Light terá que se explicar na Alerj sobre aumento abusivo nas contas e constantes quedas de energia - Jornal Destaque Baixada

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20/05/2019

Light terá que se explicar na Alerj sobre aumento abusivo nas contas e constantes quedas de energia


A CPI da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que investiga as empresas de energia no estado, realizará, na próxima sexta-feira (24), audiência pública para discutir os serviços prestados pela LIGHT no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Entre as principais reclamações contra a empresa, estão: frequentes queda de energia, aumento abusivo nas contas, falta de qualidade no atendimento e ausência de controle e transparência nas informações. O evento acontece a partir das 10h, no auditório da Firjan.



No início deste mês, a CPI protocolou requerimento cobrando uma série de explicações à LIGHT, entre elas: os motivos que levaram o apagão do fim de abril, que deixou o município quase 48 horas sem energia. A composição do preço das tarifas, políticas de prevenção de litígio para reduzir ações judiciais e o plano de investimento também foram solicitados no documento, que tem até o início do mês que vem para ser respondido. Caso a empresa não apresente as repostas dentro do prazo, a CPI pode recomendar ao governo federal a perda da concessão do serviço.


Presidente da Comissão de Minas e Energia e Relator da CPI da energia elétrica, o deputado Max Lemos (MDB), afirma que “há um nível alto de reclamações e de ações judiciais contra a empresa. São mais de 100 mil processos no Tribunal de Justiça nos últimos dois anos, um absurdo. Atualmente, não existe controle sobre a prestação e a cobrança dos serviços. Por isso, o contrato da concessão precisa ser revisto”, defende Lemos.



A Light atende a cerca de 11 milhões de habitantes em 32 municípios do Rio de Janeiro, incluindo a capital. Lidera o ranking estadual das empresas mais processadas pelos consumidores fluminenses. Somente nos primeiros três meses de 2019, a concessionária já teve 16,9 mil ações ajuizadas, de acordo com dados disponibilizados pelo TJ/RJ. A maioria dos processos refere-se a multas aplicadas pela concessionária por supostos “gatos” (furto de energia e adulteração de medidores).

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20/05/2019
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