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10/09/2018

ONG de Magé habilitada na primeira fase do processo seletivo de projetos do PNUD

Resgatar a cidadania da comunidade quilombola de Magé por meio de cursos de capacitação é o objetivo da Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo, habilitada na primeira fase do Processo Seletivo 01/2018 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que apoia financeiramente projetos com recursos de até R$ 50 mil reais, para o avanço na descentralização das políticas públicas de igualdade racial.

A inscrição da Instituição foi realizada pela Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial (COMPPPIR), em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos que abriu um convite para os projetos de Magé participarem do edital das Nações Unidas.

“Abrimos um edital para todas as ONGs de Magé que tivessem projetos que promovam a igualdade racial, participassem do processo seletivo. A Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo foi a única que se inscreveu e foi habilitada para segunda fase, onde é feita apresentação dos ajustes e prazos definidos. Estamos na torcida para que ela seja habitada também na segunda fase, porque isso vai trazer cursos e oportunidades para nossa comunidade quilombola”, explicou Ivone Bernardo, coordenadora da COMPPPIR.

Localizada em Bongaba, no sexto distrito, a Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo já tinha projetos para o desenvolvimento na área quilombola com cursos de capacitação e viu no processo seletivo uma oportunidade para colocá-los em prática. “Com a comunidade do nosso terreiro, desenvolvemos projetos para dar uma qualidade de vida melhor e oportunidade de trabalho e geração renda para nossa comunidade quilombola. Antes de sabermos o resultado, o curso de manicure já estava com as inscrições abertas. Esperamos passar pela segunda fase, porque com a verba liberada, já vamos conseguir comprar a autoclave, uma ferramenta necessária para esterilização do material de manuseio”, contou o coordenador Paulo dos Reis, mais conhecido como Pai Paulo.

“O nosso projeto vai atender a nossa comunidade quilombola com várias ações, teremos cursos de corte e costura, culinária e muito mais. Vamos capacitar todo o pessoal para dá-los uma profissão e oportunidade de geração de renda. Nossa ideia é tirar a comunidade do ócio”, finalizou’.
10/09/2018

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