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Crianças internadas no Hospital Geral de Nova Iguaçu ganham festa junina

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segunda-feira, junho 24, 2024

Foto: Renato Fonseca / PMNI / Divulgação

A alegria tomou conta da ala pediátrica do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) nesta segunda-feira (24). Em comemoração ao Dia de São João, a unidade de saúde promoveu seu tradicional arraiá junino. O evento foi realizado na área de recreação do setor e contou com a participação de personagens caracterizados, música temática, decoração e brincadeiras, além da entrega de lembrancinhas.

Os personagens Rosinha e Chico Bento, da “Turma da Mônica”, trataram de animar o arraiá, passando pelos corredores da pediatria, visitando as enfermarias e chamando as crianças para o momento de diversão. Essa é mais uma iniciativa de humanização, conforto e acolhimento proporcionada pelo HGNI, que transformou o ambiente hospitalar em um clima festivo, criando uma atmosfera de celebração mesmo em meio ao momento de internação.

“A nossa festinha junina já é tradicional e tem como grande objetivo proporcionar o bem-estar para as crianças e seus acompanhantes. Sabemos que é difícil ficar internado, e esses eventos assim trazem momentos de alegria, interação social, aceitação ao tratamento e até podem colaborar para que a alta aconteça um pouco mais cedo”, destaca a diretora técnica do HGNI, a médica Thatiany Nunes.

Nem mesmo o gesso no braço do pequeno Théo, de 6 anos, foi o suficiente para deixá-lo de fora da festa. Ele brincou, fez amigos, jogou bola e se divertiu em uma tarde que, segundo sua mãe, Ariane Ferreira, de 26 anos, foi importante para diminuir a tensão de estar em um hospital.

“Eu achei muito legal, bacana e diferente. Importante para distrair as crianças, que fazem amizade e se divertem”, conta Ariane. Já o Théo listou o que mais gostou: “Eu brinquei na pescaria, ganhei uma bola e um jogo da memória”.

Já Camila Alves de Andrade, de 32 anos, que acompanha a filha Miria, de 5, que está em pós-operatório, elogiou a iniciativa.

“Gostei da festa. Nunca tinha visto, nem sequer uma brinquedoteca. Foi legal. Essa é a primeira vez que trago minha filha a esse hospital e estou muito satisfeita”, ressalta. “Quero brincar mais, quero brincar de médico”, conta Miria, que ganhou um frasco de bolhas de sabão, um estetoscópio de brinquedo e uma garrafinha.

A festa não ficou restrita somente à pediatria. Mais cedo, os personagens visitaram os setores administrativos, interagindo com os funcionários e levando o tradicional ritmo junino, contagiando a todos com o espírito festivo da data.

Doação de sangue salva a vida de adolescente de 14 anos tratada no Hospital Geral de Nova Iguaçu

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sexta-feira, junho 14, 2024

Foto: Alziro Xavier / PMNI / Divulgação

“Se não tivesse essa doação de sangue, talvez a gente até perderia a vida dela”. Com essas palavras emocionadas, Leonardo Siqueira dos Santos, de 42 anos, relembrou o momento crítico em que sua filha, Gabrielly Siqueira de Jesus, então com 14 anos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em outubro de 2023. A transfusão de sangue foi essencial para salvar sua vida durante a internação no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI).

Histórias como a dessa família ganham ainda mais importância durante a campanha Junho Vermelho, que visa conscientizar sobre a necessidade de doação de sangue. Na última semana, Leonardo e sua esposa, Denise Afonso Almeida, de 38 anos, retornaram ao banco de sangue do HGNI para doar pela segunda vez desde o início do tratamento da filha. A adolescente também voltou à unidade para nova consulta médica e reencontrou alguns profissionais que cuidaram dela durante os quase dois meses em que ficou hospitalizada.

“As pessoas não têm noção do quanto a instituição hospitalar precisa de doações de sangue. Uma bolsa pode ajudar a salvar até quatro vidas. Não é esperar um parente ou um familiar precisar, mas vir de livre e espontânea vontade, sabendo que estará fazendo o bem para outra pessoa, como fizeram para a minha filha”, destaca Leonardo.

A situação de Gabrielly mobilizou todas as equipes do HGNI. Ela chegou à unidade em estado gravíssimo e foi imediatamente levada para o CTI para tratamento clínico e cirúrgico. A menina precisou de quatro transfusões de sangue para estabilizar seu quadro de saúde, o que foi essencial para que as cirurgias minimizassem os impactos do AVC e colaborassem com o tratamento. Gabrielly, agora com 15 anos, segue fazendo acompanhamento ambulatorial e, mesmo que remotamente, continua seus estudos e atividades com o auxílio dos pais.

O médico do CTI do HGNI e um dos coordenadores do setor, Thiago Souza, de 40 anos, reencontrou Gabrielly no banco de sangue, acompanhado do fisioterapeuta Braz Perpétuo, de 47, que ajudou na reabilitação da paciente.

“Hoje a gente sabe que a transfusão de sangue muda vidas, principalmente para os pacientes que chegam graves ao nosso hospital. Se não tivesse sido feita na Gabrielly, ela não teria condições clínicas e hemodinâmicas para fazer qualquer procedimento cirúrgico. Isso foi primordial para que ela esteja aqui conosco”, explica o médico.

Campanha de doação de sangue continua


Ao longo do mês de junho, o banco de sangue do HGNI preparou ações para aumentar a captação de doadores. A meta da instituição é conseguir, no mínimo, 800 doações de sangue por mês para atender a demanda. No Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado nesta sexta-feira (14), a unidade de saúde realizou ações alusivas à data, com a participação de um personagem caracterizado de gota de sangue que divertiu os doadores. Foram colocados também espaços personalizados para fotos, com o intuito que cada voluntário, ao registrar o momento, ajude na divulgação sobre a necessidade de doações.

O hemonúcleo conta com serviço de transporte para grupos de 4 a 15 pessoas doarem sangue em grupo. Interessados devem entrar em contato com o número (21) 99695-7470, com até três dias de antecedência, para verificar a viabilidade do serviço, que também atende cidades vizinhas a Nova Iguaçu.

“A doação de sangue é segura. É importante que seja feita para que a gente possa continuar salvando pacientes diariamente. Somos um hospital de portas abertas, então temos uma demanda alta e você consegue salvar até quatro vidas através desse gesto”, ressalta Thais Carvalho, líder de captação de sangue do HGNI.

O banco de sangue do HGNI funciona de segunda a sábado, das 7h30 às 18h. Ele fica localizado próximo à recepção geral da unidade de saúde. Para mais informações sobre a doação, acesse o site: Doe Sangue Nova Iguaçu.

Hospital Geral de Nova Iguaçu alerta para aumento no atendimento a pacientes vítimas de quedas

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terça-feira, maio 28, 2024



Foi com a melhor das intenções que Severino Rafael dos Santos, de 77 anos, se arriscou para salvar o gato de seu vizinho que estava preso no telhado de sua casa e miava desde cedo, na última sexta-feira (24). O idoso colocou uma escada no muro e carregou uma outra, menor, para alcançar o bichano. Infelizmente, Severino se desequilibrou e caiu sentado no chão da varanda, sentindo fortes dores no quadril e na perna. Ele foi socorrido por vizinhos, que chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192) de Nova Iguaçu, e encaminhado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI).

Na unidade, exames comprovaram que o paciente havia quebrado o fêmur esquerdo e precisaria ficar internado.

“Um susto, Deus que me perdoe. Eu saio de casa às 5h20 para caminhar, como que vou fazer agora? Eu gosto de caminhar, de andar de bicicleta e agora estou nessa situação, mas vai ficar tudo bem”, explica Severino, que relembrou o episódio, contando o motivo de sua ação. “O gatinho é do meu vizinho que está internado. Não tinha ninguém para cuidar dele”.

Histórias de quedas como a de Severino têm se tornado comuns no HGNI. Para ter uma ideia, este tipo de ocorrência é a segunda principal causa de traumas, representando 13,3% do total de atendimentos, perdendo somente para os acidentes de trânsito, que incluem moto, carro e atropelamento. Em 2023, a unidade de saúde atendeu 975 pessoas que sofreram algum tipo de queda. Já nos quatro primeiros meses deste ano, foram 383 casos.

“É mais grave em idosos, pois eles têm ossos mais frágeis e problemas de saúde associados que podem levar a essas quedas. Então é mais provável que sofram fraturas ou traumatismos cranianos, que dependem de um tempo de internação e até mesmo cirurgia. Nossas equipes ficam atentas para um atendimento ainda mais minucioso à população de mais idade”, ressalta o diretor-geral do HGNI, Ulisses Melo.

São variados perfis de vítimas de quedas atendidas no HGNI. Desde trabalhadores que caem de escadas ou da laje, a pessoas que sofrem acidentes domésticos. Para isso, a equipe médica busca entender os tipos de lesões provocadas por essa queda, como fratura dos ossos do braço e da perna e traumatismos cranianos, e tratá-las. Esse paciente recebe atendimento com médicos especialistas em traumas, como ortopedistas, cirurgiões gerais, neurocirurgiões, bucomaxilofaciais e clínicos, até a definição de sua alta ou internação.

Severino soube que o gato conseguiu sair do telhado com a ajuda de outros vizinhos.

“O gatinho é tão bonitinho, preto e branco, parecia até botafoguense”, conta ele, com bom humor.

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Hospital Geral de Nova Iguaçu bate novo recorde de atendimentos a vítimas de acidentes de moto

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terça-feira, abril 30, 2024

Fotos: Renato Fonseca / PMNI / Divulgação

Os atendimentos às vítimas de acidentes de moto bateram o triste recorde no Hospital Geral de Nova Iguaçu pelo segundo ano consecutivo. Em comparação aos 3.282 casos registrados em 2022, que já havia sido o maior nos últimos cinco anos, 2023 fechou com 3.634 acidentados atendidos na emergência, representando um aumento de 10,7%. De janeiro a março de 2024, já foram anotados 945 atendimentos, indicando uma tendência de aumento para o restante do ano.

Segundo dados do HGNI, em 2023, 368 vítimas de acidentes por moto precisaram ser internadas, representando cerca de 10,1% do total de atendimentos. Nos três primeiros meses de 2024, esse percentual já subiu para 21,4%, com 203 internações. Se a tendência se mantiver, é possível que aconteça um novo recorde para o hospital, com aumento de 4% no número de atendimentos e alarmantes 123% nas internações.

“O que chama a atenção é que, infelizmente, muitos motociclistas ainda dirigem sem utilizar os equipamentos de proteção como os capacetes, calçados, luvas e roupas adequadas, que podem prevenir ou reduzir a gravidade dos ferimentos em acidentes. Essas medidas simples, unidas ao respeito às leis de trânsito, ajudam a salvar vidas”, destaca o médico ortopedista e secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu, Luiz Carlos Nobre Cavalcanti.

Os acidentes de moto lideram as estatísticas de atendimentos do HGNI, superando casos como Acidente Vascular Cerebral (AVC), infartos e outros traumas. Cerca de 80% das vítimas acidentadas têm fraturas nos braços ou nas pernas e 20% apresentam traumatismos complexos, como de crânio, coluna ou face. Homens entre 20 e 40 anos, que chegam sem utilizar nenhum tipo de equipamento de proteção, como o capacete e calçados adequados, são o perfil mais comum de vítimas.

“É triste ver que temos um número tão grande de acidente de moto e de internações. São casos que poderiam ser evitados com o uso dos equipamentos de proteção e podem ter um desfecho complexo para a vida dos pacientes e suas famílias, já que uma vítima deste tipo de acidente pode ter sequelas para a vida inteira e pode até mesmo precisar mudar a sua rotina”, ressalta o diretor-geral do HGNI, Ulisses Melo.

Equipe mobilizada no centro de trauma

No centro de trauma do HGNI, os acidentados de moto são atendidos por médicos especialistas em ortopedia, cirurgia geral, vascular, neurocirurgia e bucomaxilofacial, que realizam uma avaliação completa de cada caso, incluindo exames de imagem e laboratoriais para checar a extensão das lesões. Dependendo da gravidade, o paciente pode ficar internado por dias ou meses, passar por um longo processo de reabilitação ou até mesmo ter sequelas pelo resto da vida.

“O que é mais comum são pessoas com fraturas de membros inferiores que sofreram acidentes de moto. Não é só o fato de quebrar o osso, também tem lesões de pele e músculo, que dependem de tratamento com medicamentos, até mesmo os graves traumatismos crânio-encefálicos, que acontecem em sua maioria pela falta do capacete”, diz Kleber Santos, médico coordenador da emergência do HGNI.

Campanha Maio Amarelo

Para conscientizar a população sobre a importância de prevenir acidentes de trânsito, o HGNI reforça a importância da campanha Maio Amarelo. Ao longo do mês, a fachada da unidade será iluminada na cor amarela para chamar a atenção de quem passa pelo local e as equipes estarão orientando acompanhantes e pacientes, quanto ao uso de equipamentos de proteção adequados – para motociclistas – e os hábitos que devem ser evitados por condutores de carro e outros veículos.

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Nova Iguaçu tem queda de árvore, falta de energia e destelhamento; Hospital Geral funcionou com gerador

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domingo, novembro 19, 2023


Equipes da Prefeitura de Nova Iguaçu estão atuando, na manhã deste domingo (19), em locais afetados por rajadas de ventos de aproximadamente 70 km por hora e a chuva da noite de sábado (18). 

A Secretaria Municipal de Defesa Civil foi acionada para duas ocorrências, sendo uma de destelhamento e uma de queda de árvore. Não há registro de feridos, desalojados ou desabrigados.

Equipes da Empresa Municipal de Limpeza Urbana atuam na cidade fazendo a remoção das árvores para desobstrução de vias.

O Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) registrou falta de energia elétrica no sábado (18), devido a um incêndio em uma subestação da Light. A unidade funcionou cerca de seis horas com o apoio dos geradores. O tomógrafo precisou ser desligado neste período devido a possibilidade de sobrecarga Nenhum paciente teve a assistência médica prejudicada.

Para este domingo, a previsão é de pancadas de chuva de intensidade média e forte a qualquer momento do dia. O município segue em estágio de observação. Qualquer emergência, a Prefeitura pede que a população entre em contato pelos números 199 / 2667-5751 / 981609740

PM é baleado ao realizar entrega de celular em Nova Iguaçu

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quarta-feira, janeiro 18, 2023


NOVA IGUAÇU - Um policial militar deu entrada no Hospital Geral de Nova Iguaçu, (HGNI), na noite desta terça-feira, 17/1 depois de ter sido baleado no Bairro K11, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. 

De acordo com informações, Marcos Felipe Dias Francisco, havia ido até o local para fazer uma entrega de uma encomenda de celular a uma pessoa quando foi baleado na barriga. O agente vende aparelhos celulares para complementar sua renda.

Um motorista que passava no momento, avistou o Cabo da PM baleado e o socorreu para o pronto-socorro. A polícia Civil investiga se o policial foi alvo de uma emboscada. 

De acordo com o Hospital da Posse, o militar passou por uma cirurgia de urgência para retirar a bala e está internado com quadro grave.

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