Após um fim de semana de incertezas, a Cedae anunciou a conclusão do reparo em uma tubulação no interior da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O serviço foi finalizado às 7h25 deste domingo (8), após o sistema sofrer dois vazamentos consecutivos que comprometeram o abastecimento.
Durante a manutenção, a maior estação de tratamento do estado operou com apenas 55% de sua capacidade. Com o fim do reparo, a produção começou a ser restabelecida, mas o processo é lento. Especialistas e concessionárias alertam: o fim da obra não significa água imediata nas torneiras.
"Como o sistema está em processo de recuperação, as concessionárias ainda trabalham com baixa produção. A normalização total pode superar o prazo de 72 horas, variando conforme a localidade", informaram as empresas responsáveis.
O impacto atinge severamente a Baixada Fluminense e as Zonas Norte, Sul, Centro e Oeste da capital. A Rio+Saneamento destacou que o restabelecimento será mais demorado em pontas de rede e áreas elevadas.
O atraso ocorre devido ao alto consumo imediato: quando o abastecimento retorna, os clientes com reservatórios vazios consomem toda a água inicial para encher suas caixas, impedindo que a pressão seja forte o suficiente para levar o recurso às casas mais distantes ou altas rapidamente.
As empresas fazem um apelo para que a população evite atividades de alto consumo (como lavar carros ou calçadas) até que o sistema atinja 100% de operação.
A orientação para quem possui reserva é priorizar o c
