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Moraes revoga medidas cautelares contra Canella, ex-prefeito de Belford Roxo

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sexta-feira, julho 24, 2026




O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta quinta-feira (23) todas as medidas cautelares que haviam sido impostas ao ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil). Com a determinação do STF, caem o uso da tornozeleira eletrônica, o recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, a obrigatoriedade de comparecimento semanal à Justiça e a retenção de seus passaportes.

Com o fim das restrições judiciais, Canella fica totalmente livre para dar prosseguimento à sua agenda política como pré-candidato ao Senado na aliança formada entre o União Brasil e o PL.
Entenda o caso e a origem da apreensão

A imposição das cautelares teve origem no último dia 7, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Unha e Carne — ação da Polícia Federal. Na ocasião, os agentes federais encontraram um fuzil de uso restrito no interior do veículo do ex-prefeito. Canella chegou a ser preso, sendo liberado três dias depois mediante o cumprimento do pacote de medidas restritivas.

No entanto, o avanço das apurações esclareceu a legalidade do armamento. Ficou comprovado que o fuzil havia sido solicitado formalmente por Canella à Polícia Militar para integrar o aparato de sua segurança pessoal. O acautelamento da arma contava com a autorização oficial do então secretário da PM e atual pré-candidato à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pelo PL, coronel Marcelo Menezes.
De acordo com informações fornecidas pela própria corporação, a arma estava devidamente registrada em nome do sargento Alexandre Paixão da Silva Júnior, policial militar responsável pela escolta pessoal de Canella. O fuzil fora retirado regularmente do arsenal localizado no Quartel-General da Polícia Militar, na Rua Evaristo da Veiga, no Centro do Rio de Janeiro, atestando a sua regularidade legal.

Diante da comprovação de que a arma de fogo era legal e pertencia ao acervo oficial da PM, o ministro Alexandre de Moraes destacou em sua decisão que não subsistem motivos concretos para a manutenção das restrições, determinando o encerramento imediato de todas as cautelares contra o ex-prefeito.

Armamento da PM encontrado com ex-prefeito de Belford Roxo teve liberação oficial da corporação, apontam apurações

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terça-feira, julho 21, 2026


Canella inocentado? Levantamentos conduzidos pela Secretaria de Estado de Polícia Militar indicam que o fuzil da corporação recolhido no automóvel do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), foi cedido mediante trâmites administrativos regulares. A conclusão da apuração corrobora os esclarecimentos prestados previamente pelo político sobre a posse do armamento.

A liberação do equipamento para uso na proteção pessoal de Canella teve aval assinado pelo coronel Marcelo Menezes, que ocupava o comando da Secretaria de Polícia Militar naquele período.

Liberação no Quartel-General

Segundo a Polícia Militar, a arma passou por todo o processo formal de acautelamento antes de ser incorporada à rotina de segurança. O fuzil foi vinculado ao sargento Alexandre Paixão da Silva Júnior, PM destacado para realizar a escolta do ex-gestor.

O armamento foi retirado diretamente do setor de suprimentos no Quartel-General da corporação, no Centro do Rio, respeitando as normas internas para a cessão de materiais de proteção a autoridades.

Planilhas encontradas pela PF citam Cláudio Castro e Bacellar com valores de R$ 29 milhões

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quarta-feira, julho 15, 2026



A Polícia Federal (PF) descobriu um esquema milionário que funcionava como um "guia de investimentos" do crime organizado na política do Rio de Janeiro. Planilhas apreendidas com o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, mostram o registro de mais de R$ 29 milhões repassados a políticos nas últimas quatro eleições.

Os documentos foram encontrados durante a 5ª fase da Operação Unha e Carne. Entre os nomes citados nas listas do contraventor estão o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar.
Como funcionava o esquema?

De acordo com a PF, a organização criminosa financiava secretamente candidatos para que, depois de eleitos, eles defendessem os interesses do grupo no governo e na Assembleia Legislativa.

Para esconder a origem do dinheiro, a quadrilha usava uma rede de empresas. Só um grupo de gráficas investigado recebeu cerca de R$ 18 milhões de campanhas políticas nos últimos pleitos. Nas planilhas, a PF achou os nomes dos políticos ao lado dos valores exatos que cada um recebia.

Todos os envolvidos negam as acusações.

Justiça manda soltar ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella

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sexta-feira, julho 10, 2026


A Justiça determinou a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, atual pré-candidato ao Senado Federal pelo partido União Brasil. A decisão que autorizou a liberação do político foi expedida na noite desta sexta-feira.

Canella havia sido detido pelas autoridades na última terça-feira (7), sob a acusação de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, após um fuzil ser localizado em uma ação que resultou na sua condução à custódia.

Defesa alega que arma era de segurança particular

Durante o depoimento formal prestado à Polícia Federal (PF), o ex-prefeito negou a propriedade ou o porte irregular do armamento pesado. Márcio Canella justificou que o fuzil apreendido pertencia, na verdade, a um policial militar que atua regularmente na composição de sua equipe de segurança privada.

Com a expedição do alvará de soltura, o político obteve o direito de responder ao processo em liberdade. O caso segue sob investigação para apurar a regularidade da cautela e do uso do armamento por parte da equipe que acompanha o pré-candidato.

Ricardo Couto estima ficar mais 60 dias no Governo do RJ e quer cortar R$ 5 bilhões em gastos

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O Palácio Guanabara vive um período de transição sob a liderança do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto. Ciente do caráter provisório de sua permanência no comando do Executivo fluminense, Couto completou 100 dias na cadeira governamental administrando por etapas. Sem uma data definitiva para deixar o posto, a projeção atual é de que ele permaneça na liderança do estado por mais 60 dias. Até lá, o governador em exercício mantém um objetivo rígido: reduzir os gastos públicos em pelo menos R$ 5 bilhões até o encerramento do ano.

Dentro desse plano de contenção e revisão de despesas, uma medida drástica foi oficializada. Através de um decreto publicado no Diário Oficial, o governador determinou a suspensão integral do Programa Sentinela, uma das vitrines da gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL). O projeto previa o investimento bilionário de R$ 2 bilhões para a implementação de 200 mil câmeras de monitoramento em todo o território estadual.
Em posicionamento oficial, a administração estadual justificou que o cancelamento visa interromper despesas classificadas como excessivamente elevadas, realinhando as ações governamentais com as reais prioridades e possibilidades da máquina pública.

A decisão já vinha sendo desenhada. Em declarações anteriores dadas à imprensa no fim de junho, Ricardo Couto apontou que a gestão de Castro desenhou um teto de gastos que superava drasticamente a arrecadação real do estado. Diante do cenário de descompasso financeiro, o governador em exercício solicitou o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para auditar os contratos e despesas de grande porte — o que incluiu a análise minuciosa da aquisição das mais de 200 mil câmeras com tecnologia de reconhecimento facial do Projeto Sentinela, agora formalmente interrompido.

Eduardo Paes lidera disputa pelo governo do RJ em nova pesquisa

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segunda-feira, julho 06, 2026



Nova pesquisa de intenção de voto aponta o atual cenário para a disputa ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. O levantamento, contratado pelo Partido Republicanos, indica o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), na frente das intenções de voto, seguido por Douglas Ruas e Anthony Garotinho, que aparecem empatados dentro da margem de erro no cenário estimulado.

Cenário Estimulado (Votos Totais)

No modelo estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a pesquisa quantifica o peso dos eleitores que ainda não definiram o voto ou que pretendem votar em branco ou nulo. Esse grupo, somado, representa 38,2% do eleitorado fluminense.
  • Eduardo Paes (PSD): 33,9%

  • Douglas Ruas: 10,3%

  • Anthony Garotinho: 8,7%

  • Indecisos: 23,4%

  • Brancos ou Nulos: 14,8%

Análise Técnica: Considerando a margem de erro de 1,9 ponto percentual para mais ou para menos, Douglas Ruas (10,3%) e Anthony Garotinho (8,7%) encontram-se em situação de empate técnico na segunda colocação, uma vez que a diferença entre ambos é de 1,6 ponto percentual.

Projeção de Votos Válidos

Quando são desconsiderados os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos — metodologia idêntica à utilizada pela Justiça Eleitoral para a totalização do resultado das eleições —, Eduardo Paes atinge a maioria absoluta dos votos válidos.

Para vencer a eleição ainda no primeiro turno, um candidato necessita de 50% dos votos válidos mais um voto. No cenário atual, o candidato do PSD ultrapassa essa linha de corte.
  • Eduardo Paes: 54,9%

  • Douglas Ruas: 16,7%

  • Anthony Garotinho: 14,1%

  • Wilson Witzel: 4,5%

  • André Marinho: 1,9%

  • André Português: 1,6%

  • Rafa Luz: 1,6%

  • Cyro Garcia: 1,5%

  • William Siri: 1,3%

  • Juliete Pantoja: 1,1%

  • Luan Monteiro: 0,8%

Em conformidade com a legislação eleitoral vigente, os detalhes metodológicos da pesquisa são listados a seguir:

  • Período de campo: 29 de junho a 2 de julho de 2026.

  • Amostragem: 2.500 entrevistas presenciais.

  • Margem de erro: 1,9 ponto percentual, para mais ou para menos.

  • Nível de confiança: 95%.

  • Registro oficial: Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-05681/2026.

Eduardo Paes lidera corrida pelo Governo do Rio e vence Ruas em 1º turno, diz pesquisa

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quinta-feira, julho 02, 2026



O cenário sucessório para o governo do Estado do Rio de Janeiro desenha um favoritismo expressivo para o ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD). De acordo com o mais recente levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Paes lidera com folga todas as simulações de voto estimulado e, em um dos panoramas testados, asseguraria o cargo sem a necessidade de um segundo turno.
Os Cenários Estimulados

O instituto testou a força dos pré-candidatos em três diferentes configurações. Em todas elas, o representante do PSD mantém uma distância confortável do segundo colocado, o deputado federal Douglas Ruas (PL).
1. Confronto Direto (Paes x Ruas)

Na simulação mais polarizada, Eduardo Paes alcança a maioria absoluta das intenções de voto, o que encerraria a disputa na primeira fase da eleição.

  • Eduardo Paes (PSD): 62,1%

  • Douglas Ruas (PL): 23,9%

  • Brancos, nulos e indecisos: 14,0%

2. Cenário Amplo (9 Candidatos)

Mesmo com a pulverização de votos entre múltiplos concorrentes, o ex-prefeito retém mais da metade do eleitorado fluminense.

  • Eduardo Paes (PSD): 54,2%

  • Douglas Ruas (PL): 14,6%

  • André Marinho: 4,9%

  • Wilson Witzel: 3,5%

  • Bombeiro Rafa Luz: 2,2%

  • André Português: 1,9%

  • Willian Siri: 1,1%

  • Brancos e nulos: 11,8%

  • Não souberam responder: 5,8%

3. Cenário com Anthony Garotinho

A inclusão do ex-governador Anthony Garotinho na cédula enxuga levemente as intenções de voto dos líderes, mas não altera a dinâmica de liderança.
  • Eduardo Paes (PSD): 50,7%

  • Douglas Ruas (PL): 13,8%

  • Anthony Garotinho: 9,8%

  • André Marinho: 4,3%

  • Wilson Witzel: 3,3%

  • Bombeiro Rafa Luz: 2,0%

  • Willian Siri: 0,9%

  • Brancos, nulos ou nenhum: 10,7%

  • Não responderam: 4,6%

Tendência de Crescimento e Evolução Histórica

Os dados históricos coletados pelo Paraná Pesquisas mostram que a candidatura de Eduardo Paes vem ganhando musculatura ao longo do ano. No embate direto contra Douglas Ruas, Paes subiu de 58,8% em abril para 60,0% em junho, atingindo os atuais 62,1% em julho. Ruas, por sua vez, oscilou de 20,7% para 24,5% antes de se fixar em 23,9%.

No cenário de nove candidatos, Paes evoluiu de 53,0% (abril) para 54,2% (julho), enquanto Ruas foi de 13,2% para 14,6%. Na simulação com Garotinho, o atual líder saltou de 48,3% em junho para os atuais 50,7%.

Intenção Espontânea e Rejeição

Na modalidade de consulta espontânea — quando nenhum nome é apresentado aos entrevistados —, o contingente de eleitores indecisos ainda é amplamente majoritário: 71,7% disseram não saber em quem votar ou preferiram não opinar. Entre os lembrados, a ordem se mantém:

  • Eduardo Paes: 15,4%

  • Douglas Ruas: 3,1%

  • Anthony Garotinho: 1,0%

  • Márcio Canella: 0,5%

  • André Marinho: 0,3%

  • Wilson Witzel: 0,2%


Índice de Rejeição

Quando questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, os ex-governadores fluminenses encabeçam a lista, enquanto os líderes da pesquisa estimulada aparecem em posições intermediárias.
Pré-candidatoTaxa de Rejeição
Anthony Garotinho39,8%
Wilson Witzel24,8%
Eduardo Paes17,9%
Douglas Ruas10,5%
André Marinho9,4%
Willian Siri8,3%
Bombeiro Rafa Luz7,7%
André Português7,3%

A amostragem do Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1.600 eleitores, distribuídos por 60 municípios do Estado do Rio de Janeiro, no período entre 29 de junho e 1º de julho de 2026. O estudo apresenta uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um grau de confiança estipulado em 95%. A pesquisa encontra-se homologada e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob a identificação RJ-04259/2026.

Exonerados do Governo do Rio encontram abrigo na Alerj com salários acima de R$ 8 mil

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sábado, junho 27, 2026




Um cruzamento de dados dos diários oficiais do Executivo e do Legislativo fluminense revela que pelo menos 30 servidores demitidos da estrutura do governo estadual desde abril encontraram abrigo na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). As novas contratações foram distribuídas entre postos administrativos da Casa e gabinetes de 13 deputados estaduais, a maioria aliada do ex-governador Cláudio Castro.

O levantamento desconsidera servidores de equipes fixas de ex-secretários que apenas retornaram aos seus mandatos parlamentares na Alerj. Em alguns casos, a nomeação no Legislativo ocorreu no dia seguinte à demissão no Palácio Guanabara.
Dos 30 funcionários realocados, 13 assumiram funções no núcleo administrativo da própria Alerj, como a assessoria especial de plenário, assistência da presidência, subsecretaria da escola do legislativo, além de setores de legislação pessoal e planejamento orçamentário.

Os salários nestes cargos na Alerj variam de R$ 1.500 a R$ 8.800, conforme a folha de pagamento de maio.

Entre os parlamentares que abrigaram os ex-servidores do governo estão deputados que reassumiram mandatos recentemente, como Bruno Dauaire (União Brasil), Gustavo Tutuca (PP), Anderson Moraes (PL) e Douglas Ruas (PL), atual presidente da Alerj. 

Também fizeram nomeações os gabinetes de:

Dionísio Lins (PP) e Vitor Junior (PDT);
Carlos Augusto, Renan Jordy, Giselle Monteiro e Rodrigo Amorim (todos do PL);
Filipe Soares e Pedro Brazão (ambos do PSDB);
Sarah Poncio (Solidariedade).

Desde 23 de abril, quando o STF ratificou sua permanência no cargo, o governador interino e presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, exonerou 3.920 funcionários comissionados. Couto estima que os cortes vão gerar uma economia de R$ 230 milhões até o fim do ano e sinalizou que novas demissões devem ocorrer conforme auditorias internas avancem. Até fevereiro, o Rio possuía mais de 15 mil cargos comissionados ativos, gerando um custo mensal de R$ 75,9 milhões.

O governo interino não comentou as nomeações feitas pela Alerj. Recentemente, Couto afirmou publicamente que o Executivo sofria uma "captura" por parte de deputados que pressionavam por secretarias, reforçando que sua meta é técnica e financeira, e não política. Em agenda recente, o presidente Lula respaldou a atuação de Couto, referindo-se a ele como um "interventor" com a missão de sanar as contas e combater a corrupção.
A permanência de um magistrado no comando do estado é vista por aliados do presidente da Alerj, Douglas Ruas, como uma intervenção branca do STF. Ruas tentou assumir o governo por duas vezes, mas teve os pedidos negados pelo Supremo.

A crise institucional decorre de uma dupla vacância no poder:

Março de 2026: Cláudio Castro renunciou ao cargo pouco antes de ser declarado inelegível pelo TSE;


2025: O vice-governador Thiago Pampolha já havia renunciado para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE);


Dezembro de 2025: Rodrigo Bacellar, então presidente da Alerj e próximo na linha sucessória, foi afastado pelo STF devido a investigações sobre suposta ligação com uma facção criminosa.

O STF ainda decide se o novo governador-tampão, que comandará o estado até o fim do ano, será escolhido por voto popular (eleição direta) ou pelos próprios deputados (eleição indireta). O julgamento está suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino.
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