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Caso Mariana: Polícia faz buscas por menina de 11 anos desaparecida há uma semana em Nova Iguaçu

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quarta-feira, outubro 07, 2026




As investigações e as diligências em torno do desaparecimento de Mariana Queiroz de Carvalho, de 11 anos, entram em uma fase decisiva e tensa na Baixada Fluminense. Moradora do bairro Ipiranga, em Nova Iguaçu, a menina sumiu na última quinta-feira (1), por volta das 12h, após sair de casa rumo à escola, que fica na mesma região.

Equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e do Corpo de Bombeiros, contando com o apoio de moradores locais, concentraram buscas em uma área de mata nas proximidades da residência da família. Durante a varredura no local, foram encontrados pedaços de roupas e mechas de tranças de cabelo. A Polícia Civil informou que somente exames periciais poderão confirmar se os materiais pertencem de fato à estudante.
A tensão em torno do caso se intensificou no último fim de semana, quando parte da casa da família foi atingida por um incêndio. Questionada pelas autoridades, a mãe da menina relatou ter tomado a atitude extrema em um momento de profundo esgotamento emocional e desespero por não ter notícias da filha, acabando por queimar coisas dentro da casa.

No momento do desaparecimento, Mariana vestia o uniforme da rede municipal de ensino e carregava uma mochila de cor lilás.
A repercussão do caso mobilizou as redes sociais com forte compartilhamento de cartazes com a foto da menina. Revoltados e angustiados com a demora, moradores da região realizaram manifestações nos últimos dias para cobrar agilidade e maior empenho das forças de segurança nas buscas.

O Disque Denúncia já divulgou um cartaz oficial para auxiliar no caso. Quem tiver qualquer pista ou informação que possa ajudar a localizar Mariana pode entrar em contato de forma anônima pelos canais de atendimento da instituição.

Mãe de menina desaparecida coloca fogo na própria casa em Nova Iguaçu

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terça-feira, outubro 06, 2026


O drama envolvendo o desaparecimento da pequena Mariana, uma menina de 10 anos que está sumida há cinco dias em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, tomou um rumo ainda mais dramático. Consumida pelo desespero, a mãe da criança acabou ateando fogo na própria residência.

Todos estão há quase uma semana buscando por respostas sobre o paradeiro da menina. Após o incêndio provocado no imóvel, a situação mobilizou equipes da polícia civil na casa.

Como desdobramento do caso, tanto a mãe quanto o pai de Mariana foram conduzidos por autoridades policiais até a delegacia de Belford Roxo, responsável para prestar depoimento e esclarecer os fatos recentes, além de colaborar com as investigações em andamento.

Enquanto a polícia apura as circunstâncias do incêndio e aprofunda as linhas de investigação sobre o sumiço da criança, moradores e familiares seguem em busca de pistas que possam levar ao paradeiro de Mariana, pedindo o apoio da população com qualquer informação que ajude a solucionar o caso.

Menina desaparece após sair de casa para ir à escola em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense

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sexta-feira, outubro 02, 2026


A Polícia Civil investiga o desaparecimento de Mariana Queiroz de Carvalho, de 10 anos, que está sem dar notícias desde a última quinta-feira (1). A criança sumiu após sair de sua residência, localizada no bairro Ipiranga, com destino à escola, situada a menos de um quilômetro de sua casa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

De acordo com os relatos prestados pela mãe, Carla Silva, a menina deixou o imóvel por volta das 12h. A mãe explicou às autoridades que não pôde acompanhar a filha no trajeto devido a problemas de saúde e forte cansaço físico. Embora Mariana não tivesse o hábito de fazer o percurso desacompanhada — sendo sempre levada por um responsável —, ela acabou indo sozinha após insistência familiar para que comparecesse à aula daquele dia.
O sumiço foi descoberto no final da tarde, por volta das 16h, quando o irmão mais velho da menina compareceu à unidade de ensino para buscá-la e foi informado pela instituição de que ela não havia frequentado as aulas.

Sem notícias da garota, parentes e amigos iniciaram uma série de varreduras pelas ruas do entorno, além de checar unidades de saúde da região e o Instituto Médico Legal (IML). O caso foi formalmente registrado na 56ª DP (Comendador Soares), que conduz as investigações para traçar os passos da menina e esclarecer as circunstâncias do desaparecimento. Informações que auxiliem na localização de Mariana podem ser repassadas às autoridades policiais.

Mototaxista que estava desaparecido após fazer corrida é encontrado morto em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense

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O desaparecimento do mototaxista Maycon Alisson Lourenço, de 33 anos, terminou em tragédia na Baixada Fluminense. O corpo dele foi localizado com marcas de disparos de arma de fogo, na localidade conhecida como Parque Suécia, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Maycon havia saído para realizar uma corrida na segunda-feira (28) e não retornou. O sinal de alerta definitivo para a família soou quando ele não compareceu para buscar a filha de 3 anos na escola no horário habitual.

Antes que o corpo fosse localizado, colegas de profissão chegaram a receber uma fotografia pelo celular que mostrava o mototaxista amarrado, acompanhada de mensagens com ameaças.
A principal linha apurada por parentes aponta que o homicídio pode ter sido motivado por disputas territoriais entre grupos criminosos rivais e por registros encontrados no telefone da vítima.

Segundo relatos, Maycon morava no Corte 8 — área dominada pelo Comando Vermelho —, mas foi buscar um cliente no Pantanal, território controlado por uma facção rival (Terceiro Comando Puro). A suspeita da família é de que os criminosos tenham acessado o celular do trabalhador após a abordagem, encontrando conversas com vizinhos e outros condutores de sua região de origem.

O sepultamento ocorreu na quarta-feira (30), no Cemitério Nossa Senhora de Belém, no Corte 8.

A Polícia Militar registrou o caso, que agora está sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A Polícia Civil investiga a dinâmica e a autoria do crime, mas nenhum suspeito havia sido preso até a última atualização.

Criança que estava desaparecida é achada morta em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense

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quinta-feira, outubro 01, 2026



Uma tragédia abalou moradores de Imbariê, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Eloise, de apenas quatro anos, que estava desaparecida e vinha sendo procurada desde a tarde da última quarta-feira (30), foi achada sem vida. O corpo da criança estava dentro da piscina na residência de um vizinho, situada no bairro Santa Lúcia.

O desaparecimento ocorreu por volta das 16h do dia anterior. Conforme relatos colhidos no local, a mãe da menina precisou se ausentar para acompanhar a avó da vítima a uma unidade hospitalar, deixando a garota sob a supervisão de seus irmãos mais velhos, de 11 e 15 anos. Ao retornar para casa, a mãe percebeu a ausência da filha e iniciou as buscas.

A partir do sumiço, parentes, conhecidos e moradores da região se mobilizaram em varreduras pelas ruas do entorno. As buscas se estenderam até hoje, quinta-feira (1º), quando a menina foi localizada na propriedade vizinha. Um tio da vítima fez o reconhecimento do corpo.

Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas e se deslocaram para o endereço para os procedimentos de praxe.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) informou que, a princípio, a hipótese de crime foi descartada pelas autoridades. O caso foi formalmente registrado e segue sob apuração da 62ª DP (Imbariê), que realizou a perícia técnica no local.

O corpo de Eloise foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia para determinar oficialmente a causa do óbito.

Motorista de aplicativo que estava desaparecido após corrida é achado morto na Baixada Fluminense

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quarta-feira, setembro 30, 2026


Essa quarta-feira (30) foi marcada por dor e revolta para os parentes de Gabriel Dias Fernandes. O estudante de Ciências Contábeis e motorista de aplicativo, que havia desaparecido na véspera (29) após aceitar uma viagem entre Japeri e Queimados, foi localizado sem vida. A família esteve no Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu nas primeiras horas do dia para realizar os trâmites do sepultamento.

De acordo com relatos de entes queridos, Gabriel saiu de Engenheiro Pedreira para conduzir uma corrida rumo a Queimados e, desde então, silenciou-se, cortando qualquer tipo de comunicação e motivando buscas desesperadas por parte da família.

Horas após o sumiço, o automóvel utilizado por ele foi achado colidido contra uma árvore nas imediações de uma comunidade da região. O condutor, contudo, não estava no local. Posteriormente, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) comunicou aos parentes a localização do corpo.

Conforme a família, a vítima apresentava marcas evidentes de agressão. A confirmação oficial da causa do óbito, no entanto, aguarda a conclusão dos laudos do exame pericial.

A Polícia Civil confirmou ao Jornal Destaque Baixada que um inquérito foi instaurado pela DHBF para apurar todas as circunstâncias do crime e esclarecer o que de fato aconteceu com o motorista durante o trajeto.

Cantor Rick, da dupla com Renner, desaparece após helicóptero perder contato

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segunda-feira, setembro 21, 2026



Um helicóptero que transportava o cantor Rick, integrante da dupla sertaneja Rick e Renner, sumiu dos radares enquanto realizava um voo com destino a Santa Catarina, após decolar de território paulista. A bordo da aeronave estavam também o piloto e um influenciador digital, cujas identidades não foram divulgadas de imediato.

Equipes de salvamento e uma aeronave de apoio foram mobilizadas a partir de São Paulo para integrar a operação de buscas na tentativa de localizar o paradeiro do transporte. Até o momento, as circunstâncias que envolvem o desaparecimento permanecem desconhecidas pelas autoridades aeronáuticas e de segurança pública, que conduzem as diligências investigativas.

Nas redes sociais, o último registro público do artista havia sido publicado cerca de nove horas antes do alerta de sumiço, exibindo o cantor posado ao lado do helicóptero utilizado na viagem. Órgãos competentes seguem monitorando a situação e aprimorando as varreduras na rota prevista.

Motorista de aplicativo que estava desaparecido é achado morto após corrida em Nova Iguaçu

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quinta-feira, setembro 10, 2026


NOVA IGUAÇU — O motorista de aplicativo Pablo Silveira Fernandes, de 32 anos, foi encontrado morto na Rua Márcia Costa, situada no bairro Jardim Nova Era, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O corpo foi localizado a poucos metros da residência da vítima por moradores da região, que acionaram as autoridades policiais.

Conforme relatos de pessoas próximas, Pablo havia encerrado o expediente em sua atividade principal no setor de refrigeração e decidido realizar corridas durante a noite de terça-feira (08). Após efetuar transportes por diferentes pontos do município, ele publicou em seu perfil de mensagens uma fotografia do volante, por volta da meia-noite. Horas depois, os contatos enviados ao celular deixaram de ser respondidos.

Equipes do 20º BPM (Mesquita) foram mobilizadas pela manhã após o chamado sobre a localização do corpo em via pública. O perímetro foi isolado para a realização do trabalho da perícia criminal, com o suporte operacional do Corpo de Bombeiros.

O caso foi formalmente registrado e repassado à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), unidade especializada que assumiu a investigação para esclarecer a dinâmica do crime, identificar eventuais suspeitos e apurar se o motorista foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte) ou de outra motivação.

Menina que estava desaparecida é encontrada desacordada em linha do trem em Queimados e morre ao ser socorrida

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quarta-feira, maio 06, 2026



QUEIMADOS – A Polícia Civil da Baixada Fluminense investiga as circunstâncias da morte de Gabriele Vitória Nascimento, de 16 anos. A adolescente, que estava desaparecida desde domingo, dia 3, foi localizada desacordada sobre os trilhos da linha férrea no município de Queimados e, antes de falecer, teria relatado ter sido vítima de violência sexual.

Na data do ocorrido, populares avistaram a jovem na linha do trem e acionaram o socorro. Segundo informações preliminares, Gabriele foi levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região.

O caso ganha contornos ainda mais dramáticos devido a um relato feito pela própria vítima antes de perder a consciência: ela teria afirmado ter sido violentada por um homem que seria seu próprio pai. Infelizmente, apesar do atendimento médico, a adolescente não resistiu e veio a óbito na unidade de saúde.

A ocorrência foi registrada na delegacia local, que agora trabalha para reconstruir os últimos passos da jovem e confirmar a veracidade das acusações. Pontos fundamentais para o esclarecimento do crime ainda estão pendentes:

Laudo do IML: O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal. O laudo pericial, que deve indicar a causa exata da morte e confirmar se houve abuso sexual, ainda não foi divulgado.

Agentes buscam testemunhas e familiares para entender o contexto familiar da adolescente. A área onde a jovem foi encontrada está sendo analisada.

Em estado de choque, familiares de Gabriele Vitória buscam respostas. Entre a dor da perda e o horror das suspeitas levantadas, os parentes aguardam o avanço das investigações para entender o que de fato aconteceu naquela linha de trem.

Até o fechamento desta reportagem, a polícia não confirmou se houve prisões ou se o suspeito apontado pela jovem foi localizado para prestar esclarecimentos.

Jovem que desapareceu depois de sair da academia é encontrado morto em Nova Iguaçu

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quarta-feira, abril 22, 2026


NOVA IGUAÇU – O que começou como uma busca angustiante por respostas terminou em desespero para a família de Isaías Barbosa, de 28 anos. O jovem, que estava desaparecido desde que saiu da academia na última semana, foi encontrado morto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Isaías Barbosa foi visto pela última vez ao deixar o treino. Segundo familiares, ele mantinha uma rotina regular e o sumiço repentino mobilizou as redes sociais e grupos de mensagens da região. Durante dias, amigos e parentes realizaram buscas e pediram informações que pudessem levar ao paradeiro do rapaz.

O desfecho do caso ocorreu após o corpo de Isaías ser localizado nas proximidades da linha do trem. O local foi isolado para o trabalho da perícia, que busca coletar evidências que ajudem a entender a dinâmica do ocorrido.

"A dor é imensurável. Ele saiu para cuidar da saúde, algo comum no dia a dia dele, e não voltou mais", lamentou um conhecido da família que preferiu não se identificar.

A Polícia Civil já deu início às investigações. Até o momento, as autoridades trabalham com diversas frentes para apurar:

As causas exatas da morte;
Se houve sinais de violência ou luta corporal;
Imagens de câmeras de segurança do trajeto entre a academia e a linha férrea.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) deve assumir o caso para determinar se Isaías foi vítima de um crime ou se houve outra fatalidade. Ainda não há informações confirmadas sobre o horário e local do sepultamento.

Menina que estava desaparecida em Botafogo é encontrada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense

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quarta-feira, março 04, 2026


Após dias de angústia para a família, a estudante Alicia da Silva Lima, de 13 anos, foi encontrada nesta quarta-feira (4), em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A adolescente, que mora no bairro de Botafogo, na Zona Sul do Rio, estava desaparecida desde a tarde de segunda-feira.

A localização da jovem contou com a mobilização de populares e o auxílio fundamental de um policial, após informações estratégicas sobre o seu paradeiro serem enviadas através do canal Linha Direta da cidade.

Assim que foi identificada em Belford Roxo, Alicia foi acompanhada por guardas municipais e policiais militares até a delegacia da região para o registro da ocorrência e os procedimentos de praxe antes de ser entregue aos responsáveis.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre como a estudante chegou à Baixada Fluminense ou o que teria motivado o desaparecimento.

O sumiço de Alicia mobilizou as redes sociais nos últimos dias. Segundo familiares, a adolescente foi vista pela última vez na Rua Real Grandeza, nas proximidades do Cemitério São João Batista, em Botafogo.

O clima de desespero aumentou devido a fatores que dificultavam as buscas:
Celular desligado: A família não conseguia qualquer contato direto com a menina.

Redes Sociais: Amigos e parentes utilizaram a internet para espalhar fotos de Alicia, criando uma corrente de buscas que alcançou milhares de pessoas.

Priscila Belfort e a “teia de ausências”: por que o Rio ainda falha na busca por pessoas desaparecidas

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sábado, janeiro 10, 2026


Há 22 anos sem respostas definitivas, o desaparecimento de Priscila Belfort expõe um padrão que se repete e se aprofunda: atendimento precário às famílias, investigação fragmentada e um território em que o sumiço, muitas vezes, vira estatística — especialmente quando a vítima é negra, pobre e periférica. O caso de Priscila não é apenas uma história interrompida. É um retrato de como o Estado do Rio de Janeiro ainda opera, de forma desigual, diante de um dos temas mais dolorosos da vida pública: o desaparecimento de pessoas.

“Quando alguém desaparece, o tempo vira inimigo. Cada hora sem ação integrada pode apagar pistas, dispersar testemunhas, esfriar imagens, desorganizar rotinas de busca e ampliar o sofrimento de mães, pais e familiares que passam a viver em suspensão”, afirma Adriano Dias, articulador da ComCausa – Defesa da Vida. “O desaparecimento não termina no dia em que a pessoa some. Ele começa ali, e passa a morar dentro da família, dentro do território e dentro de um sistema que, muitas vezes, não consegue entregar o mínimo: resposta, rastreabilidade e verdade.”

Em 2024, o cenário ganhou números que não deixam margem para relativização: o Rio registrou média de 16 desaparecimentos por dia, com 2.533 registros entre janeiro e maio, segundo levantamento baseado em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). O problema não é só a quantidade. É a forma como as instituições respondem — e a forma como a resposta muda conforme a cor, o CEP e a renda de quem desapareceu.

O caso Priscila Belfort: 20 anos de perguntas abertas, 22 anos de alerta público

Priscila Vieira Belfort nasceu no Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1974. Em 9 de janeiro de 2004, aos 29 anos, desapareceu após sair para almoçar no Centro do Rio, onde trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Desde então, seu paradeiro permanece desconhecido.

Ao longo dos anos, o caso atravessou ondas de visibilidade pública, denúncias, buscas e hipóteses. Entre os episódios citados na reconstrução do caso, há o registro de que, em 2007, surgiu uma confissão apontando sequestro e morte, com indicação de local de ocultação, mas nada foi encontrado, mantendo o caso sem comprovação conclusiva e sem desfecho.

“Priscila segue como símbolo de uma tragédia dupla: a violência do desaparecimento e a violência institucional da ausência de resposta”, diz Adriano Dias. “E é impossível falar do caso sem reconhecer o empenho público e persistente de Jovita Belfort e Vitor Belfort, que, por anos, sustentaram a busca, a visibilidade e a cobrança por investigação.”

A “teia de ausências”: como as famílias são empurradas para o abandono

A ComCausa – Defesa da Vida destaca que o desaparecimento é também uma experiência de peregrinação institucional. Um dos diagnósticos mais fortes sobre o tema no Rio é descrito como uma “teia de ausências”: faltas que começam no atendimento inicial e continuam no percurso por assistência, saúde, apoio psicológico e orientação jurídica.

Estudos citados no debate público apontam dificuldades para registrar ocorrência, concentração geográfica dos poucos serviços, atendimentos desumanizadores marcados por estereótipos e preconceitos, e um peso ainda maior quando as famílias são pobres, negras e periféricas. “Esse ponto é central: não se trata apenas de falhas técnicas. Existe um padrão de desigualdade no acesso à investigação, ao cuidado institucional e ao direito básico de ser atendido com seriedade”, pontua Adriano Dias.

Baixada Fluminense: o epicentro silencioso dos desaparecimentos

Se na capital o desaparecimento choca, na Baixada Fluminense ele se repete com um grau de naturalização perigoso. Dados compilados a partir de registros do ISP indicam que, entre 2003 e julho de 2023, a Baixada Fluminense registrou 27.985 pessoas desaparecidas, o que equivale a 25% do total do estado no período. O mesmo boletim destaca um problema grave: muitos casos que deveriam ser tratados como desaparecimentos forçados acabam rebaixados a uma categoria genérica de “pessoas desaparecidas”, em um contexto em que o país ainda convive com lacunas de tipificação, registro e responsabilização adequadas.

A dimensão territorial desse terror aparece também na cartografia das chamadas “áreas de desova”. Em 2025, levantamento divulgado pela Ponte Jornalismo, com base em mapeamento da IDMJR, apontou 116 cemitérios clandestinos e outras áreas de desova na Baixada Fluminense, associados a dinâmicas de violência e controle territorial. “Quando um território acumula desaparecimentos, ocultação e medo estruturado, investigar ‘caso a caso’, sem inteligência integrada e sem proteção a testemunhas, vira muitas vezes uma encenação de procedimento”, afirma Adriano Dias.

Casos que seguem se repetindo: Edson Davi

A ComCausa – Defesa da Vida vem acompanhando casos que evidenciam como o desaparecimento de pessoas continua atravessando o cotidiano de inúmeras famílias no Rio de Janeiro, produzindo medo, desorganização da vida e uma espera que não deveria existir.

Edson Davi, desaparecido na Barra da Tijuca em 4 de janeiro de 2024, tornou-se um dos casos mais emblemáticos deste ciclo recente. O caso passou a sintetizar, para muita gente, aquilo que as estatísticas já indicam: o desaparecimento não é episódio isolado, é um problema estrutural — e a cobrança por respostas, investigação completa e transparência segue crescendo.

“A repetição de histórias com grande visibilidade pública e, ainda assim, sem resolução definitiva, reforça um diagnóstico duro: não faltam casos, relatos e evidências de dor. O que falta é capacidade de resposta do Estado na mesma proporção — com integração, prioridade, técnica e humanidade”, diz Adriano Dias.

O que precisa mudar: medidas que salvam tempo, prova e dignidade

Se o desaparecimento é uma corrida contra o tempo, o Estado não pode operar na lógica da espera. Precisa agir como emergência, com procedimento imediato, coordenação real e responsabilidade pública — porque cada hora perdida custa prova, reduz a chance de localização e amplia o sofrimento das famílias.

Entre as medidas apontadas por diagnósticos e debates especializados, a ComCausa – Defesa da Vida destaca: registro imediato e padronizado da ocorrência, sem barreiras burocráticas e sem tratamento discriminatório; integração efetiva de bases e fluxos de informação entre polícia, hospitais, IML e assistência social, para evitar o “sumiço burocrático” que paralisa diligências; apoio psicossocial e jurídico contínuo, com capilaridade e descentralização; inteligência territorial e prioridade operacional nas regiões mais afetadas, especialmente na Baixada Fluminense; e transparência e prestação de contas, com comunicação clara às famílias sobre o que foi feito, o que está sendo apurado, quais hipóteses estão em análise e quais são os próximos passos.

Por que Priscila Belfort continua sendo um alerta

O desaparecimento de Priscila não “acabou” com o passar do tempo. Ele permanece como ferida aberta — e como um espelho incômodo: se um caso tão conhecido pode atravessar décadas sem prova conclusiva e sem resposta definitiva, o que acontece com as milhares de famílias que nem chegam à mídia?

“A Defesa da Vida exige que o desaparecimento seja tratado como prioridade de Estado”, conclui Adriano Dias. “E, quando o Estado falha, a sociedade civil e as redes de apoio precisam existir para que nenhuma família atravesse isso sozinha.”

Menino que estava desaparecido é encontrado morto na Baixada Fluminense

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sábado, novembro 22, 2025


A família do adolescente Enrique Júnior dos Santos, de 14 anos, morador de Japeri, cidade da Baixada Fluminense, viveu momentos de angústia que terminaram em tragédia. O garoto, que estava desaparecido desde a tarde desta sexta-feira (21/11), foi encontrado morto por afogamento.

Enrique havia saído de casa para brincar com amigos e não retornou. Ele se afogou na área conhecida como Prainha, um ponto de encontro de rios. O afogamento ocorreu próximo ao pontilhão de ferro, onde o Rio São Pedro deságua no Rio Guandu, entre Engenheiro Pedreira e Japeri, perto do conjunto de casas da Chacrinha.

O corpo de Enrique Júnior foi resgatado no local. A Polícia foi acionada para registrar a ocorrência e iniciar os procedimentos cabíveis. A notícia chocou os moradores e a comunidade escolar da região.

Jovem desaparecido após sair da casa, em Belford Roxo, para vender bala é achado morto em praia do Rio

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quinta-feira, junho 26, 2025


O corpo de um jovem, de 18 anos, foi encontrado na Praia Vermelha, localizada na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros (CBMERJ), equipes do Grupamento Marítimo (Gmar) de Botafogo foram acionadas por volta das 16h40 de quarta-feira, (25) para atender à ocorrência.

Moradores da região relataram que Wallysson Abel Santos de Oliveira, que trabalhava vendendo balas nas imediações havia desaparecido na última sexta-feira, dia 21 de junho. 

Segundo testemunhas, o jovem, que havia saído de casa, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, teria decidido nadar no mar e não foi mais visto desde então.

Mulher que estava desaparecida é encontrada morta dentro de cisterna em Mesquita, na Baixada Fluminense

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segunda-feira, maio 26, 2025


A Polícia Civil está investigando a morte de Placedina Monsores dos Santos, de 79 anos. Ela foi encontrada sem vida dentro de uma cisterna na Rua Professor Samuel de Souza Maciel, no bairro Santo Elias, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Populares relataram que a idosa estava desaparecida há pelo menos dois dias. Os investigadores buscam esclarecer as circunstâncias da morte.

Este é o segundo caso de morte em cisterna na cidade de Mesquita em um curto período. Em fevereiro, uma menina de apenas dois anos também morreu em uma situação semelhante. O corpo de Placedina Monsores dos Santos foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu.

Americano que estava desaparecido no Rio é achado morto na Baixada Fluminense

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sábado, março 15, 2025


O turista norte-americano Sam Louis Bindler, de 34 anos, desaparecido desde 8 de março, foi achado morto no Instituto Médico Legal (IML) de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A família reconheceu o corpo. Sam morava em Nova York e estava no Brasil para aproveitar o Carnaval. Ele foi visto pela última vez em um estabelecimento no Vidigal, Zona Sul do Rio de Janeiro.

A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) investiga o caso. Sam estava hospedado em Sorocaba (SP) e viajou sozinho para o Rio de Janeiro em 7 de março. a polícia está investigando se ele foi atropelado na Rodovia Washington Luís.

O Disque Denúncia chegou a divulgar um cartaz pedindo informações sobre o desaparecimento. A polícia busca esclarecer as circunstâncias da morte

A morte de Sam Louis Bindler levanta questões sobre a segurança de turistas no Rio de Janeiro.

Padrasto confessa ter matado criança em Belford Roxo, na Baixada Fluminense

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quinta-feira, fevereiro 20, 2025


O padrasto do pequeno Alisson, admitiu em seu depoimento, que matou o garoto de apenas três anos em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O corpo da criança foi achado dentro de uma bolsa, num mato do Morro da Galinha nesta quinta-feira (20).

Conforme as apurações, o menino estava desaparecido desde a tarde de quarta-feira (19). Todos os vizinhos se mobilizaram e estavam há mais de 24 horas em busca do paradeiro do menino. De primeiro momento, o padrasto, identificado como Pedro Henrique, afirmou que o garoto desapareceu enquanto ele foi fazer a compra de leite.


A situação causou indignação entre os moradores. O homem foi detido por um tribunal do tráfico e foi encontrado ferido na área. Enquanto ele estava sendo socorrido, a comunidade encontrou o garoto já sem vida.

Pedro Henrique foi conduzido à delegacia e, a princípio, estava negando sua participação no crime. No entanto, sua avó e os moradores da área já o denunciavam e apontavam ele como o principal suspeito no crime bárbaro.

A mãe do garoto Alisson estava na DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) onde seguia sendo ouvida pelos agentes da distrital.

Mãe é agredida após filho que estava desaparecido ser achado morto em Belford Roxo, na Baixada Fluminense

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Foto: Gilberto Rocha

A mãe do pequeno Alisson, levou um empurrão e quase foi linchada, após o filho ser achado morto, num mato, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Policiais militares conseguiram intervir a ação, acalmaram os ânimos e a levaram a mulher para a delegacia.

A criança de três anos, que estava desaparecida desde quarta feira (19/2), foi encontrada sem vida, na tarde desta quinta feira (20/02), dentro de uma sacola plástica.

Desde o desaparecimento, os vizinhos passaram a desconfiar do padrasto. Os próprios moradores o capturaram, e após terem linchado o principal suspeito, entregaram o homem para policiais do 39º BPM. 

O menino morava com a mãe e o padrasto no Morro da Galinha. Não há informações sobre a motivação do crime, e as investigações estão a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Criança que estava desaparecida é encontrada morta em Belford Roxo

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Uma criança de 3 anos foi encontrada morta após ser dada como desaparecida na comunidade da Galinha, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

O pequeno Alisson, estava desaparecido desde a tarde de quarta-feira (19/2). Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a causa da morte. O corpo foi achado dentro de uma sacola no mato perto de casa.


De acordo com a Polícia Militar, agentes do 39º BPM (Belford Roxo) isolaram a área para a perícia e acionaram o Corpo de Bombeiros para a retirada do corpo.

O caso foi registrado na 54ª DP (B.Roxo) e encaminhado à Delegacia de homicídios da Baixada Fluminense. A Polícia Civil afirma que a investigação está em andamento.

Criança desaparece em Belford Roxo e família faz buscas há mais de 24 horas

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Um menino de três anos está desaparecido desde a tarde desta quarta-feira, dia 19/2 em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

A família está fazendo buscas pela região do Morro da Galinha, mas até a publicação desta reportagem, não havia nenhuma informação sobre seu paradeiro. 


Um protesto chegou a ser feito na via, na tentativa de chamar atenção das autoridades. Já são mais de 24 horas sem alguma notícia da criança. 

Segundo informações de parentes, o padrasto teria saído e deixado o Alisson sozinho dentro de casa, e a partir daí a criança não foi mais vista. O imóvel estava todo revirado. 

A polícia civil foi chamada para o caso. Quem souber de algo, pode ligar para 190 ou 21 2253-1177

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