Responsive Ad Slot

Mostrando postagens classificadas por data para a consulta saúde. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por data para a consulta saúde. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens

Calor extremo vai atingir o RJ nos próximos dias, trazendo risco à saúde e à vida

Nenhum comentário

sábado, janeiro 10, 2026


O Centro de Inteligência em Saúde do Estado do RJ (CIS/SES-RJ) informa que há previsão de excesso de calor a partir do domingo, 11 de janeiro. Mmunicípios entram em nível Laranja – Severo: Belford Roxo; Japeri; Marica; Piraí; Queimados; São Gonçalo; Seropédica; Nova Iguaçu; Guapimirim; Mesquita, Caxias e Itaguaí. Na segunda (12), o cenário se intensifica, e a capital fluminense entra na lista, e continua na terça-feira (13), com estimativa de nível Vermelho – Extremo em Guapimirim.

O painel calcula o índice de excesso de calor (EHF), que mede o perigo do calor ao comparar a temperatura dos próximos três dias com o histórico das três últimas décadas numa determinada região. O EHF é classificado em quatro níveis: Verde – Sem excesso, Amarelo – Leve, Laranja – Severo e Vermelho – Extremo. Severo é quando o indicador entra nos 15% mais quentes da série histórica de um local. E o Extremo é o nível máximo e mais raro, quando o calor é três vezes maior que o limite severo.

"Este aviso vem de uma previsão do Centro de Inteligência em Saúde com base na temperatura fornecida pelo INMET. Isso significa que a população deve esperar temperaturas mais elevadas, e se cuidar diante disso. É preciso manter uma boa hidratação ao longo do dia, usar roupas claras e leves e evitar a exposição direta ao sol nos horários mais quentes, entre 10h e 16h. Quando for inevitável sair nesse período, é importante utilizar proteção solar, como bonés, chapéus e óculos escuros", explica a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello.

Para enfrentar o calor extremo, a SES-RJ instalou pontos de hidratação externa nas 27 UPAs estaduais para a população vulnerável. O SAMU 192 reforçou o atendimento com motolâncias e veículos de intervenção rápida em pontos estratégicos da capital fluminense. As unidades de saúde adotaram protocolos específicos de classificação de risco e oferecem sais de hidratação para idosos e crianças. Todo o monitoramento climático e de saúde é realizado pelo Centro de Inteligência em Saúde através do painel Monitora

Homens são presos acusados de vender e aplicar ilegalmente remédio para emagrecer na Baixada Fluminense

Nenhum comentário

Policiais civis prenderam dois homens por crime contra saúde pública. A dupla foi localizada e capturada no bairro Edson Passos, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

As investigações apontaram que eles comercializavam e aplicavam clandestinamente tirzepatida, princípio ativo de um medicamento indicado para diabete e também utilizado para auxiliar no emagrecimento.

Após tomarem ciência do fato, os agentes da 53ª DP (Mesquita) realizaram diligências na quarta-feira (07/01) e encontraram a dupla em um bairro na Baixada Fluminense. Os homens foram autuados em flagrante por crime contra saúde pública.

Priscila Belfort e a “teia de ausências”: por que o Rio ainda falha na busca por pessoas desaparecidas

Nenhum comentário

Há 22 anos sem respostas definitivas, o desaparecimento de Priscila Belfort expõe um padrão que se repete e se aprofunda: atendimento precário às famílias, investigação fragmentada e um território em que o sumiço, muitas vezes, vira estatística — especialmente quando a vítima é negra, pobre e periférica. O caso de Priscila não é apenas uma história interrompida. É um retrato de como o Estado do Rio de Janeiro ainda opera, de forma desigual, diante de um dos temas mais dolorosos da vida pública: o desaparecimento de pessoas.

“Quando alguém desaparece, o tempo vira inimigo. Cada hora sem ação integrada pode apagar pistas, dispersar testemunhas, esfriar imagens, desorganizar rotinas de busca e ampliar o sofrimento de mães, pais e familiares que passam a viver em suspensão”, afirma Adriano Dias, articulador da ComCausa – Defesa da Vida. “O desaparecimento não termina no dia em que a pessoa some. Ele começa ali, e passa a morar dentro da família, dentro do território e dentro de um sistema que, muitas vezes, não consegue entregar o mínimo: resposta, rastreabilidade e verdade.”

Em 2024, o cenário ganhou números que não deixam margem para relativização: o Rio registrou média de 16 desaparecimentos por dia, com 2.533 registros entre janeiro e maio, segundo levantamento baseado em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). O problema não é só a quantidade. É a forma como as instituições respondem — e a forma como a resposta muda conforme a cor, o CEP e a renda de quem desapareceu.

O caso Priscila Belfort: 20 anos de perguntas abertas, 22 anos de alerta público

Priscila Vieira Belfort nasceu no Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1974. Em 9 de janeiro de 2004, aos 29 anos, desapareceu após sair para almoçar no Centro do Rio, onde trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Desde então, seu paradeiro permanece desconhecido.

Ao longo dos anos, o caso atravessou ondas de visibilidade pública, denúncias, buscas e hipóteses. Entre os episódios citados na reconstrução do caso, há o registro de que, em 2007, surgiu uma confissão apontando sequestro e morte, com indicação de local de ocultação, mas nada foi encontrado, mantendo o caso sem comprovação conclusiva e sem desfecho.

“Priscila segue como símbolo de uma tragédia dupla: a violência do desaparecimento e a violência institucional da ausência de resposta”, diz Adriano Dias. “E é impossível falar do caso sem reconhecer o empenho público e persistente de Jovita Belfort e Vitor Belfort, que, por anos, sustentaram a busca, a visibilidade e a cobrança por investigação.”

A “teia de ausências”: como as famílias são empurradas para o abandono

A ComCausa – Defesa da Vida destaca que o desaparecimento é também uma experiência de peregrinação institucional. Um dos diagnósticos mais fortes sobre o tema no Rio é descrito como uma “teia de ausências”: faltas que começam no atendimento inicial e continuam no percurso por assistência, saúde, apoio psicológico e orientação jurídica.

Estudos citados no debate público apontam dificuldades para registrar ocorrência, concentração geográfica dos poucos serviços, atendimentos desumanizadores marcados por estereótipos e preconceitos, e um peso ainda maior quando as famílias são pobres, negras e periféricas. “Esse ponto é central: não se trata apenas de falhas técnicas. Existe um padrão de desigualdade no acesso à investigação, ao cuidado institucional e ao direito básico de ser atendido com seriedade”, pontua Adriano Dias.

Baixada Fluminense: o epicentro silencioso dos desaparecimentos

Se na capital o desaparecimento choca, na Baixada Fluminense ele se repete com um grau de naturalização perigoso. Dados compilados a partir de registros do ISP indicam que, entre 2003 e julho de 2023, a Baixada Fluminense registrou 27.985 pessoas desaparecidas, o que equivale a 25% do total do estado no período. O mesmo boletim destaca um problema grave: muitos casos que deveriam ser tratados como desaparecimentos forçados acabam rebaixados a uma categoria genérica de “pessoas desaparecidas”, em um contexto em que o país ainda convive com lacunas de tipificação, registro e responsabilização adequadas.

A dimensão territorial desse terror aparece também na cartografia das chamadas “áreas de desova”. Em 2025, levantamento divulgado pela Ponte Jornalismo, com base em mapeamento da IDMJR, apontou 116 cemitérios clandestinos e outras áreas de desova na Baixada Fluminense, associados a dinâmicas de violência e controle territorial. “Quando um território acumula desaparecimentos, ocultação e medo estruturado, investigar ‘caso a caso’, sem inteligência integrada e sem proteção a testemunhas, vira muitas vezes uma encenação de procedimento”, afirma Adriano Dias.

Casos que seguem se repetindo: Edson Davi

A ComCausa – Defesa da Vida vem acompanhando casos que evidenciam como o desaparecimento de pessoas continua atravessando o cotidiano de inúmeras famílias no Rio de Janeiro, produzindo medo, desorganização da vida e uma espera que não deveria existir.

Edson Davi, desaparecido na Barra da Tijuca em 4 de janeiro de 2024, tornou-se um dos casos mais emblemáticos deste ciclo recente. O caso passou a sintetizar, para muita gente, aquilo que as estatísticas já indicam: o desaparecimento não é episódio isolado, é um problema estrutural — e a cobrança por respostas, investigação completa e transparência segue crescendo.

“A repetição de histórias com grande visibilidade pública e, ainda assim, sem resolução definitiva, reforça um diagnóstico duro: não faltam casos, relatos e evidências de dor. O que falta é capacidade de resposta do Estado na mesma proporção — com integração, prioridade, técnica e humanidade”, diz Adriano Dias.

O que precisa mudar: medidas que salvam tempo, prova e dignidade

Se o desaparecimento é uma corrida contra o tempo, o Estado não pode operar na lógica da espera. Precisa agir como emergência, com procedimento imediato, coordenação real e responsabilidade pública — porque cada hora perdida custa prova, reduz a chance de localização e amplia o sofrimento das famílias.

Entre as medidas apontadas por diagnósticos e debates especializados, a ComCausa – Defesa da Vida destaca: registro imediato e padronizado da ocorrência, sem barreiras burocráticas e sem tratamento discriminatório; integração efetiva de bases e fluxos de informação entre polícia, hospitais, IML e assistência social, para evitar o “sumiço burocrático” que paralisa diligências; apoio psicossocial e jurídico contínuo, com capilaridade e descentralização; inteligência territorial e prioridade operacional nas regiões mais afetadas, especialmente na Baixada Fluminense; e transparência e prestação de contas, com comunicação clara às famílias sobre o que foi feito, o que está sendo apurado, quais hipóteses estão em análise e quais são os próximos passos.

Por que Priscila Belfort continua sendo um alerta

O desaparecimento de Priscila não “acabou” com o passar do tempo. Ele permanece como ferida aberta — e como um espelho incômodo: se um caso tão conhecido pode atravessar décadas sem prova conclusiva e sem resposta definitiva, o que acontece com as milhares de famílias que nem chegam à mídia?

“A Defesa da Vida exige que o desaparecimento seja tratado como prioridade de Estado”, conclui Adriano Dias. “E, quando o Estado falha, a sociedade civil e as redes de apoio precisam existir para que nenhuma família atravesse isso sozinha.”

Nova Iguaçu proíbe a realização evento de “grau em motos”

Nenhum comentário


O que estava sendo anunciado nas redes sociais como um grande encontro de motociclistas não vai acontecer. A Prefeitura de Nova Iguaçu embargou a realização do evento “Aero Grau 1.0”, previsto para o dia 18, na pista do Aeroclube no município, que pertence à União. O município já comunicou à Aeronáutica sobre a proibição da atividade.

A ação foi tomada nesta sexta-feira (9) por agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública, que lavraram um auto de embargo contra a loja Lucky Moto Peças, responsável pela organização do evento. O motivo é claro: não há autorização municipal para a realização da atividade.

Além disso, o local escolhido acendeu o alerta das autoridades. A pista do Aeroclube pertence à União e fica ao lado do Hospital Estadual Dr. Ricardo Cruz (HerCruz), onde pacientes estão internados e em processo de recuperação. Para a Prefeitura, permitir um evento desse tipo ali seria inaceitável.

Segundo a Secretaria de Ordem Pública, o “Aero Grau 1.0” apresenta riscos à saúde, à higiene, à segurança e ao sossego público, conforme estabelece a Lei nº 2.112/91, o Código Municipal de Posturas. A divulgação nas redes sociais reforçou a necessidade de intervenção imediata.

“O evento está embargado. Ele não pode acontecer e não vamos permitir que aconteça”, afirmou o secretário municipal de Ordem Pública, tenente-coronel Fernando Bastos. “Não existe autorização para esse tipo de evento, ainda mais ao lado de um hospital. Seria um desrespeito total com pacientes e profissionais de saúde.”

Os organizadores divulgaram que o evento estaria “totalmente legalizado”. A prática conhecida como “grau” consiste em empinar a motocicleta, equilibrando-se apenas sobre a roda traseira — uma manobra considerada perigosa.

Em vias públicas, esse tipo de prática é ilegal. A legislação prevê multa e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Por isso, a Prefeitura reforça que não autoriza eventos dessa natureza e seguirá atuando para garantir a ordem, a segurança e o bem-estar da população.

Temperatura em alta: Rio entra no nível 2 do Protocolo de Calor nesta sexta-feira

Nenhum comentário

sexta-feira, janeiro 09, 2026


  

O Rio de Janeiro atingiu o segundo nível do Protocolo de calor nesta sexta-feira, dia 09 de janeiro de 2026. O Calor 2 é o segundo de cinco níveis de calor, e caracteriza-se pela previsão ou registro de Índices de Calor (IC) – temperatura e umidade – acima de 36°C por um ou dois dias consecutivos e por quatro horas ou mais.

Segundo o Sistema Alerta Rio, esta sexta será de fato quente, com temperatura máxima prevista de 37°C. As temperaturas permanecem elevadas entre o sábado e a terça-feira (13/01).

Veja a seguir as principais recomendações para o cidadão:

– Aumente a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede;

– Consuma alimentos leves, como frutas e saladas;
– Utilize roupas leves e frescas;
– Evite bebidas alcoólicas com elevado teor de açúcar. Pode provocar desidratação;
– Evite a exposição direta ao sol, em especial, das 10h às 16h;
– Informe-se sobre os níveis de calor na cidade do Rio de Janeiro por meio das redes sociais e sites do Centro de Operações e da Secretaria Municipal de Saúde;

– Não deixe de tomar medicamentos de rotina. O calor pode prejudicar mais quem tem hipertensão, diabetes ou insuficiência cardíaca;

– Cuidados com pets: evite passeios entre 10h e 16h e cheque a temperatura do solo. Não esqueça de disponibilizar água fresca para o seu pet. Hidratação é fundamental;

– Ofereça água com frequência a crianças e idosos, mesmo que não sintam sede.

Nilópolis oferece cursos gratuitos de Eletricista Instalador Predial e de Suporte Básico de Vida

Nenhum comentário

quinta-feira, janeiro 08, 2026


A Prefeitura de Nilópolis e o SENAI/FIRJAN continuam a parceria para a realização de cursos profissionalizantes de graça. E a quinta-feira, 8 de janeiro já começa com novidades: será o dia para a inscrição no curso de eletricista predial, na sede da Secretaria de Trabalho (SETRAB), com 30 vagas disponíveis, no horário 9h às 12h. O candidato deve ser morador do município, ter ensino fundamental e mais de 18 anos.

Pela primeira vez, as aulas serão no turno da noite. O secretário de Trabalho, Eduardo Amorim, disse que o objetivo é facilitar o acesso para as pessoas que trabalham no horário comercial e buscam se qualificar nessa área. Os interessados devem comparecer com original e cópia de identidade, CPF, comprovante de escolaridade e comprovante de residência em Nilópolis. As aulas começam na próxima segunda-feira, dia 12 de janeiro.

E os profissionais da área de saúde, como técnicos de enfermagem, enfermeiros, cuidadores de idosos e afins, não podem perder a oportunidade de se aperfeiçoar a respeito do novo protocolo para suporte básico de vida. O curso será oferecido no auditório da Câmara Municipal de Nilópolis, sexta-feira, dia 9 de janeiro, das 8h30 às 13h. Inscrições pelo número 99353-5830.

Duque de Caxias oferece castração gratuita de cães e gatos: veja como agendar

Nenhum comentário

A Prefeitura de Duque de Caxias, por meio da Secretaria Municipal de Proteção Animal, vem realizando a castração gratuita de cães e gatos nas unidades móveis conhecidas como Castramóvel desde o mês de junho. Em seis meses de funcionamento, já foram realizados mais de 8 mil procedimentos cirúrgicos sem custo para os tutores. Desde setembro, o serviço também passou a oferecer a microchipagem gratuita de pets. 

Até o momento, 467 cães e gatos já receberam o microchip, além disso é feito o registro, uma espécie de certidão, dos animais de estimação. Durante o ano a Secretaria de Proteção Animal tem feito campanhas de cuidados com os animais de estimação onde oferece banho e tosa, consultas dermatológicas e clínicas para cães e gatos, não é necessário marcar, o atendimento é feito por ordem de chegada. Em 2025, nas campanhas foram realizados 300 atendimentos. 

Em 2025, o Castramóvel passou pelos seguintes bairros do município: Primeiro Distrito: Parque Lafaiete, Centro, Vila Flávia, Jardim Leal, Centenário, Vila São Luís, Laureano, Gramacho, Olavo Bilac, Vila Leopoldina, Parque das Missões e Parque Boa Vista. Segundo Distrito: Parque Fluminense, Pilar, Figueira, Campos Elíseos, Pantanal, São Bento, Jardim Primavera, Vila Maria Helena, Jardim Rosário e Cangulo. Terceiro Distrito: Imbariê, Parque Paulista, Taquara e Jardim Anhangá. Quarto Distrito: Xerém. 

A castração de cães e gatos é fundamental para a saúde dos animais, auxiliando na prevenção de doenças como câncer de mama, de útero e de testículos, além de infecções. O procedimento também contribui para mudanças no comportamento do PET reduzindo brigas, fugas e a reprodução descontrolada, ajudando no combate ao abandono de animais. 

Como afirma a Secretária de Proteção Animal, Nadja Rissi, a Naná, "a castração e a microchipagem são atos de amor e responsabilidade, essenciais para controlar a superpopulação, recuperar animais perdidos, prevenir doenças e garantir mais segurança e bem-estar aos nossos pets.''

Como agendar a castração 

Para realizar a castração, é necessário agendamento pelo aplicativo Colab, disponível gratuitamente para celulares Android e iOS. O tutor deve se cadastrar na plataforma e seguir as orientações abaixo: 

Requisitos para a cirurgia: • Jejum mínimo de 12 horas para sólidos e de 4 horas para líquidos; • Peso entre 3 kg e 15 kg; • Idade mínima de 6 meses e máxima de 5 anos; • Cães braquicefálicos (de focinho achatado) não podem ser castrados nas unidades móveis; • Cães de raça ou mestiços não são atendidos pelo serviço; • Os animais devem estar livres de pulgas e de carrapatos. No dia do procedimento, o tutor deve levar • Roupa cirúrgica; • Colar elizabetano; • Três tapetes higiênicos. Microchipagem Para a microchipagem, não é necessário agendamento. 

O serviço é oferecido durante as campanhas de vacinação, por ordem de chegada e sem exigência de pré-requisitos. O microchip pet tem o tamanho aproximado de um grão de arroz e funciona como o “RG” do animal, armazenando informações como nome, espécie, sexo, cor, idade, raça e dados do tutor, incluindo endereço e telefone. Em caso de perda ou de roubo do animal, basta levá-lo a um local com leitor de microchip, como uma clínica veterinária, para que os dados sejam acessados e o tutor possa ser localizado.

Centro de Vacinação Meritiense é inaugurado no Shopping Grande Rio

Nenhum comentário

quarta-feira, janeiro 07, 2026


A Prefeitura de São João de Meriti, através da Secretaria Municipal de Saúde, apresentou a primeira conquista do ano: a inauguração do Centro de Vacinação Meritiense, realizada na noite de terça-feira (06-01), no Shopping Grande Rio. Contando com três salas, uma pediátrica e duas adultas, o Centro de Vacinação é o primeiro a ser entregue na Baixada Fluminense e o terceiro do estado.

Em parceria com o shopping, que cedeu o espaço, e com o horário de funcionamento durante o expediente comercial - de segunda a sábado das 10 às 22h e aos domingos e feriados das 13 às 21h - o Centro de Vacinação Meritiense oferecerá todas as vacinas disponibilizadas pelo SUS e mais a bronquiolite, que recentemente entrou no rol do Sistema de Saúde, e é destinada às gestantes.

Aproximadamente 100 pessoas, inclusive quem estava a passeio pelo shopping, prestigiaram o evento, que teve a participação do prefeito Léo Vieira; da vice-prefeita, Dra. Leticia Costa; do secretário municipal de Saúde, Dr. Carlos Neto; de outros secretários municipais; de vereadores e do deputado federal Luciano Vieira.


Após retirar a faixa de inauguração do Centro de Vacinação, o prefeito de Meriti, Léo Vieira, destacou o novo momento para a saúde do município e o compromisso de manter a eficiência. "Tenho orgulho de falar que a gente está conseguindo entregar, não apenas um equipamento de saúde, mas um equipamento de saúde funcionando. Entregando o melhor para a população, acolhimento e zelo. Equipamento de saúde nosso tem de ser de primeira. Todos equipamentos terão esse padrão de qualidade. Não vamos aceitar que entreguem qualquer coisa para o nosso povo", reforçou.

A vice-prefeita de Meriti, Dra. Letícia, também ratificou sobre o zelo que a gestão tem com a população meritiense. "Muito feliz com isso tudo. A prefeitura está oferecendo cuidado, um ambiente acolhedor para as crianças, idosos, para todos os nossos meritienses. Estamos fazendo a diferença, construindo uma nova história", comentou.

Explicando a importância da imunoproteção, o secretário municipal de Saúde, Dr. Carlos Neto, também expôs a preocupação com os moradores do município. "Essa ferramenta é destinada a todos, para que os moradores tenham dignidade, respeito que tanto merece. Para que todo meritiense se proteja da forma correta, para ser uma população saudável", finalizou o secretário.

Primeiro vacinado

Aproveitando uma ida ao shopping Grande Rio, o dentista Kleber Ramos, 55 anos, foi um dos primeiros a serem vacinados. "Fiquei sabendo hoje e funciona. Sou da área da saúde e é importante fazer essa ênfase, de todas as pessoas terem contato com a vacinação e erradicar as doenças. Agradeço à prefeitura por essa oportunidade. Estão de parabéns".

Depois de risco de contaminação, Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé

Nenhum comentário

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a proibição imediata da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de diversas fórmulas infantis da Nestlé Brasil. A decisão, publicada na Resolução nº 32/2026, tem caráter preventivo e visa proteger a saúde de lactentes e crianças.

As marcas afetadas pela medida incluem nomes populares no mercado brasileiro:

Nestogeno
Nan Supreme Pro
Nanlac Supreme Pro
Nanlac Comfor
Nan Sensitive
Alfamino

O Risco: Toxina Cereulide

A medida foi motivada pela identificação de risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. O alerta foi dado pela própria Nestlé, que identificou o problema em uma fábrica na Holanda. A contaminação estaria relacionada a um ingrediente fornecido por um parceiro global de óleos terceirizados.

Sintomas de Alerta: A ingestão da toxina pode causar vômitos persistentes, diarreia e letargia (sonolência excessiva, lentidão de movimentos e dificuldade de reação). Caso a criança apresente esses sintomas após o consumo, a orientação é buscar assistência médica imediata.

Recolhimento Voluntário (Recall)

A Nestlé Brasil informou que já iniciou o recolhimento voluntário dos produtos em território nacional e em outros países atingidos. Segundo a empresa, a segurança dos consumidores é prioridade e o recall internacional foi ampliado assim que a falha no fornecedor de óleos foi detectada.

O que fazer se você tiver o produto?

Os consumidores que possuem latas das marcas citadas em casa devem interromper o uso imediatamente e verificar o número do lote no fundo da embalagem.

MarcaLote(s) Afetado(s)Validade (Estimada)
Nestogeno 1L41230452Ago/2026
Nestogeno 2L41250452Out/2026
Nan Supreme Pro 1L41280452Dez/2026
Nan Supreme Pro 2L41300452Jan/2027
Nanlac Supreme ProL41320452Mar/2027
Nanlac ComforL41350452Abr/2027
Nan SensitiveL41380452Mai/2027
AlfaminoL41400452Jun/2027


Don't Miss
© 2015 - 2022 Jornal Destaque Baixada. Todos os direitos reservados
Destaque Baixada Jornal para ler e compartilhar