A vítima, Jorge Franklin Rocha, conhecido como "Gito", registrou o próprio atentado. Ele filmava a discussão com o celular quando foi atingido por disparos na clavícula e na região lombar. Jorge foi socorrido e permanece internado no Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo. Segundo o último boletim médico, seu estado de saúde é considerado estável.
De acordo com relatos da família da vítima, o conflito envolve um imóvel que pertenceu ao pai de Jorge. Manoel Saturnino comprou uma casa vizinha que dava acesso aos fundos da propriedade da família Rocha. Recentemente, Manoel construiu um muro para bloquear essa passagem, alegando ter autorização da Secretaria de Urbanismo.
No entanto, após denúncia da família, a pasta realizou uma fiscalização e constatou que a estrutura estava irregular, em desacordo com a legislação urbanística, e determinou a demolição.
O estopim da violência ocorreu quando o muro foi derrubado. Segundo o depoimento da irmã da vítima, após a demolição, a família chamou um chaveiro para retomar o acesso ao imóvel, já que Manoel havia trocado as fechaduras.
Manoel chegou ao local durante o serviço, dando início a uma ríspida discussão. O agressor entrou em sua residência, voltou armado e efetuou três disparos contra Jorge Franklin.
Investigação
Manoel Saturnino estava foragido desde o dia do crime, mas se apresentou à polícia nesta segunda-feira. Ele responderá por tentativa de homicídio. A polícia agora investiga a procedência da arma mencionada pelo acusado para coibir a venda ilegal de armamentos na região.
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