Doença mão-pé-boca atinge crianças da Baixada Fluminense e pais devem ficar atentos - Jornal Destaque Baixada

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24/03/2018

Doença mão-pé-boca atinge crianças da Baixada Fluminense e pais devem ficar atentos


Os sintomas são bolhas doloridas nas mãos, pés e dentro da boca. Por isso o nome da doença é chamada de mão-pé-boca e crianças de até cinco anos são as mais atingidas. A Moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Bruna Siqueira, de 25 anos, é mãe da Alice de dois anos, ficou assustada com a nova virose, por isso toma os cuidados necessários com a filha.

A doença é nova e por isso muita gente ainda não sabe como a virose é transmitida o que causa preocupação aos pais. O Jornal Destaque Baixada trás está reportagem em forma de alertar e não desesperar você, pai, mãe e avós. No município de Duque de Caxias, a Bárbara Ribeiro, de 30 anos, procurou a unidade de saúde da região e constatou que seu filho Pablo de cinco anos estaria com a doença. "No Começo fiquei desesperada, eu nem sabia desta doença, mas agora ele está medicado, ele pegou isso na escolinha dele e tá melhorando a cada dia," disse. 

É o caso da moradora de Queimados, Maryana de Oliveira, de 22, mãe do Gustavo de três, que até então não sabia do surgimento da doença.

Alguns casos já foram confirmados em São João de Meriti, quatro crianças procuraram a Upa com os mesmos sintomas. Lembrando que muitos comentam que é comum das crianças pegarem em creches e escolas, mas já existem crianças que nem chegaram o tempo de ir para a escola e já contraíram. Vale ressaltar também, que não é somente em creches que se contrai a bactéria, em ônibus, shoppings, enfim, em diversos lugares e adultos também podem pegar.

Em Paracambi, os moradores, Patricia Correia, de 28 anos,  nos informou que seu filho de seis anos acordou com bolhas nos braços e já foi medicado. 

Vamos entender melhor sobre a doença? 

A mão-pé-boca é transmitida no contato de pessoas e os casos suspeitos estão por todo o estado, segundo a Regional de Saúde.

Você certamente conhece alguma criança que nos últimos dias teve a esquisita doença mão-pé-boca. Pois é, ela está se fortalecendo no Rio e já chegou na Baixada Fluminense. Tanto que alguns médicos da Baixada soltaram orientação sobre ele. E atenção, papais e mamães: medidas de higiene são essenciais para evitar surtos da doença mão-pé-boca. Trata-se de uma infecção viral contagiosa, causada por um enterovírus (Coxsackie A), que acomete principalmente crianças com menos de 5 anos de idade (mais frequente dos 6 meses a 3 anos) e que se caracteriza por lesões na cavidade oral e erupções nas mãos e pés.

A transmissão do vírus ocorre pelo contato direto com secreções das vias respiratórias (como a saliva, por exemplo), secreções das lesões das mãos e dos pés, fezes das pessoas infectadas ou ainda pelo contato com brinquedos e objetos contaminados por estas secreções.

Sintomas - De acordo com o Centro de Epidemiologia, os sintomas costumam surgir após um período de incubação de três a seis dias, sendo inicialmente inespecíficos (febre, mal estar e perda de apetite).

Um ou dias após, começam a surgir as lesões na boca, como pontos avermelhados, pequenas bolhas ou úlceras dolorosas na língua, no pálato e nas partes internas dos lábios e bochechas.

Um ou dois dias após o surgimento das lesões da boca, começam também a aparecer as lesões nas palmas das mãos e na planta dos pés (pequenas bolhas, com um círculo avermelhado ao seu redor). Também pode haver lesões em nádegas, coxas, braços, tronco e face.

Segundo o centro, é importante destacar que nem todas as pessoas infectadas desenvolvem o quadro clínico completo da doença, podendo ocorrer apenas lesões na boca e palma das mãos. Na maioria dos casos, a doença evolui de forma benigna, com cura espontânea após sete a dez dias, sendo pouco frequentes as complicações. Deve-se ficar atento, porém, se observar que a criança apresenta dificuldade de aceitação de alimentos e líquidos.

Apesar de a pessoa infectada poder permanecer eliminando o vírus nas fezes após já terem desaparecido as lesões da boca, mãos e pés, o maior risco de contágio ocorre durante a primeira semana de doença.

Tratamento - O diagnóstico da doença costuma ser clínico, sem necessidade de exames laboratoriais na maioria das vezes. De acordo com informações, assim como para a maioria das infecções virais, não existe um tratamento específico para esta doença, sendo recomendados medicamentos sintomáticos (antitérmicos, analgésicos, etc), repouso e alimentos leves, frios e pouco condimentados.

A alimentação do paciente deve ser líquida e pastosa, justamente porque há dificuldade em comer em função das bolhas na cavidade bucal. A hidratação, segundo Lopes, também é bastante importante neste período.

Veja as medidas para prevenir a disseminação da doença:

· Intensificação das medidas de higiene, como lavagens das mãos, higienização das superfícies e dos brinquedos, não permitir compartilhamento de chupetas, mamadeiras, talheres e copos.

· Afastamento das pessoas doentes (da escola ou do trabalho) até o desaparecimento dos sintomas (geralmente cinco a sete dias após início dos sintomas).

Recomendações

Os médicos orienta e, confirma que o isolamento da criança de sete a 10 dias, ou até o desaparecimento de todos os sintomas, evita a transmissão da doença. Ele conta que o tratamento é realizado com medicamentos que tratam apenas os sintomas da doença.

Reportagem: Aline Alencar
Por: Jornal Destaque Baixada
24/03/2018

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