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A explosão de casos de tosse e dor de garganta durante o inverno ocorre devido a uma soma de fatores ambientais e comportamentais:
Ar frio e seco: O clima seco resseca o muco que reveste as vias aéreas superiores. Essa camada úmida funciona como uma barreira natural de defesa; sem ela, o sistema respiratório fica mais vulnerável à entrada de germes.
Ambientes fechados e sem ventilação: Com o frio, as pessoas tendem a manter portas e janelas fechadas. A falta de circulação de ar faz com que gotículas expelidas pela fala, espirro ou tosse permaneçam suspensas no ambiente por mais tempo.
Pico de circulação viral: Períodos frios coincidem com a maior circulação do vírus da gripe (Influenza), do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e de diversos tipos de rinovírus, responsáveis pelos resfriados comuns.
Para evitar entrar na estatística e aliviar o desconforto das vias aéreas, médicos recomendam medidas simples no dia a dia:
Hidratação constante: Beber água ajuda a manter as mucosas úmidas e o muco mais fluido, facilitando a eliminação de secreções.
Ventilação dos ambientes: Sempre que possível, mantenha janelas abertas para permitir a renovação do ar.
Higienização das mãos: O uso de água e sabão ou álcool em gel reduz a transmissão de vírus recolhidos em superfícies de uso comum.
Etiqueta da tosse: Cobrir a boca e o nariz com o antebraço ou lenço descartável ao tossir ou espirrar evita a proliferação do vírus no ar.
Caso a tosse venha acompanhada de febre alta, falta de ar ou prostração intensa, a orientação é procurar avaliação médica e evitar a automedicação.