Aumentam casos de diarreia e vômito após água suja e com gosto de barro no Rio - Jornal Destaque Baixada

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1.07.2020

Aumentam casos de diarreia e vômito após água suja e com gosto de barro no Rio


Basta passar pelos postos de saúde e pela UPA da Baixada Fluminense para perceber o vertiginoso aumento nos casos de diarreia e vômito e o problema pode estar sendo causado por água contaminada. Durante a semana dezenas de pais de crianças entraram em contato ou consumiram a água com mau cheiro e gosto de barro. O problema afeta bairros da cidade do Rio de Janeiros e municípios da Baixada, como Nilópolis, Duque de Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Queimados e Japeri.



"Minha filha parou no hospital hoje! Com diarreia, vômito, febre e dor de cabeça. Ela começou com os sintomas no sábado (04/01). Pensei ser só um mal estar passageiro, e deu a ela uns chazinhos caseiros e analgésicos, só que agravou na madrugada de hoje e a febre aumentou muito. Depois de ficar no soro fazer exame de sangue e ultrassom, o médico constatou uma infecção no colo do intestino. Sendo que ela não comeu nada de diferente no final de semana que pudesse causar essa infecção. Só bebeu muita água retirada do filtro da torneira de casa! Ela está agora acamada tomando antibiótico! Fica o alerta". Disse Moradora de Nova Iguaçu, Aline Aguiar, de 26 anos.



"Eu moro em Nilópolis, a água está saindo com a cor e cheiro normal, mas o gosto está estranho sim e na minha casa, três pessoas tiveram vômito, diarreia e dor abdominal, entre eles, em mim começou no dia 2 e agora que estou melhorando obs: depois comprar água mineral". Disse Helen Santos.

Mesmo a torneira contendo filtro, especialista alerta, que isso não é suficiente para garantir a imunização e até que se descubra o que de fato está ocorrendo, não se deve consumir esta água. A Cedae foi procurada pela reportagem do Jornal Destaque Baixada, e enviou uma nota.


"A CEDAE realiza o monitoramento da rede de distribuição de acordo com as exigências do Ministério da Saúde. Mensalmente são coletadas e analisadas mais de 2.500 amostras da rede de distribuição, saídas de tratamento e mananciais, cujos resultados atendem aos padrões de potabilidade exigidos. De toda forma, de acordo com o protocolo de qualidade da água, funcionários da Cedae já estão realizando novas coletas e farão análises complementares a fim de verificar a informação." Disse.

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Por Redação Jornal Destaque Baixada
07/01/2020
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