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Nenhum comentárioComo preparar, guardar e conservar as roupas do bebê sem riscos à saúde
Nenhum comentárioUm dos momentos mais especiais da gestação é a preparação do enxoval do bebê. Essa fase, repleta de expectativas por parte dos pais, exige organização e cuidados especiais para a chegada do pequeno, e algumas medidas que ajudam a preservar a saúde da criança após o nascimento. Pensando nisso, Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, dá dicas sobre como preparar e armazenar corretamente este tipo de peça antes e depois do nascimento do bebê.
Cuidados necessários antes do nascimento
Após a compra das peças que estarão em contato com a pele do bebê, como as roupinhas, meias, toalhas, cobertores e paninhos de boca, é fundamental realizar a higienização correta dos itens. Como o recém-nascido possui a pele e o sistema respiratório muito sensíveis, é importante evitar produtos químicos com cheiro forte, como água sanitária ou amaciante, para não causar alergias. Além da higienização, outra orientação importante é cortar as etiquetas, que podem causar coceira ou desconforto nas crianças, devido ao tamanho e ao material. No caso de brinquedos e bichinhos de pelúcia, os mesmos cuidados também são necessários para evitar ácaros e fungos, que são prejudiciais à saúde.
Depois do nascimento
Após a chegada do bebê, as roupas devem ser lavadas separadamente das peças dos adultos, semanalmente ou sempre que necessário. Além disso, os produtos utilizados devem ser suaves, próprios para o público infantil. No caso de manchas difíceis de tirar, a orientação é enviar os itens para uma lavanderia especializada, que é treinada para a remoção de diversos tipos de sujidades. Itens como kit berço, colchão e até o sofá podem ser higienizados quinzenalmente por empresas especializadas. A rede francesa, por exemplo, conta com um serviço chamado 5àsec em Casa, que conta com equipamento profissional que realiza o processo de limpeza e higienização de estofados e colchões fazendo o uso de água ozonizada, que tem ação sanitizante potencializada pela aplicação da tecnologia Nano UV, promovendo uma proteção bactericida e germicida.
Além disso, as roupas adquiridas no enxoval ou presenteadas por amigos e familiares no chá de bebê são, muitas vezes, maiores que o tamanho atual da criança e podem ser utilizadas futuramente. Por isso, não é necessário higienizar todos de uma só vez. O ideal é armazenar as peças corretamente, separadas daquelas que estão em uso, em sacos de TNT e em ambientes secos e arejados, que ajudam a proteger o tecido de poeira e outras sujidades. Quando chegar o momento de utilizá-las, basta realizar a higienização adequada antes do uso.
Depois da fase de recém-nascido
Quando o bebê já pode sair de casa, uma dúvida recorrente é sobre a limpeza dos estofados que compõem o bebê conforto, da cadeirinha para o carro e do carrinho de passeio. Alguns deles são removíveis e podem ser lavados mensalmente para evitar o acúmulo de poeira e sujeira do dia a dia.
Já no caso daqueles que não podem ser retirados ou dos colchões, principalmente quando a criança está em época de desfralde, é possível contratar uma lavanderia especializada que realiza o serviço de limpeza de estofados e colchões, para que o item permaneça sempre limpo e seguros para o uso.
“Além da parte estética, a higienização e o armazenamento corretos do enxoval do bebê são fundamentais para a saúde dos pequenos. Os bebês são mais sensíveis durante os primeiros meses de vida, por isso, tudo deve ser pensado com carinho e atenção para garantir conforto e segurança. Quem tem dúvidas sobre a forma correta, pode recorrer a lavanderias especializadas, que contam com processos profissionais que auxiliam na limpeza de diversos itens”, afirma Marinês Cassiano, especialista.
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| 2024 | 613 |
| 2025 | 485 |
| 2026 | 1.101 |
O secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Nobre Cavalcanti, alerta que a maioria desses acidentes poderia ser evitada. Segundo ele, esses casos sobrecarregam a estrutura pública devido à complexidade dos ferimentos.
“Acidentes de moto costumam gerar traumas graves e demandam uma estrutura complexa, com equipes multiprofissionais, cirurgias e internações”, afirmou o secretário.
No Centro de Trauma do HGNI, a situação é ainda mais nítida: atualmente, 7 em cada 10 pacientes atendidos no setor são motociclistas.
O diretor-geral do HGNI, Ulisses Melo, aponta que o crescimento da circulação de motos — impulsionado por serviços de entrega e transporte por aplicativos — é um dos fatores que explicam o aumento das ocorrências. Ele ressalta que a pressa e manobras arriscadas no trânsito têm gerado consequências definitivas.
“Vemos pacientes jovens que precisam lidar com cirurgias, longos períodos de recuperação e, em alguns casos, sequelas permanentes”, destacou o diretor, reforçando que o impacto vai muito além da emergência, alterando permanentemente a vida das vítimas.

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