As investigações e as diligências em torno do desaparecimento de Mariana Queiroz de Carvalho, de 11 anos, entram em uma fase decisiva e tensa na Baixada Fluminense. Moradora do bairro Ipiranga, em Nova Iguaçu, a menina sumiu na última quinta-feira (1), por volta das 12h, após sair de casa rumo à escola, que fica na mesma região.
Equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e do Corpo de Bombeiros, contando com o apoio de moradores locais, concentraram buscas em uma área de mata nas proximidades da residência da família. Durante a varredura no local, foram encontrados pedaços de roupas e mechas de tranças de cabelo. A Polícia Civil informou que somente exames periciais poderão confirmar se os materiais pertencem de fato à estudante.
A tensão em torno do caso se intensificou no último fim de semana, quando parte da casa da família foi atingida por um incêndio. Questionada pelas autoridades, a mãe da menina relatou ter tomado a atitude extrema em um momento de profundo esgotamento emocional e desespero por não ter notícias da filha, acabando por queimar coisas dentro da casa.
No momento do desaparecimento, Mariana vestia o uniforme da rede municipal de ensino e carregava uma mochila de cor lilás.
A repercussão do caso mobilizou as redes sociais com forte compartilhamento de cartazes com a foto da menina. Revoltados e angustiados com a demora, moradores da região realizaram manifestações nos últimos dias para cobrar agilidade e maior empenho das forças de segurança nas buscas.
O Disque Denúncia já divulgou um cartaz oficial para auxiliar no caso. Quem tiver qualquer pista ou informação que possa ajudar a localizar Mariana pode entrar em contato de forma anônima pelos canais de atendimento da instituição.




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