RJ
O mistério em torno do sumiço da pequena Mariana Queiroz de Carvalho, de 10 anos, completou uma semana. A menina desapareceu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, mobilizando uma força-tarefa que envolve forças policiais, equipes de salvamento e moradores da região em uma corrida contra o tempo para localizá-la.
Até o momento, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), unidade especializada que conduz o inquérito, já ouviu cinco pessoas no total. O delegado titular do caso esteve pessoalmente na região onde a criança foi vista pela última vez para coordenar as diligências e acompanhar de perto a coleta de depoimentos com parentes e vizinhos.
Como parte das investigações para traçar os passos da menina antes do desaparecimento, a Polícia Civil localizou e encaminhou dois tios de Mariana para a sede da DHBF, onde prestaram esclarecimentos. Além deles, os pais da criança também já foram ouvidos pelos investigadores que buscam por pistas, contradições ou qualquer elemento que possa esclarecer o que aconteceu no bairro Marapicu.
As autoridades continuam recebendo informações e seguem apurando todas as linhas de investigação na tentativa de dar uma resposta à família e localizar a menina.
"Estão vendendo que Caxias está bem segura, mas o resultado da vida real, é isso aí!".Disse um morador, que preferiu não se identificar.