A costa de Maricá, no Rio de Janeiro, enfrenta uma sequência de atividades sísmicas. Entre a madrugada de quinta-feira (21) e a tarde desta sexta-feira (22), a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) detectou quatro tremores na região litorânea.
Os dois registros mais recentes, ocorridos na tarde de sexta, apresentaram magnitudes de 2.0 e 1.6 na escala Richter. Segundo análises técnicas, esses eventos são classificados como secundários, estando relacionados aos dois abalos principais que iniciaram a série: o primeiro, de 3.3, na madrugada de quinta-feira, e o segundo, de 3.1, na manhã desta sexta.
Apesar da recorrência dos fenômenos, não foram registradas notificações de moradores que tenham percebido a movimentação em solo firme até o momento. A detecção foi possível por meio de estações de monitoramento coordenadas pelo Observatório Nacional, com suporte do Serviço Geológico do Brasil e validação do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
Especialistas reforçam que abalos de baixa magnitude são eventos naturais, verificados com certa frequência em diversas partes do país, especialmente em zonas marítimas da região Sudeste.
Registro em Tocantins
A atividade sísmica não se limitou ao Rio de Janeiro. No mesmo período, um tremor de magnitude 2.8 foi registrado em Gurupi, no Tocantins, à 0h42 de quinta-feira. Assim como nos eventos de Maricá, não houve relatos de impacto perceptível à população local.

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