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É só a chuva aparecer que as ruas de Nova Iguaçu viram um caos

sexta-feira, dezembro 01, 2017

/ by Jornal Destaque Baixada
Foto: Davi de Castro


NOVA IGUAÇU - As chuvas que têm caído sobre o Estado do Rio de Janeiro nas últimas semanas continuam castigando a Baixada Fluminense. As cidades da região estão alagadas em muitos trechos e as prefeituras estão trabalhando em mutirão para retirar lixo e outros entulhos.

Na Baixada, um dos municípios mais afetados em Nova Iguaçu, onde o centro da cidade fica alagado e muitas ruas se transformam em longas correntezas. Os entulhos estão espalhados por toda parte e em algumas áreas, o asfalto rompeu, enquanto a areia e a lama cobriram longo trecho da estrada.

A falta de obras de contenção, dragagem de rios, valões e canais na cidade deixam o quadro muito pior. A lama e o entulho entopem os ralos, já assoreados, a rua fica alagada, o asfalto de rompe e o caos se instala no centro. Isso pode ser visto na Rua Bernardino de Melo, altura do número 1.815, ao lado da estação ferroviária. Aliás, a subida da rampa também fica completamente alagada, atrapalhando o acesso de pedestres para outro lado da cidade e para os trens da Supervia. “Toda chuva acontece a mesma coisa, sempre nos mesmos lugares, a prefeitura não toma providências estruturais”, observa a dona de casa Idalina Francisco de Souza, 60 anos, em frente ao Colégio Iguaçu.

O caos anunciado no centro

Para o comerciante Adalberto Silva, 44 anos, os impostos que a população paga ao governo são mal aproveitados. “A prefeitura não desobstrui os ralos. Quando chove, alaga tudo por falta de escoamento. O asfalto fica destruído e o caos se instala. A chuva passa, eles limpam os entulhos e colocam asfalto novo e mais nada. Com os ralos mais entupidos, na próxima chuva o estrago é maior. É o caos anunciado. E o povo paga mais uma para fazer a mesma coisa de novo”, assegura o comerciante.

A mesma situação acontece do outro lado de Nova Iguaçu, nas ruas Coronel Francisco Soares, Otávio Tarquínio, Nilo Peçanha e Dom Walmor, as quais se tornam longas correntezas em poucos minutos de chuva. “Não há uma política de estudos e planejamentos para evitar ou amenizar essa situação”, critica o arquiteto Hildomar Santos Farias, 37 anos. Para ele, o quadro da cidade deve pior muito mais se cair temporal neste final de semana.
por Davi de Castro
via: jornal de hoje
01/12/2017
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