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sexta-feira, setembro 17, 2021

Adolescentes participam de Cine Debate em Belford Roxo


Preparem suas pipocas, coloquem os óculos e deixem suas mentes abertas para o Cine Debate. A Secretaria de Assistência Social, Cidadania e Mulher de Belford Roxo realizou o projeto durante uma semana na Estação da Cidadania, bairro Piam, com cerca de 150 jovens do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) Centro, Sargento Roncalli, Bom Pastor, Nova Aurora, Santa Tereza, Shangrilá, Wona, Lote XV, Xavantes e Babi. O filme escolhido foi “Por lugares incríveis” com a temática do setembro amarelo. Após a trama, os adolescentes fizeram uma roda com debates.

A secretária de Assistência Social, Cidadania e Mulher, Brenda Carneiro, destacou que durante todo o mês estão sendo realizados encontros para discutir a pauta do setembro amarelo. “É de suma importância para refletirmos o nosso dia a dia e colocarmos o pé no freio, rever nossas ações e aproveitar as oportunidades, saber que temos limites, que somos seres humanos e estamos sempre aprendendo”, disse Brenda.

De acordo com a coordenadora do SCFV, Roseli Alvarenga, durantes os debates, alguns jovens relataram pensamentos depressivos. “Nós temos conversas construtivas com os adolescentes, que podem tirar dúvidas, desabafar ou se identificar com a história da trama. O filme escolhido relata logo no início a história de uma menina que perdeu a irmã em um acidente de carro. Essa mesma menina sofre traumas e se isola. Através da ajuda de um amigo, ela consegue superar e seguir a vida. Convido a todos a assistirem e tirarem suas próprias conclusões e refletir”, explicou Roseli.

Diálogo é o caminho

“O encontro é muito produtivo, pois reparamos muito em todos enquanto ainda estão assistindo e depois os deixamos à vontade para falar sua história”, acrescentou Roseli ao lado das supervisoras do SCFV Angélica Gomes, Rayene Ramos e Miriam Nazário. O número 188 do Centro de Valorização da Vida está no ar 24h para qualquer pessoa que queira conversar ou procurar ajuda.

Bastante atento, Wellington Garcia, 17 anos, do Cras Centro, apontou seu ponto de vista durante o debate. “Achei o filme muito bom. Ele ensina as pessoas a refletir e como viver, além de nos mostrar que o diálogo é o melhor caminho e a melhor maneira de pedir ajuda”, comentou. Sem medo de expor o que pensa, Júlia Beatriz, 14, também do Cras Centro, esteve bem falante na roda de conversa. “Foi bem explicativo no que retrata a realidade de hoje. Também foi interessante, pois tem muitas coisas no filme que passam batidas e passamos a reparar mais no cotidiano. O projeto nos faz pensar mais sobre o assunto, sobre nós e sobre o próximo. Eu, por exemplo, conheço pessoas que passaram ou passam por problemas parecidos e acho que deveriam pedir ajuda para não acontecer o pior”, complementou Júlia.


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