Pai e filho dividem paixão pela mesma profissão - Jornal Destaque Baixada

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11/08/2019

Pai e filho dividem paixão pela mesma profissão


A participação na vida e no dia a dia dos filhos pode influenciar nas escolhas deles que, em alguns casos, herdam a mesma profissão do pai. Esses laços familiares ficam ainda mais fortes quando pai e filho trabalham lado a lado na mesma empresa. Exemplos desse tipo são comuns na Transportes Flores, a maior empresa de ônibus da Baixada Fluminense. Um desses casos é o de Hélio Fonseca, 69 anos, e Hélio Filho, 39 anos, ambos motoristas de ônibus na Transportes Flores. Hélio Filho começou como cobrador na Flores há dois anos. Depois de cursar a escola de formação internamente, foi promovido a motorista. “Sinto muito orgulho do filho que tenho e tudo que aprendi durante 35 anos atrás do volante, passei pra ele”, diz emocionado o pai.



Motorista da linha 1091 (São João X Caxias), Hélio Filho não esconde o orgulho que sente do pai. Além dos conselhos e orientações profissionais, o filho lembra que o pai o ensinou a ser honesto, correto e trabalhador. “O meu pai me inspira a ser melhor a cada dia: sempre batalhou muito para dar o melhor”, afirma Hélio Filho, visivelmente comovido ao falar do pai. A história de José Farias, 51 anos, e Isabele Cristina, 19 anos, é mais um exemplo de pai e filha que não dispensam a companhia um do outro no trabalho, mesmo atuando em setores diferentes. Ela trabalha no setor do almoxarifado administrativo da empresa e o pai é líder de operação. 



“A gente acaba tendo muito mais coisa em comum pra conversar. Eu sei exatamente o que ele faz e a importância da função que ele exerce”, conta Isabele. “Tenho muito orgulho de ser filha dele e de dividir o mesmo espaço no trabalho”, afirma. O controlador de frota Marco Antonio, 53 anos, começou na Transportes Flores como cobrador, quando sua única filha, Ana Granada, ainda nem era nascida. Hoje, 33 anos depois, Marco Antonio e Ana completam quatro meses trabalhando lado a lado. Ela observa que compartilhar o mesmo ambiente de trabalho com o pai não fez muita diferença, pois eles sempre foram muito unidos.


Marco diz que fica orgulhoso de ver de perto a atuação profissional de sua filha. “É muito gratificante vê-la aqui dentro, porque eu a indiquei quando ela tinha 14 anos. Na época, ela não se sentiu preparada. Mas não desisti e agora, com 21 anos, ela decidiu que estava na hora de vir.”

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10/08/2019
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