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quarta-feira, maio 19, 2021

Mesquita tem atendimento especial para diabéticos e hipertensos


O dia 17 de maio foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o Dia Mundial da Hipertensão. A data alerta os cidadãos sobre os perigos de não se manter atento à situação da pressão arterial. E valoriza a importância da prevenção de possíveis complicações, como as doenças cardiovasculares, principais fatores de risco da hipertensão arterial. Nesse sentido, para manter os cuidados com a população, a Secretaria Municipal de Saúde trabalha com o programa Hiperdia em seu quadro de serviços. Ele cuida dos mesquitenses diagnosticados com hipertensão ou diabetes.

Para ter acesso ao programa, é preciso cumprir dois requisitos: ser morador de Mesquita e fazer o acompanhamento do tratamento na rede de atenção básica do município. Quando o profissional de saúde identifica o paciente como diabético ou hipertenso, é feito o encaminhamento. A partir daí, é feito o cadastro do paciente no programa, que oferece suporte de uma equipe especializada, composta por clínico geral, endocrinologista, técnico de enfermagem, nutricionista e auxiliar administrativo para o tratamento da doença. Tanto para os pacientes hipertensos e diabéticos é oferecido, gratuitamente, medicamentos complementares nas farmácias municipais. Além disso, é fornecido também para os insulinodependentes que tomam insulina kits para verificação de glicose.

“É muito importante esse registro, porque só conseguimos enxergar esses pacientes através do sistema. Uma vez identificados por nós, fazemos uma análise e entramos em contato com os pacientes insulinodependente por meio do número na ficha de cadastro. Eles comparecem ao setor com uma relação de documentos para a liberação da retirada do kit de verificação da glicose, composto pelo aparelho medidor, seringas, lancetas e fitas para testes”, explica o responsável pelo setor e técnico de enfermagem, Wellington Oliveira.

Portanto, a primeira retirada do kit é feita no próprio setor, para que o paciente leve toda a documentação necessária: CPF, identidade, comprovante de residência, cartão do SUS e receita de insulina e assine o termo de compromisso. Após isso, todas as entregas são realizadas pela equipe, na própria residência do paciente. O sistema foi implantado desde 2017, para auxiliar aqueles que moram longe ou têm dificuldade de chegar ao local. Há cerca de 1.100 pacientes cadastrados no programa, que recebem o material mensalmente.

Para os pacientes menores de 15 anos ou acima de 60 anos, o programa fornece também a caneta de insulina. Ela oferece diversos benefícios, como a praticidade no manuseio e transporte em relação à seringa, além da opção de uso com agulhas mais curtas e finas. Clínica geral, Camila Reis conta como é acompanhar esse processo de perto. “A caneta foi uma grande conquista, principalmente para os pacientes que precisam usar mais de um tipo de insulina, por ser bem mais prático e menos doloroso. É muito gratificante passar por esse momento junto com eles, desde o início, ensinando-os a manusear a caneta. A gente acaba criando um vínculo”, conta.

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