Em um cenário cada vez mais dominado pelo streaming e pelas plataformas digitais, o rádio segue encontrando espaço no cotidiano do público. No Rio de Janeiro, a FM O Dia aparece como um dos exemplos mais evidentes dessa permanência.
O desempenho chama atenção em um momento em que o consumo de música se fragmenta entre aplicativos, redes sociais e algoritmos personalizados. Ainda assim, o rádio mantém um papel relevante, principalmente quando se conecta a hábitos culturais e à escuta coletiva. No caso da FM O Dia, essa presença se reflete tanto na audiência quanto na capacidade de influenciar o que se torna popular.
Um indicativo desse impacto está no volume de execuções das músicas tocadas na programação. As faixas que compõem o ranking semanal da emissora ultrapassam 38 milhões de execuções em apenas sete dias, evidenciando a força de repetição e alcance do meio, mesmo diante da concorrência digital.
Para o CEO da FM O Dia, Tuka Carvalho, a relevância do rádio passa pela forma como o meio se adapta ao comportamento do público. "O rádio nunca deixou de ser importante. O que muda é a forma como a gente se conecta com quem está ouvindo. Quando você entende o que as pessoas vivem e querem escutar, você continua fazendo sentido", afirma.
Segundo ele, a lógica não está em competir diretamente com a tecnologia, mas em ocupar um espaço diferente dentro do consumo. “O digital é individual, o rádio ainda tem esse lado coletivo, de companhia. Ele está no carro, no trabalho, na rotina. Isso mantém o rádio vivo”, diz.
Com atuação direta nas áreas artística e de eventos desde os 24 anos, Tuka Carvalho passou a ser reconhecido pela capacidade de identificar tendências e ampliar o alcance da FM O Dia. Hoje, a emissora conta com ampla cobertura no Grande Rio de Janeiro, Região dos Lagos, Região Serrana, Belém, Manaus, Vitória e Região Sul, reforçando sua presença em diferentes territórios e ampliando o diálogo com novos públicos.
