Mais um apontado como responsável pelo sumiço de meninos de Belford Roxo é morto pelo tribunal do crime - Jornal Destaque Baixada

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domingo, outubro 10, 2021

Mais um apontado como responsável pelo sumiço de meninos de Belford Roxo é morto pelo tribunal do crime


José Carlos dos Prazeres Silva, o Piranha, de 41 anos, apontado como um dos principais suspeitos de envolvimento no desaparecimento das três crianças da cidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. foi assassinado pelo tribunal do crime. A informação foi confirmada pelo o Portal dos Procurados.

Piranha, estava foragido desde 2017, quando ele foi beneficiado pela saída do Dia das Mães, no dia 15 de maio. A volta José para o presidio estava marcada em sete dias, mas o traficante nunca mais retornou e se tornou foragido da justiça. Ele cumpria uma pena de seis anos de prisão quando conseguiu sair pela porta da frene. 

Nos últimos quatro anos, Piranha cresceu na hierarquia do crime. Ele também foi indiciado por envolvimento na tortura de um homem, que foi acusado injustamente como o responsável pelo sumiço dos meninos. A vítima foi espancada e levada por moradores até a porta da 54 DP. Os investigadores inocentaram o homem que teve que sair às pressas da comunidade.

A investigação avançou (mesmo que lentamente), onde apontava que os garotos foram mortos por causa de um furto de uma gaiola de passarinhos. Uma testemunha procurou o batalhão da cidade (39°BPM), onde disse que seu próprio irmão teria recebido de traficantes do Complexo do Castelar, sacos com corpos das crianças que foram jogados no Rio Botas. Foi feito uma varredura na região, mas nada foi encontrado.

O caso acabou ganhando muita repercussão, dentro de fora do país e gerou prejuízos ao crime. Diante disso, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) acredita que traficantes da localidade estejam sendo executados como “queima de arquivo.

"Estala" foi o primeiro a ser morto

A primeira ordem de execução aconteceu em setembro, onde Wiler Castro da Silva, conhecido como "Estala", que era gerente do tráfico de drogas, foi assassinado no Complexo da Penha, na zona norte do Rio. Ele atuava como o braço direito do traficante Piranha, também morto como queima de arquivo neste sábado (9/10). 

Castelar sempre foi uma boa fonte de renda dos traficantes, porém a região deve ganhar um destacamento da Polícia Militar e causar ainda mais prejuízos ao líderes.

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10/10/2021

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