A TrensRJ, nova operadora do sistema ferroviário do Rio de Janeiro, adotou a tecnologia como principal estratégia para o início de suas operações. A empresa instalou um sistema de monitoramento focado em 97 pontos sensíveis da malha férrea, que conecta a capital a outros 11 municípios da Região Metropolitana.
A vigilância aérea por drones com câmeras e o monitoramento em solo começaram a funcionar de forma estratégica no primeiro dia útil da nova gestão. O objetivo é cobrir as áreas mais vulneráveis do sistema, que atende cerca de 300 mil passageiros diariamente em seus cinco ramais e cinco extensões.
De acordo com o plano de segurança e eficiência operacional, os drones estão concentrados em locais estratégicos para evitar interrupções no serviço:
Prevenção a furtos e roubos: Monitoramento de subestações de energia, pátios de manobras e trechos de redes aéreas — alvos constantes de vandalismo, invasores/caloteiros.
Agilidade no tráfego: Apoio visual nos trechos onde a sinalização ainda não é automatizada e depende de comunicação via rádio com o centro de controle.
A fiscalização aérea atua de forma integrada com o reforço em terra. Os dados gerados pelas câmeras e drones dão suporte à atuação do Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer) da Polícia Militar, que teve o efetivo ampliado nas plataformas, estações e no interior das composições para conter os impactos das ocorrências de segurança pública na circulação dos trens.
