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Menina que estava desaparecida em Botafogo é encontrada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense

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quarta-feira, março 04, 2026


Após dias de angústia para a família, a estudante Alicia da Silva Lima, de 13 anos, foi encontrada nesta quarta-feira (4), em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A adolescente, que mora no bairro de Botafogo, na Zona Sul do Rio, estava desaparecida desde a tarde de segunda-feira.

A localização da jovem contou com a mobilização de populares e o auxílio fundamental de um policial, após informações estratégicas sobre o seu paradeiro serem enviadas através do canal Linha Direta da cidade.

Assim que foi identificada em Belford Roxo, Alicia foi acompanhada por guardas municipais e policiais militares até a delegacia da região para o registro da ocorrência e os procedimentos de praxe antes de ser entregue aos responsáveis.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre como a estudante chegou à Baixada Fluminense ou o que teria motivado o desaparecimento.

O sumiço de Alicia mobilizou as redes sociais nos últimos dias. Segundo familiares, a adolescente foi vista pela última vez na Rua Real Grandeza, nas proximidades do Cemitério São João Batista, em Botafogo.

O clima de desespero aumentou devido a fatores que dificultavam as buscas:
Celular desligado: A família não conseguia qualquer contato direto com a menina.

Redes Sociais: Amigos e parentes utilizaram a internet para espalhar fotos de Alicia, criando uma corrente de buscas que alcançou milhares de pessoas.

Priscila Belfort e a “teia de ausências”: por que o Rio ainda falha na busca por pessoas desaparecidas

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sábado, janeiro 10, 2026


Há 22 anos sem respostas definitivas, o desaparecimento de Priscila Belfort expõe um padrão que se repete e se aprofunda: atendimento precário às famílias, investigação fragmentada e um território em que o sumiço, muitas vezes, vira estatística — especialmente quando a vítima é negra, pobre e periférica. O caso de Priscila não é apenas uma história interrompida. É um retrato de como o Estado do Rio de Janeiro ainda opera, de forma desigual, diante de um dos temas mais dolorosos da vida pública: o desaparecimento de pessoas.

“Quando alguém desaparece, o tempo vira inimigo. Cada hora sem ação integrada pode apagar pistas, dispersar testemunhas, esfriar imagens, desorganizar rotinas de busca e ampliar o sofrimento de mães, pais e familiares que passam a viver em suspensão”, afirma Adriano Dias, articulador da ComCausa – Defesa da Vida. “O desaparecimento não termina no dia em que a pessoa some. Ele começa ali, e passa a morar dentro da família, dentro do território e dentro de um sistema que, muitas vezes, não consegue entregar o mínimo: resposta, rastreabilidade e verdade.”

Em 2024, o cenário ganhou números que não deixam margem para relativização: o Rio registrou média de 16 desaparecimentos por dia, com 2.533 registros entre janeiro e maio, segundo levantamento baseado em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). O problema não é só a quantidade. É a forma como as instituições respondem — e a forma como a resposta muda conforme a cor, o CEP e a renda de quem desapareceu.

O caso Priscila Belfort: 20 anos de perguntas abertas, 22 anos de alerta público

Priscila Vieira Belfort nasceu no Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1974. Em 9 de janeiro de 2004, aos 29 anos, desapareceu após sair para almoçar no Centro do Rio, onde trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Desde então, seu paradeiro permanece desconhecido.

Ao longo dos anos, o caso atravessou ondas de visibilidade pública, denúncias, buscas e hipóteses. Entre os episódios citados na reconstrução do caso, há o registro de que, em 2007, surgiu uma confissão apontando sequestro e morte, com indicação de local de ocultação, mas nada foi encontrado, mantendo o caso sem comprovação conclusiva e sem desfecho.

“Priscila segue como símbolo de uma tragédia dupla: a violência do desaparecimento e a violência institucional da ausência de resposta”, diz Adriano Dias. “E é impossível falar do caso sem reconhecer o empenho público e persistente de Jovita Belfort e Vitor Belfort, que, por anos, sustentaram a busca, a visibilidade e a cobrança por investigação.”

A “teia de ausências”: como as famílias são empurradas para o abandono

A ComCausa – Defesa da Vida destaca que o desaparecimento é também uma experiência de peregrinação institucional. Um dos diagnósticos mais fortes sobre o tema no Rio é descrito como uma “teia de ausências”: faltas que começam no atendimento inicial e continuam no percurso por assistência, saúde, apoio psicológico e orientação jurídica.

Estudos citados no debate público apontam dificuldades para registrar ocorrência, concentração geográfica dos poucos serviços, atendimentos desumanizadores marcados por estereótipos e preconceitos, e um peso ainda maior quando as famílias são pobres, negras e periféricas. “Esse ponto é central: não se trata apenas de falhas técnicas. Existe um padrão de desigualdade no acesso à investigação, ao cuidado institucional e ao direito básico de ser atendido com seriedade”, pontua Adriano Dias.

Baixada Fluminense: o epicentro silencioso dos desaparecimentos

Se na capital o desaparecimento choca, na Baixada Fluminense ele se repete com um grau de naturalização perigoso. Dados compilados a partir de registros do ISP indicam que, entre 2003 e julho de 2023, a Baixada Fluminense registrou 27.985 pessoas desaparecidas, o que equivale a 25% do total do estado no período. O mesmo boletim destaca um problema grave: muitos casos que deveriam ser tratados como desaparecimentos forçados acabam rebaixados a uma categoria genérica de “pessoas desaparecidas”, em um contexto em que o país ainda convive com lacunas de tipificação, registro e responsabilização adequadas.

A dimensão territorial desse terror aparece também na cartografia das chamadas “áreas de desova”. Em 2025, levantamento divulgado pela Ponte Jornalismo, com base em mapeamento da IDMJR, apontou 116 cemitérios clandestinos e outras áreas de desova na Baixada Fluminense, associados a dinâmicas de violência e controle territorial. “Quando um território acumula desaparecimentos, ocultação e medo estruturado, investigar ‘caso a caso’, sem inteligência integrada e sem proteção a testemunhas, vira muitas vezes uma encenação de procedimento”, afirma Adriano Dias.

Casos que seguem se repetindo: Edson Davi

A ComCausa – Defesa da Vida vem acompanhando casos que evidenciam como o desaparecimento de pessoas continua atravessando o cotidiano de inúmeras famílias no Rio de Janeiro, produzindo medo, desorganização da vida e uma espera que não deveria existir.

Edson Davi, desaparecido na Barra da Tijuca em 4 de janeiro de 2024, tornou-se um dos casos mais emblemáticos deste ciclo recente. O caso passou a sintetizar, para muita gente, aquilo que as estatísticas já indicam: o desaparecimento não é episódio isolado, é um problema estrutural — e a cobrança por respostas, investigação completa e transparência segue crescendo.

“A repetição de histórias com grande visibilidade pública e, ainda assim, sem resolução definitiva, reforça um diagnóstico duro: não faltam casos, relatos e evidências de dor. O que falta é capacidade de resposta do Estado na mesma proporção — com integração, prioridade, técnica e humanidade”, diz Adriano Dias.

O que precisa mudar: medidas que salvam tempo, prova e dignidade

Se o desaparecimento é uma corrida contra o tempo, o Estado não pode operar na lógica da espera. Precisa agir como emergência, com procedimento imediato, coordenação real e responsabilidade pública — porque cada hora perdida custa prova, reduz a chance de localização e amplia o sofrimento das famílias.

Entre as medidas apontadas por diagnósticos e debates especializados, a ComCausa – Defesa da Vida destaca: registro imediato e padronizado da ocorrência, sem barreiras burocráticas e sem tratamento discriminatório; integração efetiva de bases e fluxos de informação entre polícia, hospitais, IML e assistência social, para evitar o “sumiço burocrático” que paralisa diligências; apoio psicossocial e jurídico contínuo, com capilaridade e descentralização; inteligência territorial e prioridade operacional nas regiões mais afetadas, especialmente na Baixada Fluminense; e transparência e prestação de contas, com comunicação clara às famílias sobre o que foi feito, o que está sendo apurado, quais hipóteses estão em análise e quais são os próximos passos.

Por que Priscila Belfort continua sendo um alerta

O desaparecimento de Priscila não “acabou” com o passar do tempo. Ele permanece como ferida aberta — e como um espelho incômodo: se um caso tão conhecido pode atravessar décadas sem prova conclusiva e sem resposta definitiva, o que acontece com as milhares de famílias que nem chegam à mídia?

“A Defesa da Vida exige que o desaparecimento seja tratado como prioridade de Estado”, conclui Adriano Dias. “E, quando o Estado falha, a sociedade civil e as redes de apoio precisam existir para que nenhuma família atravesse isso sozinha.”

Menino que estava desaparecido é encontrado morto na Baixada Fluminense

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sábado, novembro 22, 2025


A família do adolescente Enrique Júnior dos Santos, de 14 anos, morador de Japeri, cidade da Baixada Fluminense, viveu momentos de angústia que terminaram em tragédia. O garoto, que estava desaparecido desde a tarde desta sexta-feira (21/11), foi encontrado morto por afogamento.

Enrique havia saído de casa para brincar com amigos e não retornou. Ele se afogou na área conhecida como Prainha, um ponto de encontro de rios. O afogamento ocorreu próximo ao pontilhão de ferro, onde o Rio São Pedro deságua no Rio Guandu, entre Engenheiro Pedreira e Japeri, perto do conjunto de casas da Chacrinha.

O corpo de Enrique Júnior foi resgatado no local. A Polícia foi acionada para registrar a ocorrência e iniciar os procedimentos cabíveis. A notícia chocou os moradores e a comunidade escolar da região.

Jovem desaparecido após sair da casa, em Belford Roxo, para vender bala é achado morto em praia do Rio

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quinta-feira, junho 26, 2025


O corpo de um jovem, de 18 anos, foi encontrado na Praia Vermelha, localizada na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros (CBMERJ), equipes do Grupamento Marítimo (Gmar) de Botafogo foram acionadas por volta das 16h40 de quarta-feira, (25) para atender à ocorrência.

Moradores da região relataram que Wallysson Abel Santos de Oliveira, que trabalhava vendendo balas nas imediações havia desaparecido na última sexta-feira, dia 21 de junho. 

Segundo testemunhas, o jovem, que havia saído de casa, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, teria decidido nadar no mar e não foi mais visto desde então.

Mulher que estava desaparecida é encontrada morta dentro de cisterna em Mesquita, na Baixada Fluminense

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segunda-feira, maio 26, 2025


A Polícia Civil está investigando a morte de Placedina Monsores dos Santos, de 79 anos. Ela foi encontrada sem vida dentro de uma cisterna na Rua Professor Samuel de Souza Maciel, no bairro Santo Elias, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Populares relataram que a idosa estava desaparecida há pelo menos dois dias. Os investigadores buscam esclarecer as circunstâncias da morte.

Este é o segundo caso de morte em cisterna na cidade de Mesquita em um curto período. Em fevereiro, uma menina de apenas dois anos também morreu em uma situação semelhante. O corpo de Placedina Monsores dos Santos foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu.

Americano que estava desaparecido no Rio é achado morto na Baixada Fluminense

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sábado, março 15, 2025


O turista norte-americano Sam Louis Bindler, de 34 anos, desaparecido desde 8 de março, foi achado morto no Instituto Médico Legal (IML) de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A família reconheceu o corpo. Sam morava em Nova York e estava no Brasil para aproveitar o Carnaval. Ele foi visto pela última vez em um estabelecimento no Vidigal, Zona Sul do Rio de Janeiro.

A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) investiga o caso. Sam estava hospedado em Sorocaba (SP) e viajou sozinho para o Rio de Janeiro em 7 de março. a polícia está investigando se ele foi atropelado na Rodovia Washington Luís.

O Disque Denúncia chegou a divulgar um cartaz pedindo informações sobre o desaparecimento. A polícia busca esclarecer as circunstâncias da morte

A morte de Sam Louis Bindler levanta questões sobre a segurança de turistas no Rio de Janeiro.

Padrasto confessa ter matado criança em Belford Roxo, na Baixada Fluminense

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quinta-feira, fevereiro 20, 2025


O padrasto do pequeno Alisson, admitiu em seu depoimento, que matou o garoto de apenas três anos em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O corpo da criança foi achado dentro de uma bolsa, num mato do Morro da Galinha nesta quinta-feira (20).

Conforme as apurações, o menino estava desaparecido desde a tarde de quarta-feira (19). Todos os vizinhos se mobilizaram e estavam há mais de 24 horas em busca do paradeiro do menino. De primeiro momento, o padrasto, identificado como Pedro Henrique, afirmou que o garoto desapareceu enquanto ele foi fazer a compra de leite.


A situação causou indignação entre os moradores. O homem foi detido por um tribunal do tráfico e foi encontrado ferido na área. Enquanto ele estava sendo socorrido, a comunidade encontrou o garoto já sem vida.

Pedro Henrique foi conduzido à delegacia e, a princípio, estava negando sua participação no crime. No entanto, sua avó e os moradores da área já o denunciavam e apontavam ele como o principal suspeito no crime bárbaro.

A mãe do garoto Alisson estava na DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) onde seguia sendo ouvida pelos agentes da distrital.
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