violência urbana;


Saúde e Educação: Ampliação de investimentos e fortalecimento da infraestrutura de atendimento básico e especializado.

Ao final do comunicado, Canella reiterou a disposição de manter o diálogo permanente com o eleitorado, afirmando que pretende conduzir o novo projeto legislativo com foco nos interesses e no desenvolvimento da população de Belford Roxo e de toda a Baixada Fluminense.

Garotinho aparece como o mais rejeitado na disputa pelo Governo do Rio

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RIO DE JANEIRO — O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) lidera a taxa de rejeição entre os pré-candidatos na corrida pelo Palácio Guanabara. É o que aponta a nova rodada da pesquisa do Instituto Prefab Future, sobre o cenário político para a eleição ao Governo do Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com os dados colhidos pelo levantamento, 26,8% dos eleitores entrevistados declararam que não votariam em Garotinho de forma alguma. O número representa um crescimento expressivo de 5,9 pontos percentuais em comparação com a sondagem anterior do mesmo instituto, ocasião em que o índice de rejeição do político do Republicanos figurava em 20,9%.

A resistência expressada pelo eleitorado coloca o ex-chefe do Executivo fluminense em posição de alerta no início das articulações pré-eleitorais, marcando o nome com a maior margem de vetos entre as opções apresentadas no estado.
Ficha técnica do levantamento

A pesquisa do Instituto Prefab Future foi realizada em campo entre os dias 24 e 29 de julho, por meio de 2.000 entrevistas presenciais distribuídas por diversos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

O levantamento está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-02770/2026. A sondagem apresenta um nível de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada em 2,19 pontos percentuais para mais ou para menos.

Eduardo Paes amplia vantagem e mantém liderança pelo Governo do Rio, diz pesquisa

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domingo, agosto 02, 2026




RIO DE JANEIRO — O Instituto Paraná Pesquisas divulgou, nesta nova rodada de levantamentos para as Eleições 2026, as intenções de voto para a corrida ao Palácio Guanabara. Considerado apenas o recorte de votos válidos — critério oficial utilizado pela Justiça Eleitoral que descarta brancos, nulos e indecisos —, o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), desponta na liderança isolada com 58,2% das preferências.

Logo atrás, a disputa pelo segundo lugar mostra um cenário de igualdade técnica dentro da margem de erro entre Douglas Ruas (PL), que soma 13,3%, e o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que aparece com 13,2%.
Confira o cenário dos votos válidos
  • Eduardo Paes (PSD): 58,2%

  • Douglas Ruas (PL): 13,3%

  • Anthony Garotinho (Republicanos): 13,2%

  • André Marinho (Novo): 4,1%

  • Coronel Busnello (Missão): 4,1%

  • Cyro Garcia (PSTU): 2,4%

  • Wilson Witzel (DC): 2,3%

  • William Siri (PSOL): 1,0%

  • Luan Monteiro (PCO): 0,8%

  • Juliete Pantoja (UP): 0,7%

Dados da pesquisa

A sondagem foi em campo entre os dias 28 e 30 de julho de 2026, entrevistando 1.600 eleitores em diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro. O levantamento conta com margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

A pesquisa encontra-se devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação RJ-09303/2026.

Garotinho perde vice e Democracia Cristã oficializa apoio a Eduardo Paes na disputa pelo Governo do Rio

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quarta-feira, julho 29, 2026




RIO DE JANEIRO — A corrida pelo Palácio Guanabara ganhou novos contornos nesta terça-feira (28). A candidatura do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) sofreu um forte revés político com a decisão do Democracia Cristã (DC) de oficializar apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD).

A reviravolta ocorre apenas três dias depois de Garotinho apresentar Venâncio Moura, filiado ao DC, como seu candidato a vice-governador durante a convenção estadual do Republicanos. A despeito do anúncio prévio, a convenção do Democracia Cristã selou o alinhamento com o projeto político liderado por Paes.
Impactos na montagem das chapas

Com a mudança de rumo do partido, Garotinho perde não apenas o apoio do DC, mas também o nome indicado para compor sua chapa pura como vice. A decisão deixa o candidato do Republicanos sem o companheiro de chapa anunciado e impõe a necessidade de redefinir sua composição a pouco mais de dois meses das eleições.

Por outro lado, o movimento consolida a estratégia de Eduardo Paes em expandir sua base de apoio. A adesão do Democracia Cristã soma forças à coligação do PSD, ampliando seu arco de alianças e isolando ainda mais a articulação de seus adversários.

A articulação reflete a intensa disputa por palanques e partidos no cenário eleitoral fluminense, no qual a busca por tempo de televisão e suporte partidário tem sido decisiva para a consolidação das candidaturas ao Governo do Estado.

Eduardo Paes lidera em todos os cenários na disputa pelo Governo do RJ, diz pesquisa Quaest

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segunda-feira, julho 27, 2026




RIO DE JANEIRO — O ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD) lidera com folga a disputa pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. É o que aponta a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, o primeiro levantamento do instituto após a oficialização dos nomes que concorrerão ao pleito deste ano.

Nos três cenários de intenção de voto estimulada, Paes varia de 38% a 42% das preferências — consolidando uma trajetória de alta em relação a abril, quando registrava entre 34% e 40%.

Distantes do líder, o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Douglas Ruas (PL), aparecem empatados tecnicamente em segundo lugar, ambos com 10% das intenções de voto no cenário completo. Em uma simulação sem Garotinho, Ruas vai a 11%.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-07670/2026 e RJ-02671/2026.

Intenção de voto e cenários de 1º turno

Na pesquisa estimulada, além da liderança de Eduardo Paes (38% a 42%) e do empate entre Anthony Garotinho (10%) e Douglas Ruas (10%), o percentual de eleitores que indicam voto branco, nulo ou declaram que não vão votar varia de 16% a 19%. Os indecisos somam entre 18% e 19%.

Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos concorrentes não são apresentados previamente:

Eduardo Paes: 9%
Douglas Ruas: 3%
Anthony Garotinho: 1%
Indecisos: 84%

A presença de Anthony Garotinho na disputa foi viabilizada por uma liminar do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os efeitos de sua condenação na Operação Chequinho e afastou temporariamente sua inelegibilidade. A candidatura foi confirmada no último sábado durante a convenção do Republicanos.

O cenário eleitoral ocorre em meio a uma crise sucessória. Desde a renúncia do ex-governador Cláudio Castro após condenação por abuso de poder no TSE, e da saída do vice-governador Thiago Pampolha para o TCE-RJ, o estado é governado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto. A indefinição sobre o formato da eleição-tampão é fruto de um impasse jurídico no STF acionado pelo PSD de Paes para conter a ascensão de Douglas Ruas ao cargo.

Além disso, a pré-candidatura de Ruas sofreu um revés recente com a desistência do ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), em compor sua chapa como vice, sinalizando uma possível neutralidade do bloco PP-União Brasil na corrida estadual.

Projeções para o 2º turno

Nas simulações de confronto direto em um eventual segundo turno, Paes mantém margem confortável:

Paes x Garotinho: Eduardo Paes registra 48% contra 18% de Anthony Garotinho. Brancos e nulos somam 23%, e indecisos são 11%.

Paes x Douglas Ruas: O ex-prefeito chega a 52% contra 16% do presidente da Alerj. Brancos e nulos somam 20%, e indecisos são 12%.
Rejeição e conhecimento dos candidatos

Anthony Garotinho é o candidato com maior índice de rejeição no estado: 65% dos entrevistados afirmaram que o conhecem, mas não votariam nele de jeito nenhum. Em seguida aparecem Wilson Witzel (51%), Eduardo Paes (40%) e Douglas Ruas (17%).

Por outro lado, Douglas Ruas é o menos conhecido entre os principais postulantes, com 71% dos eleitores afirmando não saber quem ele é. Paes é o mais conhecido do público: apenas 12% disseram não conhecê-lo, enquanto 48% afirmaram que o conhecem e votariam nele.
Desempenho nos segmentos do eleitorado

Eduardo Paes mantém a liderança em diferentes estratos sociais e demográficos. No cenário geral, tem 37% das intenções entre as mulheres e 39% entre os homens. Entre os jovens, sua vantagem chega a 34 pontos percentuais (42% contra 8% de Ruas e 7% de Garotinho), e entre os eleitores com 60 anos ou mais atinge 41% (contra 11% de Garotinho e 9% de Ruas).

No segmento religioso, Paes lidera entre os católicos com 45% das intenções de voto (Ruas tem 10% e Garotinho 8%). Entre os evangélicos, o ex-prefeito marca 31%, seguido por Garotinho (13%) e Ruas (9%).

Entre os eleitores independentes — sem alinhamento direto à direita ou esquerda —, Paes soma 39%, seguido por Ruas (8%) e Garotinho (5%). Já na divisão ideológica, enquanto domina a preferência da esquerda, Paes empata tecnicamente com Ruas na direita não bolsonarista (30% a 22%) e vive um empate técnico triplo no segmento bolsonarista (24% para Ruas, 20% para Paes e 13% para Garotinho, considerando a margem de erro do grupo).

Moraes revoga medidas cautelares contra Canella, ex-prefeito de Belford Roxo

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sexta-feira, julho 24, 2026




O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta quinta-feira (23) todas as medidas cautelares que haviam sido impostas ao ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil). Com a determinação do STF, caem o uso da tornozeleira eletrônica, o recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, a obrigatoriedade de comparecimento semanal à Justiça e a retenção de seus passaportes.

Com o fim das restrições judiciais, Canella fica totalmente livre para dar prosseguimento à sua agenda política como pré-candidato ao Senado na aliança formada entre o União Brasil e o PL.
Entenda o caso e a origem da apreensão

A imposição das cautelares teve origem no último dia 7, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Unha e Carne — ação da Polícia Federal. Na ocasião, os agentes federais encontraram um fuzil de uso restrito no interior do veículo do ex-prefeito. Canella chegou a ser preso, sendo liberado três dias depois mediante o cumprimento do pacote de medidas restritivas.

No entanto, o avanço das apurações esclareceu a legalidade do armamento. Ficou comprovado que o fuzil havia sido solicitado formalmente por Canella à Polícia Militar para integrar o aparato de sua segurança pessoal. O acautelamento da arma contava com a autorização oficial do então secretário da PM e atual pré-candidato à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pelo PL, coronel Marcelo Menezes.
De acordo com informações fornecidas pela própria corporação, a arma estava devidamente registrada em nome do sargento Alexandre Paixão da Silva Júnior, policial militar responsável pela escolta pessoal de Canella. O fuzil fora retirado regularmente do arsenal localizado no Quartel-General da Polícia Militar, na Rua Evaristo da Veiga, no Centro do Rio de Janeiro, atestando a sua regularidade legal.

Diante da comprovação de que a arma de fogo era legal e pertencia ao acervo oficial da PM, o ministro Alexandre de Moraes destacou em sua decisão que não subsistem motivos concretos para a manutenção das restrições, determinando o encerramento imediato de todas as cautelares contra o ex-prefeito.

Armamento da PM encontrado com ex-prefeito de Belford Roxo teve liberação oficial da corporação, apontam apurações

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terça-feira, julho 21, 2026


Canella inocentado? Levantamentos conduzidos pela Secretaria de Estado de Polícia Militar indicam que o fuzil da corporação recolhido no automóvel do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), foi cedido mediante trâmites administrativos regulares. A conclusão da apuração corrobora os esclarecimentos prestados previamente pelo político sobre a posse do armamento.

A liberação do equipamento para uso na proteção pessoal de Canella teve aval assinado pelo coronel Marcelo Menezes, que ocupava o comando da Secretaria de Polícia Militar naquele período.

Liberação no Quartel-General

Segundo a Polícia Militar, a arma passou por todo o processo formal de acautelamento antes de ser incorporada à rotina de segurança. O fuzil foi vinculado ao sargento Alexandre Paixão da Silva Júnior, PM destacado para realizar a escolta do ex-gestor.

O armamento foi retirado diretamente do setor de suprimentos no Quartel-General da corporação, no Centro do Rio, respeitando as normas internas para a cessão de materiais de proteção a autoridades.

Planilhas encontradas pela PF citam Cláudio Castro e Bacellar com valores de R$ 29 milhões

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quarta-feira, julho 15, 2026



A Polícia Federal (PF) descobriu um esquema milionário que funcionava como um "guia de investimentos" do crime organizado na política do Rio de Janeiro. Planilhas apreendidas com o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, mostram o registro de mais de R$ 29 milhões repassados a políticos nas últimas quatro eleições.

Os documentos foram encontrados durante a 5ª fase da Operação Unha e Carne. Entre os nomes citados nas listas do contraventor estão o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar.
Como funcionava o esquema?

De acordo com a PF, a organização criminosa financiava secretamente candidatos para que, depois de eleitos, eles defendessem os interesses do grupo no governo e na Assembleia Legislativa.

Para esconder a origem do dinheiro, a quadrilha usava uma rede de empresas. Só um grupo de gráficas investigado recebeu cerca de R$ 18 milhões de campanhas políticas nos últimos pleitos. Nas planilhas, a PF achou os nomes dos políticos ao lado dos valores exatos que cada um recebia.

Todos os envolvidos negam as acusações.

Justiça manda soltar ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella

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sexta-feira, julho 10, 2026


A Justiça determinou a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, atual pré-candidato ao Senado Federal pelo partido União Brasil. A decisão que autorizou a liberação do político foi expedida na noite desta sexta-feira.

Canella havia sido detido pelas autoridades na última terça-feira (7), sob a acusação de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, após um fuzil ser localizado em uma ação que resultou na sua condução à custódia.

Defesa alega que arma era de segurança particular

Durante o depoimento formal prestado à Polícia Federal (PF), o ex-prefeito negou a propriedade ou o porte irregular do armamento pesado. Márcio Canella justificou que o fuzil apreendido pertencia, na verdade, a um policial militar que atua regularmente na composição de sua equipe de segurança privada.

Com a expedição do alvará de soltura, o político obteve o direito de responder ao processo em liberdade. O caso segue sob investigação para apurar a regularidade da cautela e do uso do armamento por parte da equipe que acompanha o pré-candidato.

Ricardo Couto estima ficar mais 60 dias no Governo do RJ e quer cortar R$ 5 bilhões em gastos

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O Palácio Guanabara vive um período de transição sob a liderança do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto. Ciente do caráter provisório de sua permanência no comando do Executivo fluminense, Couto completou 100 dias na cadeira governamental administrando por etapas. Sem uma data definitiva para deixar o posto, a projeção atual é de que ele permaneça na liderança do estado por mais 60 dias. Até lá, o governador em exercício mantém um objetivo rígido: reduzir os gastos públicos em pelo menos R$ 5 bilhões até o encerramento do ano.

Dentro desse plano de contenção e revisão de despesas, uma medida drástica foi oficializada. Através de um decreto publicado no Diário Oficial, o governador determinou a suspensão integral do Programa Sentinela, uma das vitrines da gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL). O projeto previa o investimento bilionário de R$ 2 bilhões para a implementação de 200 mil câmeras de monitoramento em todo o território estadual.
Em posicionamento oficial, a administração estadual justificou que o cancelamento visa interromper despesas classificadas como excessivamente elevadas, realinhando as ações governamentais com as reais prioridades e possibilidades da máquina pública.

A decisão já vinha sendo desenhada. Em declarações anteriores dadas à imprensa no fim de junho, Ricardo Couto apontou que a gestão de Castro desenhou um teto de gastos que superava drasticamente a arrecadação real do estado. Diante do cenário de descompasso financeiro, o governador em exercício solicitou o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para auditar os contratos e despesas de grande porte — o que incluiu a análise minuciosa da aquisição das mais de 200 mil câmeras com tecnologia de reconhecimento facial do Projeto Sentinela, agora formalmente interrompido.

Eduardo Paes lidera disputa pelo governo do RJ em nova pesquisa

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segunda-feira, julho 06, 2026



Nova pesquisa de intenção de voto aponta o atual cenário para a disputa ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. O levantamento, contratado pelo Partido Republicanos, indica o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), na frente das intenções de voto, seguido por Douglas Ruas e Anthony Garotinho, que aparecem empatados dentro da margem de erro no cenário estimulado.

Cenário Estimulado (Votos Totais)

No modelo estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a pesquisa quantifica o peso dos eleitores que ainda não definiram o voto ou que pretendem votar em branco ou nulo. Esse grupo, somado, representa 38,2% do eleitorado fluminense.
  • Eduardo Paes (PSD): 33,9%

  • Douglas Ruas: 10,3%

  • Anthony Garotinho: 8,7%

  • Indecisos: 23,4%

  • Brancos ou Nulos: 14,8%

Análise Técnica: Considerando a margem de erro de 1,9 ponto percentual para mais ou para menos, Douglas Ruas (10,3%) e Anthony Garotinho (8,7%) encontram-se em situação de empate técnico na segunda colocação, uma vez que a diferença entre ambos é de 1,6 ponto percentual.

Projeção de Votos Válidos

Quando são desconsiderados os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos — metodologia idêntica à utilizada pela Justiça Eleitoral para a totalização do resultado das eleições —, Eduardo Paes atinge a maioria absoluta dos votos válidos.

Para vencer a eleição ainda no primeiro turno, um candidato necessita de 50% dos votos válidos mais um voto. No cenário atual, o candidato do PSD ultrapassa essa linha de corte.
  • Eduardo Paes: 54,9%

  • Douglas Ruas: 16,7%

  • Anthony Garotinho: 14,1%

  • Wilson Witzel: 4,5%

  • André Marinho: 1,9%

  • André Português: 1,6%

  • Rafa Luz: 1,6%

  • Cyro Garcia: 1,5%

  • William Siri: 1,3%

  • Juliete Pantoja: 1,1%

  • Luan Monteiro: 0,8%

Em conformidade com a legislação eleitoral vigente, os detalhes metodológicos da pesquisa são listados a seguir:

  • Período de campo: 29 de junho a 2 de julho de 2026.

  • Amostragem: 2.500 entrevistas presenciais.

  • Margem de erro: 1,9 ponto percentual, para mais ou para menos.

  • Nível de confiança: 95%.

  • Registro oficial: Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-05681/2026.

Eduardo Paes lidera corrida pelo Governo do Rio e vence Ruas em 1º turno, diz pesquisa

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quinta-feira, julho 02, 2026



O cenário sucessório para o governo do Estado do Rio de Janeiro desenha um favoritismo expressivo para o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD). De acordo com o mais recente levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Paes lidera com folga todas as simulações de voto estimulado e, em um dos panoramas testados, asseguraria o cargo sem a necessidade de um segundo turno.
Os Cenários Estimulados

O instituto testou a força dos pré-candidatos em três diferentes configurações. Em todas elas, o representante do PSD mantém uma distância confortável do segundo colocado, o deputado federal Douglas Ruas (PL).
1. Confronto Direto (Paes x Ruas)

Na simulação mais polarizada, Eduardo Paes alcança a maioria absoluta das intenções de voto, o que encerraria a disputa na primeira fase da eleição.

  • Eduardo Paes (PSD): 62,1%

  • Douglas Ruas (PL): 23,9%

  • Brancos, nulos e indecisos: 14,0%

2. Cenário Amplo (9 Candidatos)

Mesmo com a pulverização de votos entre múltiplos concorrentes, o ex-prefeito retém mais da metade do eleitorado fluminense.

  • Eduardo Paes (PSD): 54,2%

  • Douglas Ruas (PL): 14,6%

  • André Marinho: 4,9%

  • Wilson Witzel: 3,5%

  • Bombeiro Rafa Luz: 2,2%

  • André Português: 1,9%

  • Willian Siri: 1,1%

  • Brancos e nulos: 11,8%

  • Não souberam responder: 5,8%

3. Cenário com Anthony Garotinho

A inclusão do ex-governador Anthony Garotinho na cédula enxuga levemente as intenções de voto dos líderes, mas não altera a dinâmica de liderança.
  • Eduardo Paes (PSD): 50,7%

  • Douglas Ruas (PL): 13,8%

  • Anthony Garotinho: 9,8%

  • André Marinho: 4,3%

  • Wilson Witzel: 3,3%

  • Bombeiro Rafa Luz: 2,0%

  • Willian Siri: 0,9%

  • Brancos, nulos ou nenhum: 10,7%

  • Não responderam: 4,6%

Tendência de Crescimento e Evolução Histórica

Os dados históricos coletados pelo Paraná Pesquisas mostram que a candidatura de Eduardo Paes vem ganhando musculatura ao longo do ano. No embate direto contra Douglas Ruas, Paes subiu de 58,8% em abril para 60,0% em junho, atingindo os atuais 62,1% em julho. Ruas, por sua vez, oscilou de 20,7% para 24,5% antes de se fixar em 23,9%.

No cenário de nove candidatos, Paes evoluiu de 53,0% (abril) para 54,2% (julho), enquanto Ruas foi de 13,2% para 14,6%. Na simulação com Garotinho, o atual líder saltou de 48,3% em junho para os atuais 50,7%.

Intenção Espontânea e Rejeição

Na modalidade de consulta espontânea — quando nenhum nome é apresentado aos entrevistados —, o contingente de eleitores indecisos ainda é amplamente majoritário: 71,7% disseram não saber em quem votar ou preferiram não opinar. Entre os lembrados, a ordem se mantém:

  • Eduardo Paes: 15,4%

  • Douglas Ruas: 3,1%

  • Anthony Garotinho: 1,0%

  • Márcio Canella: 0,5%

  • André Marinho: 0,3%

  • Wilson Witzel: 0,2%


Índice de Rejeição

Quando questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, os ex-governadores fluminenses encabeçam a lista, enquanto os líderes da pesquisa estimulada aparecem em posições intermediárias.
Pré-candidatoTaxa de Rejeição
Anthony Garotinho39,8%
Wilson Witzel24,8%
Eduardo Paes17,9%
Douglas Ruas10,5%
André Marinho9,4%
Willian Siri8,3%
Bombeiro Rafa Luz7,7%
André Português7,3%

A amostragem do Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1.600 eleitores, distribuídos por 60 municípios do Estado do Rio de Janeiro, no período entre 29 de junho e 1º de julho de 2026. O estudo apresenta uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um grau de confiança estipulado em 95%. A pesquisa encontra-se homologada e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob a identificação RJ-04259/2026.
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