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Operação impede ataques terroristas com bombas no Rio

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segunda-feira, fevereiro 02, 2026


Um trabalho minucioso de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro evitou o que poderia ter sido um episódio de consequências trágicas. Nesta segunda-feira (02/02), agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) deflagraram a Operação Break Chain, frustrando um plano de ataque terrorista que visava prédios públicos e autoridades estatais.

Até o momento, três pessoas foram presas e dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos na capital, na Região Metropolitana e no interior do estado.

O Alvo: Alerj e o Caos Social

A investigação começou após a especializada monitorar grupos de mensagens e páginas em redes sociais. O grupo, autodenominado “Geração Z”, planejava atos violentos para as 14h desta segunda-feira em diversos estados. No Rio de Janeiro, o ponto focal do ataque seria a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Embora utilizassem o discurso "apartidário e anticorrupção" como fachada, o objetivo real, segundo a polícia, era provocar pânico e desordem através de:

Ataques a estruturas de telecomunicações;
Depredação de prédios públicos;
Atentados contra autoridades e centros políticos.

Arsenal Caseiro e Radicalização

Durante o monitoramento, os agentes descobriram que os integrantes compartilhavam manuais para a confecção de artefatos mortais. Entre os itens planejados estavam:

Bombas caseiras recheadas com bolas de gude e pregos, projetadas para maximizar o dano físico a pessoas ao redor.

Inicialmente, a Justiça havia expedido cautelares contra quatro envolvidos. No entanto, o cruzamento de dados realizado pelos agentes nesta manhã permitiu a identificação de outros 13 suspeitos, totalizando 17 alvos. Novos mandados foram solicitados e prontamente deferidos pelo Judiciário para conter o avanço do grupo.

Os investigados devem responder pelos crimes de:

Incitação ao crime;


Associação criminosa;


Posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário.
Investigação em Andamento

A DRCI destaca que a desarticulação desse núcleo no Rio de Janeiro foi fundamental para garantir a segurança da população. A polícia segue trabalhando para identificar outros administradores e participantes que exerciam papel ativo no incentivo à violência.

Uma semana de inverno no Verão do Rio

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domingo, janeiro 25, 2026



RIO DE JANEIRO – Quem vive no Rio sabe que o verão costuma ser sinônimo de termômetros batendo ou passando dos 40°C. No entanto, esta última semana rompeu o roteiro tradicional. Desde a noite de segunda-feira (19), o estado mergulhou em uma atmosfera que mais parece saída de meados de julho: céu cinzento, chuva constante e temperaturas significativamente mais baixas.

O fenômeno, que muitos internautas apelidaram de "Inverão", atravessou toda a semana. A chuva forte que começou no início da semana não deu trégua, transformando a rotina de quem circula pela Capital e pela Baixada Fluminense.

Para boa parte da população, o tempo chuvoso trouxe um alívio bem-vindo. Após semanas de recordes de sensação térmica, os Cariocas e Fluminenses ganharam uma "folga" do calor extremo. O uso do ar-condicionado foi substituído pelas janelas abertas e, em alguns pontos mais altos da cidade e da Região Serrana, até o casaco precisou sair do armário.

Apesar do refresco nas temperaturas, a persistência da chuva colocou o estado em estágio de atenção.

Solo encharcado: O maior risco apontado pela Defesa Civil é o acúmulo de água no solo, que após vários dias de precipitação, aumenta a probabilidade de deslizamentos em encostas.

Segundo meteorologistas, essa configuração de "cara de inverno" é causada por um canal de umidade que ficou estacionado sobre o Sudeste. A tendência é que a instabilidade comece a perder força gradualmente no final de semana, mas o sol ainda deve dividir espaço com muitas nuvens.

A previsão indica, que a segunda-feira (26/01), o predomínio será de céu nublado com previsão de chuva fraca isolada na madrugada/manhã passando a pancadas de chuva isoladas na tarde/noite. Os ventos estarão fracos a moderados.

Entre terça e quinta-feira (27/01 e 29/01), a nebulosidade estará variada, com predomínio de céu nublado e previsão de chuva fraca a moderada isolada nos períodos da tarde/noite desses dias, podendo ocorrer em caráter de pancadas na quinta-feira. Os ventos estarão fracos a moderados e as temperaturas apresentarão elevação.

RJ está sob alerta de chuva volumosa que aumenta risco de deslizamento e até enchentes

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sexta-feira, janeiro 23, 2026


O estado do Rio de Janeiro segue em atenção máxima devido às chuvas que não dão trégua. Sob a influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), a região vem registrando altos acumulados pluviométricos e permanece sob elevado risco de transtornos, como alagamentos e deslizamentos, em pontos vulneráveis.

Desde o início desta sexta-feira (23/01), o céu permanece de nublado a encoberto, e a previsão indica que o sol não deve aparecer de forma consistente pelo menos até a próxima terça-feira.

No sábado (24/01), a atuação da ZCAS sobre a Capital, Baixada Fluminense e Região Serrana, atinge seu ápice, mantendo o tempo instável. Durante este período, os ventos soprarão de fracos a moderados, e as temperaturas seguirão amenas, sem picos de calor.

A partir de domingo (25/01), embora a ZCAS comece a se desconfigurar, um canal de umidade residual manterá o tempo instável. A mudança principal será na elevação gradual das temperaturas, o que pode favorecer pancadas de chuva típicas de verão no final do dia.
Recomendações

As autoridades de Defesa Civil recomendam que a população fique atenta aos alertas via SMS e evite áreas com histórico de alagamento. Em caso de rajadas de vento moderadas, a orientação é não se abrigar debaixo de árvores ou coberturas metálicas leves.

Helicóptero cai e mata 3 pessoas no Rio de Janeiro

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sábado, janeiro 17, 2026


A queda de um helicóptero em uma área de mata no bairro de Guaratiba resultou na morte confirmada de três pessoas que ocupavam a aeronave.

Segundo as primeiras informações, a aeronave caiu em uma região de vegetação densa, localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, nas proximidades do cruzamento da Avenida Levy Neves com a Rua Tasso da Silveira. O impacto ocorreu sob circunstâncias que ainda serão investigadas pelas autoridades competentes.

Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros foram acionadas e se deslocaram para o difícil ponto de acesso na mata. Apesar da agilidade no atendimento, os militares informaram que as três vítimas não resistiram aos ferimentos provocados pela queda e pelo impacto, tendo os óbitos confirmados ainda no local do acidente.

Até o momento, a identidade das vítimas e o plano de voo da aeronave não foram divulgados oficialmente. A área permanece isolada para a realização de perícia, e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) deve ser acionado para determinar as causas do desastre.

Calor intenso leva termômetros a 40°C e Rio de Janeiro atinge maior temperatura do ano

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domingo, janeiro 11, 2026



O Rio de Janeiro registrou, nesta tarde, a temperatura mais alta de 2026 até agora. Em meio a uma bolha de calor que estacionou sobre o Estado, os termômetros marcaram oficialmente 40°C, transformando o errejota em um verdadeiro "caldeirão".

A marca foi registrada por volta das 15h, mas a sensação térmica — potencializada pela alta umidade e pela baixa circulação de vento em certas áreas — ultrapassou facilmente esse valor, chegando a índices ainda mais sufocantes em bairros da Zona Norte e da Zona Oeste.A Baixada Fluminense, também não ficou de fora. O calor intenso fez a Defesa Civil informar a população sobre o perigo para a Região Metropolitana.

Como fica o tempo ?

Nesta segunda-feira (12/01), o céu estará com poucas nuvens no Rio e não há previsão de chuva. Os ventos estarão predominantemente moderados e as temperaturas elevadas. A umidade relativa do ar poderá apresentar valores abaixo de 30% no período da tarde.

Entre terça e quinta-feira (13/01 e 15/01), por conta da atuação de áreas de instabilidade associadas ao calor, a previsão para a cidade do Rio é de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva isoladas na tarde/noite. Os ventos estarão moderados.

Recomendações para situação de baixa umidade relativa do ar:

– Beba água
– Evite exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 16h
– Use soro nos olhos e nariz para evitar o ressecamento
– Use protetor solar
– Não queime lixo e mato
– Mantenha os ambientes arejados

Calor extremo vai atingir o RJ nos próximos dias, trazendo risco à saúde e à vida

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sábado, janeiro 10, 2026


O Centro de Inteligência em Saúde do Estado do RJ (CIS/SES-RJ) informa que há previsão de excesso de calor a partir do domingo, 11 de janeiro. Mmunicípios entram em nível Laranja – Severo: Belford Roxo; Japeri; Marica; Piraí; Queimados; São Gonçalo; Seropédica; Nova Iguaçu; Guapimirim; Mesquita, Caxias e Itaguaí. Na segunda (12), o cenário se intensifica, e a capital fluminense entra na lista, e continua na terça-feira (13), com estimativa de nível Vermelho – Extremo em Guapimirim.

O painel calcula o índice de excesso de calor (EHF), que mede o perigo do calor ao comparar a temperatura dos próximos três dias com o histórico das três últimas décadas numa determinada região. O EHF é classificado em quatro níveis: Verde – Sem excesso, Amarelo – Leve, Laranja – Severo e Vermelho – Extremo. Severo é quando o indicador entra nos 15% mais quentes da série histórica de um local. E o Extremo é o nível máximo e mais raro, quando o calor é três vezes maior que o limite severo.

"Este aviso vem de uma previsão do Centro de Inteligência em Saúde com base na temperatura fornecida pelo INMET. Isso significa que a população deve esperar temperaturas mais elevadas, e se cuidar diante disso. É preciso manter uma boa hidratação ao longo do dia, usar roupas claras e leves e evitar a exposição direta ao sol nos horários mais quentes, entre 10h e 16h. Quando for inevitável sair nesse período, é importante utilizar proteção solar, como bonés, chapéus e óculos escuros", explica a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello.

Para enfrentar o calor extremo, a SES-RJ instalou pontos de hidratação externa nas 27 UPAs estaduais para a população vulnerável. O SAMU 192 reforçou o atendimento com motolâncias e veículos de intervenção rápida em pontos estratégicos da capital fluminense. As unidades de saúde adotaram protocolos específicos de classificação de risco e oferecem sais de hidratação para idosos e crianças. Todo o monitoramento climático e de saúde é realizado pelo Centro de Inteligência em Saúde através do painel Monitora

Priscila Belfort e a “teia de ausências”: por que o Rio ainda falha na busca por pessoas desaparecidas

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Há 22 anos sem respostas definitivas, o desaparecimento de Priscila Belfort expõe um padrão que se repete e se aprofunda: atendimento precário às famílias, investigação fragmentada e um território em que o sumiço, muitas vezes, vira estatística — especialmente quando a vítima é negra, pobre e periférica. O caso de Priscila não é apenas uma história interrompida. É um retrato de como o Estado do Rio de Janeiro ainda opera, de forma desigual, diante de um dos temas mais dolorosos da vida pública: o desaparecimento de pessoas.

“Quando alguém desaparece, o tempo vira inimigo. Cada hora sem ação integrada pode apagar pistas, dispersar testemunhas, esfriar imagens, desorganizar rotinas de busca e ampliar o sofrimento de mães, pais e familiares que passam a viver em suspensão”, afirma Adriano Dias, articulador da ComCausa – Defesa da Vida. “O desaparecimento não termina no dia em que a pessoa some. Ele começa ali, e passa a morar dentro da família, dentro do território e dentro de um sistema que, muitas vezes, não consegue entregar o mínimo: resposta, rastreabilidade e verdade.”

Em 2024, o cenário ganhou números que não deixam margem para relativização: o Rio registrou média de 16 desaparecimentos por dia, com 2.533 registros entre janeiro e maio, segundo levantamento baseado em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). O problema não é só a quantidade. É a forma como as instituições respondem — e a forma como a resposta muda conforme a cor, o CEP e a renda de quem desapareceu.

O caso Priscila Belfort: 20 anos de perguntas abertas, 22 anos de alerta público

Priscila Vieira Belfort nasceu no Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1974. Em 9 de janeiro de 2004, aos 29 anos, desapareceu após sair para almoçar no Centro do Rio, onde trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Desde então, seu paradeiro permanece desconhecido.

Ao longo dos anos, o caso atravessou ondas de visibilidade pública, denúncias, buscas e hipóteses. Entre os episódios citados na reconstrução do caso, há o registro de que, em 2007, surgiu uma confissão apontando sequestro e morte, com indicação de local de ocultação, mas nada foi encontrado, mantendo o caso sem comprovação conclusiva e sem desfecho.

“Priscila segue como símbolo de uma tragédia dupla: a violência do desaparecimento e a violência institucional da ausência de resposta”, diz Adriano Dias. “E é impossível falar do caso sem reconhecer o empenho público e persistente de Jovita Belfort e Vitor Belfort, que, por anos, sustentaram a busca, a visibilidade e a cobrança por investigação.”

A “teia de ausências”: como as famílias são empurradas para o abandono

A ComCausa – Defesa da Vida destaca que o desaparecimento é também uma experiência de peregrinação institucional. Um dos diagnósticos mais fortes sobre o tema no Rio é descrito como uma “teia de ausências”: faltas que começam no atendimento inicial e continuam no percurso por assistência, saúde, apoio psicológico e orientação jurídica.

Estudos citados no debate público apontam dificuldades para registrar ocorrência, concentração geográfica dos poucos serviços, atendimentos desumanizadores marcados por estereótipos e preconceitos, e um peso ainda maior quando as famílias são pobres, negras e periféricas. “Esse ponto é central: não se trata apenas de falhas técnicas. Existe um padrão de desigualdade no acesso à investigação, ao cuidado institucional e ao direito básico de ser atendido com seriedade”, pontua Adriano Dias.

Baixada Fluminense: o epicentro silencioso dos desaparecimentos

Se na capital o desaparecimento choca, na Baixada Fluminense ele se repete com um grau de naturalização perigoso. Dados compilados a partir de registros do ISP indicam que, entre 2003 e julho de 2023, a Baixada Fluminense registrou 27.985 pessoas desaparecidas, o que equivale a 25% do total do estado no período. O mesmo boletim destaca um problema grave: muitos casos que deveriam ser tratados como desaparecimentos forçados acabam rebaixados a uma categoria genérica de “pessoas desaparecidas”, em um contexto em que o país ainda convive com lacunas de tipificação, registro e responsabilização adequadas.

A dimensão territorial desse terror aparece também na cartografia das chamadas “áreas de desova”. Em 2025, levantamento divulgado pela Ponte Jornalismo, com base em mapeamento da IDMJR, apontou 116 cemitérios clandestinos e outras áreas de desova na Baixada Fluminense, associados a dinâmicas de violência e controle territorial. “Quando um território acumula desaparecimentos, ocultação e medo estruturado, investigar ‘caso a caso’, sem inteligência integrada e sem proteção a testemunhas, vira muitas vezes uma encenação de procedimento”, afirma Adriano Dias.

Casos que seguem se repetindo: Edson Davi

A ComCausa – Defesa da Vida vem acompanhando casos que evidenciam como o desaparecimento de pessoas continua atravessando o cotidiano de inúmeras famílias no Rio de Janeiro, produzindo medo, desorganização da vida e uma espera que não deveria existir.

Edson Davi, desaparecido na Barra da Tijuca em 4 de janeiro de 2024, tornou-se um dos casos mais emblemáticos deste ciclo recente. O caso passou a sintetizar, para muita gente, aquilo que as estatísticas já indicam: o desaparecimento não é episódio isolado, é um problema estrutural — e a cobrança por respostas, investigação completa e transparência segue crescendo.

“A repetição de histórias com grande visibilidade pública e, ainda assim, sem resolução definitiva, reforça um diagnóstico duro: não faltam casos, relatos e evidências de dor. O que falta é capacidade de resposta do Estado na mesma proporção — com integração, prioridade, técnica e humanidade”, diz Adriano Dias.

O que precisa mudar: medidas que salvam tempo, prova e dignidade

Se o desaparecimento é uma corrida contra o tempo, o Estado não pode operar na lógica da espera. Precisa agir como emergência, com procedimento imediato, coordenação real e responsabilidade pública — porque cada hora perdida custa prova, reduz a chance de localização e amplia o sofrimento das famílias.

Entre as medidas apontadas por diagnósticos e debates especializados, a ComCausa – Defesa da Vida destaca: registro imediato e padronizado da ocorrência, sem barreiras burocráticas e sem tratamento discriminatório; integração efetiva de bases e fluxos de informação entre polícia, hospitais, IML e assistência social, para evitar o “sumiço burocrático” que paralisa diligências; apoio psicossocial e jurídico contínuo, com capilaridade e descentralização; inteligência territorial e prioridade operacional nas regiões mais afetadas, especialmente na Baixada Fluminense; e transparência e prestação de contas, com comunicação clara às famílias sobre o que foi feito, o que está sendo apurado, quais hipóteses estão em análise e quais são os próximos passos.

Por que Priscila Belfort continua sendo um alerta

O desaparecimento de Priscila não “acabou” com o passar do tempo. Ele permanece como ferida aberta — e como um espelho incômodo: se um caso tão conhecido pode atravessar décadas sem prova conclusiva e sem resposta definitiva, o que acontece com as milhares de famílias que nem chegam à mídia?

“A Defesa da Vida exige que o desaparecimento seja tratado como prioridade de Estado”, conclui Adriano Dias. “E, quando o Estado falha, a sociedade civil e as redes de apoio precisam existir para que nenhuma família atravesse isso sozinha.”

Temperatura em alta: Rio entra no nível 2 do Protocolo de Calor nesta sexta-feira

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sexta-feira, janeiro 09, 2026


  

O Rio de Janeiro atingiu o segundo nível do Protocolo de calor nesta sexta-feira, dia 09 de janeiro de 2026. O Calor 2 é o segundo de cinco níveis de calor, e caracteriza-se pela previsão ou registro de Índices de Calor (IC) – temperatura e umidade – acima de 36°C por um ou dois dias consecutivos e por quatro horas ou mais.

Segundo o Sistema Alerta Rio, esta sexta será de fato quente, com temperatura máxima prevista de 37°C. As temperaturas permanecem elevadas entre o sábado e a terça-feira (13/01).

Veja a seguir as principais recomendações para o cidadão:

– Aumente a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede;

– Consuma alimentos leves, como frutas e saladas;
– Utilize roupas leves e frescas;
– Evite bebidas alcoólicas com elevado teor de açúcar. Pode provocar desidratação;
– Evite a exposição direta ao sol, em especial, das 10h às 16h;
– Informe-se sobre os níveis de calor na cidade do Rio de Janeiro por meio das redes sociais e sites do Centro de Operações e da Secretaria Municipal de Saúde;

– Não deixe de tomar medicamentos de rotina. O calor pode prejudicar mais quem tem hipertensão, diabetes ou insuficiência cardíaca;

– Cuidados com pets: evite passeios entre 10h e 16h e cheque a temperatura do solo. Não esqueça de disponibilizar água fresca para o seu pet. Hidratação é fundamental;

– Ofereça água com frequência a crianças e idosos, mesmo que não sintam sede.

Previsão indica mudança no tempo com chance de raios e chuva para os próximos dias no RJ; confira

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sexta-feira, janeiro 02, 2026


A primeira sexta-feira de 2026 (2) mantém a tradição do verão típico RJ: muito calor e aquela sensação de "abafado" que não dá trégua. Com o termômetro marcando aos 38°C e o céu variando entre o nublado e o parcialmente ensolarado, os Cariocas e Fluminenses precisam se preparar para um dia de mormaço e pancadas de chuva típicas da estação.

O Cenário nas Ruas

Desde as primeiras horas da manhã, a umidade alta combinada com as temperaturas elevadas gerou um clima de "sauna" em boa parte do Estado. O céu nublado, longe de trazer alívio, atua como uma barreira que retém o calor, elevando a sensação térmica para patamares ainda mais altos.

A Boa Notícia: O refresco deve chegar no Domingo

No sábado (03/01) o tempo será influenciado por áreas de instabilidade em conjunto com a passagem de uma frente fria no oceano. Haverá predomínio de céu nublado e previsão de chuva fraca isolada na madrugada e pancadas de chuva isoladas a partir da tarde, podendo vir com raios. Os ventos estarão fracos a moderados.

Já no domingo (04/01), haverá predomínio de céu nublado e a previsão é de pancadas de chuva a qualquer momento do dia. Os ventos estarão moderados. As temperaturas estarão em declínio.

Na próxima segunda e terça-feira (05 e 06/01), a nebulosidade estará variada com predomínio de céu nublado e a previsão é de chuva fraca a qualquer momento, sendo ocasionalmente moderada no dia 05/01. Os ventos estarão moderados.

Saidinha de Natal: mais de 250 presos não voltaram para cadeias do RJ, entre eles criminosos de alta periculosidade

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O balanço da saída temporária de Natal, tecnicamente conhecida como Visita Periódica ao Lar (VPL), acendeu um alerta vermelho nas autoridades de segurança pública do Rio de Janeiro. Segundo dados oficiais, 258 detentos descumpriram o prazo de retorno às unidades prisionais, que venceu no último dia 30 de dezembro.

O número representa um aumento de 7% nas evasões em comparação ao ano anterior, evidenciando falhas no monitoramento e nos critérios de concessão do benefício para presos de alta periculosidade.

Cúpula do Crime Organizado nas Ruas

O perfil dos evadidos preocupa a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Entre os que não retornaram, destacam-se lideranças de facções criminosas que exercem papel estratégico no tráfico de drogas:

Comando Vermelho (CV): A facção lidera o índice de deserção. Dos 346 beneficiados ligados ao grupo, 150 não voltaram (uma taxa de evasão de 58,1%).

Tiago Vinicius Vieira ("Dourado"): Apontado como integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) e classificado como de "altíssima periculosidade". Dourado já era foragido de um presídio de segurança máxima no Mato Grosso do Sul quando foi preso no Rio em 2018. Sete anos após sua prisão pela Polícia Federal, ele volta a ser considerado foragido.

Lideranças Locais: Nomes como Nestor do Tuiuti, Bolado da Fallet e Salgueiro (ou Problema), chefes e gerentes de comunidades estratégicas na Zona Norte e na Região Metropolitana, também constam na lista dos que não regressaram.

A distribuição dos 258 fugitivos revela o impacto do benefício nas diferentes organizações criminosas:

Em contrapartida, um dado que chamou a atenção foi o comportamento dos 21 policiais e 23 milicianos que também receberam o benefício da VPL: neste grupo específico, o índice de retorno foi de 100%.
As Regras do Benefício

A saída temporária é um direito previsto na Lei de Execução Penal para detentos que cumprem requisitos rigorosos:

Estar no regime semiaberto.


Ter cumprido 1/6 da pena (se primário) ou 1/4 (se reincidente).


Apresentar bom comportamento carcerário.


Nota Crítica: A permanência de criminosos com histórico de fugas e perfis de "altíssima periculosidade" em listas de beneficiados pela VPL levanta questionamentos sobre os processos de avaliação de risco da Seap e do Judiciário.
Próximos Passos

Os 258 internos que não retornaram agora são considerados evadidos do sistema. Caso sejam recapturados, perdem o direito ao regime semiaberto e regridem para o regime fechado, além de perderem o direito a futuras saídas temporárias. As forças de segurança já realizam buscas coordenadas para localizar os principais líderes mencionados no relatório.

Morre Caio Álex, jornalista e apresentador

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terça-feira, dezembro 30, 2025



O jornalismo do Rio de Janeiro está em luto nesta terça-feira (30/12). Morreu, aos 52 anos, o jornalista e apresentador Caio Álex, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. 

A confirmação do falecimento foi feita ao vivo pela InterTV, emissora afiliada à Rede Globo, onde o profissional trabalhava desde o final de 2024.

Caio estava internado no Hospital Santa Isabel desde meados de dezembro, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Durante o período de hospitalização, a família optou por manter o quadro clínico sob discrição. Infelizmente, nesta manhã, o jornalista não resistiu às complicações.

Com uma trajetória sólida e uma voz marcante, Caio Álex construiu uma carreira respeitada nos principais veículos de comunicação do país. Sua versatilidade o permitiu transitar com facilidade entre o rádio e a televisão.

SBT: Onde atuou por 8 anos, destacando-se como substituto interino de Isabele Benito no jornalismo local.

Band e RedeTV!: Atuou como repórter e apresentador em coberturas de cotidiano e hard news.

Rádio Tupi e CNT: Consolidou sua comunicação direta com o público carioca.

No início de 2024, Caio aceitou um novo desafio profissional ao se mudar para a Região dos Lagos para integrar o time da InterTV. Em pouco tempo, tornou-se uma figura familiar e querida pelos telespectadores da região.

"Caio era conhecido pela ética, pelo companheirismo nos bastidores e pela capacidade de traduzir a notícia com clareza para o público."

Colegas de profissão e amigos têm usado as redes sociais para lamentar a perda. Ainda não há informações confirmadas sobre o local e o horário do velório e do sepultamento.

Réveillon 2026: Após críticas de Babalorixá ao Palco Gospel, Paes rebate: “Copacabana é de todos”

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domingo, dezembro 28, 2025


O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), utilizou suas redes sociais neste domingo (28) para rebater críticas de representantes de diferentes denominações religiosas sobre a manutenção do Palco Gospel na virada de ano em Copacabana. Paes classificou os comentários como "preconceito" e reforçou a natureza democrática da festa.

Em uma publicação direta na rede, o prefeito — que se autodenomina "de todos os santos" — enfatizou a diversidade cultural do evento:

“É impressionante o nível de preconceito dessa gente. O réveillon da Praia de Copacabana é de todos! A música gospel também pode ter seu lugar. Assim como o samba, o rock, o piseiro, o frevo... O povo cristão também tem direito a celebrar! Amém! Axé! Shalom! Namastê!”

Estrutura e Programação no Leme

O Palco Gospel, também conhecido como Palco Leme, faz parte de um megaesquema de celebração que contará com 13 estruturas espalhadas por toda a cidade, sendo quatro delas localizadas na Zona Sul.

A programação evangélica terá início às 19h e contará com cinco nomes de peso do cenário cristão:

DJ Marcelo Araújo Eletrônico Gospel
Midian Lima Adoração / Sucessos como "Jó"
Samuel Messias Compositor e Intérprete de sucessos
Thalles Roberto Pop/Rock e Soul Gospel
Grupo Marcados Pagode Gospel

O Debate sobre a Pluralidade

A polêmica surgiu após alguns líderes religiosos questionarem a destinação de um palco específico para o segmento gospel em um evento público tradicionalmente marcado pela diversidade de manifestações, incluindo as de matriz africana. Paes, no entanto, sustenta que a inclusão de diversos gêneros musicais é o que garante que o Réveillon do Rio continue sendo "de todos".

Com vários feriados prolongados, Copa do Mundo e eleições, 2026 promete ser um dos anos mais intensos das últimas décadas

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sábado, dezembro 27, 2025


O ano de 2026 não será um ano comum. Para muitos analistas, ele já está sendo apelidado de "o ano mais curto das últimas décadas". A combinação explosiva de feriados estrategicamente posicionados, uma Copa do Mundo expandida e eleições gerais promete transformar a rotina de escolas, empresas e órgãos públicos em um verdadeiro teste de resiliência e planejamento.

Diferente de anos anteriores, onde muitos feriados caíram em fins de semana, 2026 será o paraíso das "pontes". Datas como Confraternização Universal (01/01), Tiradentes (21/04) e Corpus Christi (04/06) caem em quintas ou terças-feiras, facilitando emendas de quatro dias.

Além disso, datas como o Dia do Trabalho (01/05), Independência (07/09) e Nossa Senhora Aparecida (12/10) caem em segundas ou sextas-feiras, criando uma sequência de fins de semana prolongados que deve impulsionar o turismo, mas fragmentar o ritmo de produção industrial.

Entre junho e julho, o Brasil — e o mundo — volta suas atenções para a América do Norte. Com o novo formato de 48 seleções, a Copa do Mundo terá mais jogos e um período de duração maior.

Em outubro, o país define o seu futuro político com as eleições gerais , o que configura ser de fato ser um dos anos mais intensos das últimas décadas.

Feriado / DataDia da SemanaPotencial de Emenda
Ano Novo (01/01)Quinta-feira4 dias (Qui a Dom)
Carnaval (16 e 17/02)Seg e Ter4 dias (Sáb a Ter)
Paixão de Cristo (03/04)Sexta-feira3 dias (Sex a Dom)
Tiradentes (21/04)Terça-feira4 dias (Sáb a Ter)
Dia do Trabalho (01/05)Sexta-feira3 dias (Sex a Dom)
Corpus Christi (04/06)Quinta-feira4 dias (Qui a Dom)
Independência (07/09)Segunda-feira3 dias (Sáb a Seg)
Nsa. Sra. Aparecida (12/10)Segunda-feira3 dias (Sáb a Seg)
Finados (02/11)Segunda-feira3 dias (Sáb a Seg)
Consciência Negra (20/11)Sexta-feira3 dias (Sex a Dom)
Natal (25/12)Sexta-feira3 dias (Sex a Dom)

Outros Eventos Importantes:

Copa do Mundo FIFA 2026: Irá decorrer entre 11 de junho e 19 de julho (América do Norte). Prepare-se para alterações de horários em dias de jogos do Brasil.

Eleições Gerais: O primeiro turno será no dia 4 de outubro (domingo) e o eventual segundo turno no dia 25 de outubro (domingo).

Como pode ver, 2026 será um ano com muitas segundas e sextas-feiras de folga, o que confirma a previsão de ser um ano com muitos períodos de pausa e retomas na rotina produtiva.


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